A afirmação foi feita em um post da iMasters. Segundo o blog:
Analistas da Ovum divulgaram, nesta semana, o resultado da sua pesquisa anual sobre desenvolvedores; e eles sugerem que o Android ultrapasse o iOS em termos de importância para os desenvolvedores. O estudo também observou o crescente suporte para as plataformas do Blackberry e do Windows Phone, que mostram uma competitividade ainda maior no mercado móvel, com desenvolvedores explorando todas as oportunidades em todos os sistemas.
Já o estudo da IHS iSuppli concluiu que o Windows Phone deve ultrapassar o iOS, em termos de quota de mercado, até o ano de 2015 – isso graças ao acordo da Microsoft com a Nokia. O relatório também prevê que até 2015 o Windows Phone vai chegar a 16,7% na parcela co mercado e o iOS cai para 16,6%. Já o Android vai dominar o mercado com 58,1%.
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Confesso que não acredito nem um pouco na pesquisa da IHS iSuppli. Também achei muito estranho a indicação de um crescente suporte para a plataforma BlackBerry. Como pode isso, se ela está quase beijando a lona? E o leitor, oque achou destas pesquisas?
No vasto mundo dos apps para dispositivos móveis e smartphones, há espaço para todos. E não são só os games que fazem a cabeça dos mais aficionados. Uma nova indústria começa a despontar: a dos “healthtech apps”. Em uma estimativa recente levantada por um centro de pesquisa dos Estados Unidos, aplicativos da área da saúde somaram um total de 718 milhões de dólares em receita no ano passado. Um número que tende a crescer, considerando o aumento das start-ups especializadas no assunto, como a Happtique.com, desenvolvedora de aplicativos para profissionais da saúde.
Acabo de ler duas notícias divulgadas recentemente envolvendo NFC, vejam:
SP Trans quer colocar pagamentos via celular nos ônibus da cidade: A SP Trans, empresa que controla os ônibus na cidade de São Paulo, está estudando a possibilidade de implantar pagamentos via celular no sistema de transporte da cidade. A empresa afirma que quer uma tecnologia moderna, uma aprimoração do Bilhete Único, criado a oito anos, de acordo com o Teletime.
O desenvolvimento dessa ferramenta será em conjunto entre o órgão da prefeitura e das empresas contratadas, que ficará responsável pela implantação e manutenção do sistema. A SP Trans afirma que quer a participação das empresas de NFC, mas garante que a plataforma não terá somente essa funcionalidade.
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Celulares poderão abrir portas através da tecnologia NFC: A operadora Verizon, em parceria com a Assa Abloyd e Hid Global quer entregar ainda esse ano para os consumidores o conceito de casa conectada, de acordo com o Mobile Time. A novidade permitirá que o aparelho celular seja usado para abrir e fechar portas.
A fechadura eletrônica, que é ativada por meio de dispositivo móveis, irá funcionar por meio da tecnologia Near Fiel Communication (NFC), que tem como função fazer a troca de conteúdo apenas pela aproximação de aparelhos. As empresas divulgaram que a tecnologia voltada para essa função está em fase de desenvolvimento e deve chegar ao mercado ainda esse ano.
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As duas notícias foram encontradas no MobilePedia.
Crise do BlackBerry: presidentes da RIM renunciam cargo - Os copresidentes executivos da RIM, Mike Lazaridis e Jim Balsillie, finalmente perceberam que estavam enterrando a marca BlackBerry e saltaram do barco antes de ser tarde demais. Ou seja, Lazaridis e Balsillie renunciaram o cargo de co-CEOs na RIM. Fim. Ponto. Tchau tchau. O novo presidente executivo será o ex-diretor de operações Thorsten Heins. Ele tem um grande trabalho à frente, para dizer o mínimo.
Este é um momento difícil para a RIM: o tablet PlayBook está acabando com a marca BlackBerry – que um dia já foi ótima – e a participação de mercado está desaparecendo, à medida que iOS e Android vaporizam a concorrência. Mas Thorsten, o novo presidente executivo, ainda tem esperança de uma virada. Segundo o jornal The Globe and Mail, Thorsten acredita que “tudo está no lugar para a empresa crescer”, e um dos primeiros passos dele será contratar um diretor de marketing para consertar a marca BlackBerry.
Talvez o cara novo dê um jeito na empresa, mas fato é que Thorsten recebeu as chaves de um carro velho e batido que está prestes a cair do precipício. Lazaridis e Balsillie foram copresidentes executivos e chefes do conselho administrativo da RIM por quase 20 anos, mas agora vão sair dos dois cargos: Lazaridis vira apenas vice-presidente do conselho, e Balsillie vira um diretor executivo comum.
Me chamou a atenção a frase “e um dos primeiros passos dele será contratar um diretor de marketing para consertar a marca BlackBerry”. Acho que eles precisam de um sistema operacional e um ciclo de vida para criação de aplicativos decente. Ponto.
Ontem publiquei o texto “Social Learning e Smartphones“, falando sobre os boatos de uma ferramenta que a Apple iria lançar. Neste post postei a seguinte frase:
Hoje, o Gizmodo publicou um texto sobre a tão falada surpresa da Apple:
A Apple acha que há maneiras mais efetivas de apresentar e interagir com o conteúdo educacional, e lançou agora há pouco uma seção de livros didáticos para o iBooks, que pretende “revolucionar” (eles gostam da palavra) este mercado. Steve Jobs disse em sua biografia que queria fazer para a indústria do livro didático o mesmo que fez para a música com o iTunes ou para os tablets com o iPad. Pelo que vimos agora há pouco, há uma chance de a Apple conseguir isso, em condições ideais de temperatura e pressão.
O iBooks 2 quer aproveitar todo o potencial do iPad para conteúdos interativos e aplicar isso aos velhos livros didático. Este potencial, aliás, já foi bastante explorado em apps como o Elements, que nos deixou babando logo no lançamento do primeiro iPad, e o Our Choice, de Al Gore, uma aula de como deve ser um livro didático:
Durante a demonstração da Apple hoje em Nova York, foram mostradas várias funcionalidades parecidas: toque na imagem para ver uma galeria, use o multitoque para dar o zoom naquele gráfico, faça buscas por palavras-chave no livro inteiro ou clique em links para ver mais detalhes. Há vídeos e sons também, como nos CD-ROMs da minha finada Encarta de 1997. Mas não desmereço a coisa. Tocar na imagem ou “sublinhar” algo com os dedos dá um feedback mais interessante, fora que hoje é tudo mais rápido. A primeira demonstração de hoje — um livro de biologia –, foi realmente fantástica. Modelos 3D de células, fotos interativas com multitoque, gráficos animados. Não sei se isso é mais efetivo em termos educacionais, mas divertido, sem dúvida.
Além do conteúdo mais “interessante” para essa geração de videogames, há boas ferramentas para o professor. Por exemplo: dentro do livro, no meio de uma página, é possível responder diversos tipos de questionários, bem mais interessantes que V ou F e múltipla escolha. Em um exemplo dado na apresentação, o aluno deveria associar as fotos dos ecossistemas a regiões dos EUA, arrastando um em outro. O feedback (você acertou! Estrelinha dourada!) é instantâneo e abre várias possibilidades. A ferramenta de marcação de texto também é esperta e tem, além de várias cores, uma reorganização automática: ela divide as suas coisas sublinhadas em cartões de memorização gigantes (algo bem comum entre os moleques americanos) para facilitar o decoreba.
Leiam o texto na íntegra, é altamente indicado. Mas, como sempre, vou deixar aqui alguns parágrafos que julgo como os mais importantes.
O impasse: O plano proposto pela indústria é incluir o Ginga em 10% das TVs conectadas, com acesso à internet, a partir de outubro, subir esse índice para 50% em janeiro de 2013 e atingir 95% em 2014, o ano da Copa do Mundo. A proposta do governo, segundo a Eletros, seria incluir 30% do Ginga em todas as TVs de tela fina em julho, ampliar esse índice para 60% em 2013 e atingir 90% em 2014. Só que de todas as TVs.
Vejam esta declaração: “Não podemos vender para o consumidor um produto que não funciona“, afirma o presidente da Eletros (Associação Nacional de Produtos Eletrônicos), Lourival Kiçula. É que o teste para validar o funcionamento desse software só será concluído no dia 30 de setembro. “O Ginga ainda está rateando.”
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Esta obrigatoriedade seria muito bem vinda para o desenvolvimento da TV Digital no Brasil. Resta saber se ela vai realmente vingar.
Em primeiro lugar, o leitor sabe do que estou falando quando cito a plataforma Tizen? Se sua resposta for negativa, não precisa ficar preocupado ou triste, eu também fiquei conhecendo o Tizen hoje.
Segundo o texto “Samsung e Intel criam plataforma Tizen, para dispositivos móveis“, publicado no ITWeb, a Linux Foundation anunciou na quarta-feira (28/09/2011) o Tizen, um novo sistema operacional Linux baseado em código aberto para celulares e dispositivos de consumo com base em padrões Web.
O envolvimento da Samsung – em conjunto com sua decisão de entrar em um acordo de licenciamento Android relacionado aos direitos de patentes com a Microsoft – parece uma declaração de independência do Google, que deve se tornar mais um concorrente direto para a Samsung, como resultado da compra da Motorola Mobility.
A Linux Foundation diz que as interfaces de programação de aplicativos do Tizen são baseados em padrões HTML5 e Web, o que garante que os desenvolvedores não irão sofrer para criar apps.
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Agora que sabemos oque é o Tizen, ficará mais fácil entender estes parágrafos:
Samsung pode misturar Bada e Tizen: O vice-presidente sênior da fabricante, Tae-Jin Kang, afirmou, em entrevista à Forbes, que esforços para integrar as duas plataformas móveis estão a caminho. Porém, a Samsung ainda não decidiu se será interessante misturar seus dois sistemas operacionais Bada e Tizen – este, por sua vez, aberto e criado em parceria com a Intel.
“A Samsung e outros parceiros da Tizen Association ainda não tomaram uma decisão sobre fundir o Bada e o Tizen”, afirmou um representante da fabricante para a InformationWeek EUA. “Estamos considerando essa opção, cuidadosamente, para fazer com que as plataformas atendam melhor os consumidores.”
Estes parágrafos de textos também foram retirados do ITWeb.
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Interessante este movimento da Samsung. Primeiro pelo fato de ela se posicionar, cada vez mais, como uma concorrente do Android. Segundo, o Bada pode ganhar ainda mais corpo com esta fusão, aprimorado o já bem falado sistema operacional criado pela empresa. Vamos ficar de olho.
O papel da Research In Motion tinha valorização de quase 11% na terça-feira após um blog de tecnologia dizer que a fabricante do BlackBerry estava tentando um acordo de venda à rival sul-coreana Samsung.
O site Boy Genius Report citou uma fonte não identificada que disse que o copresidente executivo da RIM Jim Balsillie estava se reunindo com empresas interessadas em licenciar seus softwares ou comprar partes ou a totalidade da RIM, com a Samsung liderando as negociações. Fonte: O Globo.
O texto “Apple to announce tools, platform to “digitally destroy” textbook publishing“, publicado no Ars Technica, fala sobre alguns boatos de uma plataforma de edição e distribuição de livros colaborativos criada pela Apple. Este projeto teria sido trabalho de Jobs e seu anúncio só foi adiado pela morte inesperado do ex-CEO da Apple. Bem, independente desta plataforma, gostaria de chamar atenção para alguns pontos.
O texto possui um subtítulo “Mobile, social learning”. Nesta seção encontramos três importantes frases:
“What we saw coming was a change in the kinds of places that learning would happen,” Rankin told Ars. Since the device would always be with the student, it would give her access to information anytime and anywhere. “For that, you need a different kind of book.”
Such digital texts would let students interact with information in visual ways, such as 3D models, graphs, and videos. They would also allow students to create links to additional texts, audio, and other supporting materials. Furthermore, students could share those connections with classmates and colleagues.
“What we really believe is important is the role of social networking in a converged learning environment,” Rankin told Ars.
O texto acaba com a seguinte frase: “A recent study showed that 82 percent of all higher education students nationwide will come to campus with a smartphone. We need to have resources and tools ready for these mobile, connected students.“.
Acho este tema tão importante que até já escrevi um artigo para a revista Espírito Livre, edição 27 (download aqui), chamado “M-Learning e suas possibilidades”. Acredito fielmente que a computação ubíqua e a convergência digital estão alterando profundamente o modo de vida das pessoas. A edução é dos pontos que mais sofre transformações. O conhecimento está pulverizado e, os livros e materiais didáticos precisam acompanhar esta evolução. Quem Steve Jobs já estava atento e veremos uma plataforma inovadora da Apple.