Os pesquisadores da Universidade de Eletro-Comunicações, em Tóquio, criaram um protótipo de óculos capaz de guiar o usuário até o destino desejado. Os óculos utilizam um microcomputador, sensores magnéticos e luzes LED para indicar o caminho certo. Fonte: : Gigablog
Veja o vídeo abaixo, feito pela equipe do DiginfoTV:
Alguns posts atrás falei sobre o Neuro Sky, um sistema que lê as ondas cerebrais e as transforma em comandos perceptíveis para computadores. Os posts foram:
Depois dos celulares controlados pelo pensamento, encontro o post “Controle o videogame com sua mente” no blog TechGuru. Veja parte do texto: A Square-Enix e NeuroSky apresentarão o demo de um jogo que poderá ser controlado pela mente. O game, que será mostrado nesta quinta-feira, na Tokyo Game Show, rodará em um computador com Windows e o Mindsky - já comentado aqui no blog -, um headset leitor de mentes.
É, parece que está se tornando normal equipamentos que lêem ondas cerebrais. Quem sabe a nossa cabeça possa ter plugins :), semelhante ao Eclipse. Ou ainda, você pode fazer updates do seu cérebro, como o Ubuntu, já pensaram nisso?
Para você que é um músico e não tem instrumento musical, ou ainda, não tem espaço para ter um, veja o post “Toque músicas com essas luvas!” do blog TechGuru.
Trecho da matéria: Com as Piano Hands, é possível tocar música em qualquer lugar, sem instrumento algum. Elas vêm com sensores nas pontas dos dedos que produzem notas musicais diferentes assim que o usuário encosta em alguma superfície. É possível escolher até oito instrumentos para produzir a canção. Elas podem ser encontradas por R$132 (£40). Nada mal para um equipamento que não tem semelhantes no mercado.
Ambas luvas se conectam por um fio a uma caixa de som integrada que simula o som de oito instrumentos diferentes, como piano, violino, bandolim, entre outros (incluindo seis tons diferentes de percussão). O aparelho também oferece 30 ritmos diferentes para tocar
Esta luva também é um bom exemplo de Wearable Computer.
Então, me dei conta que dou pouca importância a um conceito que está ganhando força no mercado tecnológico, os Wearable Computers (computadores vestíveis). Procurei na internet e encontrei um site bem esclarecedor, com um extenso texto chamado “Wearable Technologies“, segue abaixo alguns trechos do texto:
Um “wearable computer” é um tipo de computador adicionado ao corpo do utilizador, através da roupa que este veste, controlado por ele e permanentemente ligado e acessível. É um dispositivo que está sempre presente e com o qual o utilizador pode interagir enquanto realiza as suas actividades normais, como caminhar. Os “wearable computers” têm algumas características comuns também aos computadores pessoais: a capacidade de reconfiguração e sua generalidade. Um computador deste tipo pode, por exemplo, ser programado para uma variedade de funções dependendo das instruções contidas no seu software.
Um exemplo é dado pela empresa de confecção alemã Rosner e pela Infineon que apresentaram o mp3blue, um blusão(modelo masculino) que não só vem com um MP3-player embutido como ainda permite a ligação a telemóveis com interface Bluetooth. Os controles da mp3blue como por exemplo o teclado maleável, estão todos embutidos na manga esquerda do blusão. Este é feito de um tecido especial condutor de electricidade, criado por uma divisão especial da Rosner, a Wearable Electronics, empresa que pretende ser pioneira em tendências e novos tipos de produtos que combinem moda, diversão e funcionalidade. O tecido condutor é costurado à roupa de forma imperceptível, ligando o teclado da manga aos diversos módulos electrônicos, aos auscultadores para os ouvidos e ao microfone todos eles instalados na gola. A gateway Bluetooth substitui o telemóvel para receber e efectuar chamadas. Quando uma ligação entra, automaticamente a música é interrompida e o sistema de som permite a conversação.
Outro texto interessante é “Vestis: Corpos Afetivos“, um parágrafo bem interessante é:
Eles já estão ganhando formas de óculos com microcâmeras e design futuristas, de plaquetas menos estéticas mas adaptáveis ao pulso, de anel ou caneta ligados a um processador preso ao cinto, de casacos que trazem sensores no avesso. Os “computadores vestíveis” (wearcomp) ainda estão chegando timidamente ao Brasil, mas encontram-se bastante difundidos na Europa e Estados Unidos, segundo Luisa Paraguai Donati, uma engenheira civil que fez cursos de computação e vídeo e se deixou arrastar para o ciberespaço.
Bem, peço desculpas pela demora em tratar desse assunto.. mas é um tema que deve ser acompanhado..