Vai uma pílula de RFID aí?

Boa tarde..

Se você respondeu a pergunta do post com um “sim”, então não pense que estou brincando, veja o post “Pílulas de RFID para medir a temperatura…” do blog PortabilidadeBR. Trecho retirado do site:


… até que uma universidade holandesa desenvolveu um tecnologia que permite medir a temperatura interna corporal através da ingestão de Pílulas RFID …

“Los voluntarios ingieren estas tecno-pastillas que envían cada diez segundos la temperatura interna del cuerpo hasta el teléfono móvil mediante bluetooth. Esta información y las coordenadas GPS del corredor son mandadas de forma automática por el móvil hasta el centro de control, donde un programa toma en cuenta la altura, peso y edad del deportista para alertar a los equipos médicos en caso de que sea necesario. De esta manera se han podido detectar variaciones en la temperatura de incluso medio grado, alertar, por ejemplo, a un corredor con riesgo de deshidratación mediante una llamada o SMS, o enviar una ambulancia al lugar necesario antes de que fuese solicitada.”


Que loucura né..

E é só o começo..

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Fazia tempo que não falava dele..

Boa tarde..

Estava dando uma folhada na revista TIInside de Julho de 2008 e vi a matéria “Casa Arrumada: Gigantismo dos Correios do Brasil é suportado por densa massa tecnológica, que consumiu mais de 25 milhões de reais no ano passado. A ECT já conclui inclusive um projeto piloto de RFID e está pronta para implementar a tecnologia em 2009″. Infelizmente, a matéria não detalha muito este projeto, apenas descreve o aparato tecnológico da empresa. Procurando na internet achei a matéria “Etiquetas RFID para os Correios possuem telas de cristal líquido“. Retirei algumas partes do texto (o primeiro parágrafo é um síntese do que são as tags RFID):


… pesquisadores do Instituto Fraunhofer, Alemanha, criaram uma nova etiqueta RFID - “Radio Frequency IDentification”, ou identificação por rádio-freqüência, uma etiqueta contendo um minúsculo microchip capaz de guardar uma quantidade de informações muito maior do que é possível colocar em um código de barras - com a grande vantagem de que a informação pode ser lida automaticamente à distância por leitores sem fio, sem a necessidade de que o pacote seja colocado na frente de um visor a laser. Alguns tipos de etiquetas RFID permitem até mesmo que a informação seja atualizada à medida em que a mercadoria vai passando em cada etapa ou ponto de checagem.

A nova etiqueta RFID para utilização nos Correios tem ainda uma vantagem adicional: ela incorpora uma pequena tela de cristal líquido. Com isto, não apenas os equipamentos automatizados conseguem ler todos os dados do pacote, mas os carteiros também podem visualizá-la sem necessidade de nenhum equipamento, já que as informações são mostradas na tela.

As etiquetas, que podem ser lidas tanto eletronicamente quanto visualmente, foram batizadas de D-RFID, com o D equivalendo a “display” ou tela. Elas não têm baterias e a energia para seu funcionamento é fornecida pelo equipamento de leitura sem fio. A energia chega à etiqueta na forma de ondas eletromagnéticas emitidas pelo leitor.


Ainda, na procura pelo RFID dos correios encontrei outro link muito interessante.
A matéria é entitulada “O RFID vai para as ruas“. Como sempre, recomendo a leitura completa da matéria, porem, vou reproduzir alguns parágrafos que achei mais interessante:


A partir de maio de 2008, quem comprar um carro zero no Brasil vai receber uma placa eletrônica junto com os documentos do licenciamento. Equipada com chip e antena RFID, essa placa — fixada no pára-brisa dianteiro — funcionará como a identidade digital do veículo. Nas ruas, antenas leitoras registrarão sua passagem, ao captar as informações gravadas no chip — basicamente, o número da placa, do chassi e o código Renavam. Se o carro for roubado ou estiver em situação irregular, o alerta chegará automaticamente aos fiscais de trânsito. Em três anos em meio, o projeto deverá colocar o RFID nas ruas e nas frotas de veículos, tanto novos como usados, de todas as cidades brasileiras


Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, começou a estudar a tecnologia RFID há três anos. Hoje, a Casas Bahia tem um piloto no seu centro de distribuição em Jundiaí, no interior de São Paulo, que é um dos maiores do mundo — são 300 mil metros quadrados de área. Lá estão instalados 17 portais equipados com leitores e antenas RFID, por onde passam as caixas de mercadorias com as tags. A antena capta — a até três metros de distância — as informações gravadas nos chips dessas etiquetas, que passam pelo middleware da Global Ranger e vão para o sistema de gestão da empresa. No ERP, fica registrada a quantidade de unidades de cada produto que entrou — ou saiu — no centro de distribuição e também em qual prateleira ele foi colocado, para facilitar sua localização.

O inventário de bens é outra aplicação de retaguarda em que o RFID vem fazendo sucesso. O Banco do Brasil está implantando uma solução desse tipo na área de TI, que tem o ambiente mais complexo em termos de controle de ativos

No Bradesco, a intenção é usar o RFID em cartões sem contato, para facilitar o pagamento de compras de pequeno valor, como lanches ou ingressos de cinema. “Para as transações de valor mais alto, a tecnologia RFID ainda é precária”, diz Laércio Albino Cezar, vice-presidente do banco. “Mas nos micropagamentos, a pessoa vai poder usar o cartão sem digitar a senha.”

O Pão de Açúcar, por sua vez, incluiu as etiquetas inteligentes na vitrine de tecnologias exibidas no supermercado high tech que inaugurou recentemente no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Em sua adega, todas as garrafas de vinho — de 365 tipos diferentes — são identificadas por tags. Para saber o preço e outras informações sobre o vinho escolhido — produtor, tipo de uva, região de origem e pratos com os quais combina —, o cliente só precisa aproximar a garrafa, mesmo no carrinho, do leitor RFID instalado no quiosque da seção. A antena do leitor capta o código de identificação do produto gravado no chip da etiqueta e envia, via rede Wi-Fi, para o servidor da loja onde roda o banco de dados SQL Server. As informações sobre o vinho são exibidas, então, na tela touchscreen do quiosque.

No Brasil, o próprio Pão de Açúcar resolveu testar, em sua nova loja, como seriam as compras num supermercado do futuro. Para isso, equipou alguns carrinhos com etiquetas inteligentes e com uma espécie de PDA, que vai registrando — e somando — os produtos adquiridos pelo cliente. Ao chegar no caixa, o leitor RFID identifica o carrinho e o terminal busca no banco de dados as informações sobre a compra (enviadas pelo PDA via rede sem fio), emitindo a nota automaticamente.

Muito interessantes estes pilotos, aos poucos o RFID vai se consolidando, passando da promessa para a prática..

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Vídeos legais do YouTube..

Boa madrugada..

Calma pessoal, não é porque estou postando vídeo de madrugada que vocês podem achar que o blog está mudando de ramo, haha. Encontrei dois excelentes vídeos no YouTube.

O primeiro mostra um controle remoto para robôs através deum celular N-95 e do já famoso acelerômetro. Abaixo, segue o vídeo:


O segundo vídeo mostra como será o supermercado do futuro com um intenso uso das tags R-FID. Para conferir o vídeo desca os olhos um pouco mais pra baixo.


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Internet das coisas…

Boa tarde..

Acabo de ler uma matéria super interessante na revista Meio Digital chamada “RFID: A Internet de Objetos, Vacas e… Gente”. O texto fala sobre a expansão do uso das tags RFID, e discute se sua adoção em massa, inclusive nos seres humanos, é benéfica ou maléfica. Abaixo, redigito algumas passagens do texto:

A expansão no uso dos RFIDs será planetária. A logística se sofisticará. Idem a possibilidade de comunicação personalizada. Mas o controle de governos e empresas sobre as pessoas também. A super-web de gente está a caminho.

A adoção em massa dos RFIDs permitirá o surgimento de um “Internet de Objetos”: será possível buscar por objetos reais através dos search engines, além de obter a exata localização de um item individual, contêiner, gado no pasto ou.. pessoas.

O pioneiro foi o professor inglês de cibernética Kevin Warnick, que em 1998 implantou para pesquisas um chip em si mesmo.

E para finalizar:
Bem, o RFID, aparentemente, veio para ficar. E para se instalar em nossas vidas (em nossas peles?) profundamente. Seremos transformados em dados da Internet? É fascinante. É assustador.

Essa última frase resume o que também penso sobre este assunto.. Recomendo a leitura da matéria.

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