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Resenha Livro: Eram os Deuses Atronautas?

Boa noite..

A resenha de hoje é do livro “Eram os Deuses Atronautas?”, do autor suiço Erich von Däniken. Antes de qualquer coisa tenho que dizer, o livro é ótimo, está entre os 3 melhores que já li na vida.

Bem, antes de falar uma resenha, vou usar alguns resumos que já pipocam na internet:

Segundo o wikipedia, o autor especula a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas que para cá teriam se deslocado. Von Däniken apresentou como provas as confusas coincidências entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outras maravilhas do planeta. Ele também cria uma certa teoria de cruzamentos entre os extraterrestres e espécies primatas, gerando a espécie humana.
Dizia o autor também que esses extraterrestres eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro. Por seu incrível poder de persuasão, unido à época lançada - um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

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Tenho que fizer que o autor também me convenceu de que os deuses na verdade eram astronautas. Encontrei um outro resumo na internet que resume algumas das provas citadas pelo autor:

Isto pode ter acontecido em nosso planeta terra, pois ainda hoje existem muitos fatos inexplicáveis. O almirante Piris Reis, oficial da marinha deixou mapas antigos com desenhos completos e muita precisão. Há um campo de pouso na antiga cidade de Nacza e nas montanhas no Peru ao sul de Lima, foram encontrados enormes desenhos. Em Tiahuanaco foi encontrado um calendário pré-histórico com estações do ano. No Velho Templo foi encontrado o Grande ídolo com sete metros e vinte toneladas. Condutores de água feitos em pedra, cabeças de pedra, estranhos capacetes, uma escultura com 3 metros de altura e cinco metros de largura denominada como “Porta do Sol” e terraços murados.

Em Ezeon-Geber foi encontrada uma fundição que é a maior do Oriente Médio, com forno ultramoderno e cinco mil anos de idade. Na colina de Kuyundjick, antiga Ninive, encontraram numeração com quinze casas, 12 placas de argila com gravação de epopéia heróica – Poema de Gilgamés. O terraço de Balbec é uma plataforma construída com blocos de pedra, situada ao norte de Damasco, e supõe que seja uma planície de aterrisagem. A pirâmide de Quéops possui uma circunferência que dividida pelo dobro da altura tem como resultado o famoso número de Ludof, o “Pi” que é igual 3,1416. Ninguém consegue entender como 2.600.000 blocos foram serrados das pedreiras, transportados e ajustados com exatidão entre si.

A construção mais antiga erguida pelos maias é o “Observatório de Chilchén”, com três terraços superposto, uma escada em caracol e orifícios para ver as estrelas. Em relação ao “Poço Sagrado” de Chilcén Itzá, Diego de Landa afirma que eram jogados meninas e garotos para abrandar a ira do deus da chuva, nos tempos de seca. Foram encontrados no ano de 1900, destroços de um navio com máquina como se fosse uma espécie de computador, carregando estátuas de mármore e bronze, que se encontra guardada no Museu de Arqueologia em Atenas. No Museu Britânico de Londres há uma placa com registros dos eclipses lunares do passado e do futuro. Existem várias lendas: A lenda de “Orjina” que seria uma mulher com quatro dedos, que veio das estrelas em uma espaçonave dourada, “deu à luz a setenta filhos e regressou às estrelas”.

A lenda maia “Popol Vuch” relata que os deuses conheciam o Universo, os quatro pontos cardeais e a face redonda da terra.
Kunti ficou grávida do deus Sol, colocou a criança em uma cestinha e soltou no rio. Adhirata pescou a cestinha e criou a criança. O cavalo “Arremessador de Cascos” leva a serva Gna da deusa Frigg para diversos mundos, elevando-se no ar e locomovendo do céu. O deus criador “Viracocha” criou o mundo, o homem e animais de barros para que eles voassem para vários continentes com o fim de habitá-los. O deus Quetzalcoalt veio de uma terra do sol, ensinou o povo a produzir espigas milho do tamanho do homem, algodão colorido, depois embarcou em um navio e foi para a estrela d”alva. Muitas bibliotecas antigas foram queimadas como a biblioteca de Jerusalém, a biblioteca de Pérgamo com duzentas mil obras, em Éfeso textos foram destruídos por Paulo; Hitler mandou incinerar livros em praças públicas.

Na biblioteca de Alexandria quinhentos mil volumes pertencentes ao sábio Ptolomeu Sóter foram destruídos. Em um edifício de Edfu está registrado que a construção é de origem supra terrena, com planta desenhada por um ser endeusado Im-Hotep.
Na caverna de Qumsram, Mar Morto foram encontrados ttos que falam de carros celestes, de rodas, de fumaça e de filhos do céu. Há muitas passagens da bíblia como a da mulher de Ló que olhou para o sol atômico, a do profeta Ezequiel que viu descer do céu um metal brilhante, o relato de Moisés dizendo que deus manda construir a Arca da Aliança, a luta de Davi com o gigante de seis dedos, e a visão de Eva de um carro de luz puxado por águias cintilantes.



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Realmente, se vocês olharem as fotos destes monumentos, construídos a milhares de anos atrás, você pensa:
- É simplesmente impossível.
E aí a teoria dos astronautas se encaixa como uma luva.

Eu tinha separado em um arquivo .doc trechos interessantes do livro. Porém, deu mais de 10 páginas. Assim.. criei uma apresentação no slideshare. O link está aqui.

Esse livro é uma obra que gerou muita discussão na época de sua publicação e acho que ainda gera acalorados debates. Embora ache a idéia um pouco fantasiosa, os fatos mostrados pelo livro são impressionantes mesmo.

Resumindo tudo, esta obra é fantástica, faz o leitor pensar em coisas fantásticas e possibilidades não imaginadas antes. Além de falar de inúmeros monumentos e achados histórias ao redor do mundo. Recomendo em alto grau :).

Att.
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Resenha Livro: Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado

Boa noite..

Hoje vou fazer a resenha de um dos livros que mais me impressionaram desde que me conheço por gente. A obra é “Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado”, da autora Ana Beatriz Barbosa Silva.

Esta obra fala sobre algumas pessoas que estão ao nosso redor, desprovidas de qualquer sentimento, a não ser, a busca pela sua própria satisfação e prazer, não importante o que tenha que fazer para conseguir isso, até mesmo machucar ou matar alguém. Segundo este link, Mentes Perigosas discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de “pessoas do bem”.

A autora ainda discorre um pouco mais sobre estes “seres”: Segundo a autora, os psicopatas são 4% da população: 3% são homens e 1% mulher. Ou seja, a cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Vivem incógnitos, em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das outras pessoas. Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. No entanto, são desprovidos de consciência e, portanto, destituídos do senso de responsabilidade ética, que é a base essencial das relações emocionais.



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Porém, teve dois fatos que me chamaram mais a atenção.. o primeiro, é o absurdo que são as leis brasileiras, a piada em que vivemos e a tudo que estamos expostos, mesmo pagando impostos pelos primeiros 4 meses de cada ano. Vocês sabiam que no Brasil, uma pessoa pode ficar presa no máximo por 30 anos, independentes de quantas pessoas matou, ou da cruealdade dos homicídios? Outra, se uma pessoa que tem 17 anos, fará 18 anos no dia seguinte, mas antes disso mata 30 pessoas em um dia, no dia seguinte (ao completar 18 anos) sua ficha será limpa? Esses são os absurdos criados pelas pessoas que deveriam zelar pela nossa segurança.. mas, como o livro diz, a um grande número de psicopatas de colarinho branco.

E outra coisa.. o livro mostra de forma clara que estamos contribuindo para o surgindo de um número cada vez mais elevado de psicopatas, vejam alguns parágrafos que separei:

A ideologia sobre a qual se alicerça a cultura dos nossos tempos é baseada em três princípios básicos: 1) o individualismo; 2) o relativismo; 3) o instrumentalismo.

1) O individualismo prega a busca do melhor tipo de vida a se usufruir. Entende-se como o melhor tipo de vida aquele que abrange o autodesenvolvimento, a autorealização e a auto-satisfação. De acordo com essa concepção, o indivíduo tem a “obrigação moral” de buscar sua felicidade em detrimento de qualquer outra obrigação com os demais.
2) Segundo o relativismo todas as escolhas são igualmente importantes, pois não há um padrão de valor objetivo que nos permita estabelecer uma hierarquia de condutas. Assim, qualquer ação que leva o indivíduo a atingir a auto-satisfação é válida e não pode ser questionada.
3) O instrumentalismo afirma que o valor de qualquer coisa fora de nós é apenas um valor instrumental, ou seja, o valor das pessoas e das coisas se resume no que elas podem fazer por nós.

Precisamos reestruturar, de forma urgente, os processos pelos quais nossas crianças e nossos jovens aprendem os valores e os comportamentos sociais. Para que isso ocorra, todas as instituições, tanto públicas quanto privadas, terão que dar a sua parcela de contribuição. Somente uma educação pautada em sólidos valores altruístas poderá fazer surgir uma nova ética social que seja capaz de conciliar direitos individuais com responsabilidades interpessoais e coletivas. A aprendizagem altruísta é o único caminho possível para combatermos a cultura psicopática pautada na insensibilidade interpessoal e na ausência da solidariedade coletiva.

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Acho que já passou da hora de mudarmos o modo como pensamos.. dar mais valor as coisas que realmente importam e, rezar a Deus, ou ao ser divino que você acredita, independente de religião, para que as pessoas que regem os países tenham um pouco mais de sensates e, criem leis decentes que protejam as pessoas de bem, além de parar com toda a roubalheira e a pouca vergonha que cerca a política brasileira e mundial.

Recomendo muuuiiitttooo a obra..

Att.
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Resenha Livro: O Menino do Pijama Listrado

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre o livro “O Menino do Pijama Listrado”, de John Boyne. A obra conta a história de um garoto chamado Bruno, que tem apenas 8 anos. Bruno é filho de um importante general do governo alemão que orquestrou o holocausto. O menino tem que se mudar de sua casa em Berlim, para uma casa afastada de tudo, em um local onde o menino não tem com quem brincar nem conversar. Porém, devido a atração por conquistadores que o jovem tem, ele acaba descobrindo oque seus pais tentam lhe esconder, o campo de concentração onde os judeus eram forçados ao trabalho e depois levados para as câmeras de gás. A amizade que Bruno constrói com Shmuel, um garoto também com 8 anos, e que é obrigado a usar sempre o mesmo pijama listrado, é cativante, emocionante e, o ponto alto do livro. O livro nos faz pensar nos horrores do holocausto, na injustiça e na mentalidade bestial que algumas pessoas podem ter. Porém, pelo menos para mim, o ponto culminante do livro é o fato de nos fazeer pensar na seguinte questão: Aonde vai parar a pureza que toda criança tem até uma certa idade?



Encontrei algumas outras resenhas legais:

Fonte Livraria da Folha: O best-seller “O Menino do Pijama Listrado” (Companhia das Letras) é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. O livro conta a história de Bruno, menino alemão de nove anos que não sabe nada sobre o Holocausto nem sobre a “solução final” contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar sua casa em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde não tem nenhum amigo para brincar. Bruno então conhece Shmuel, um garoto judeu que mora “do outro lado da cerca”. Aos poucos, conforme a amizade se intensifica, os garotos vão descobrindo o motivo que os separa em mundos tão diferentes.

Fonte Livraria Cultura: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Aliás.. o livro virão também filme.. no youtube podemos encontrar diversos vídeos sobre o filme, trailer etc. O link abaixo leva a uma série de 8 vídeos do youtube que mostram o filme quase na íntegra (ou na integra, porque ainda não tive tempo de ver todos vídeos)…



Apesar da obra nos deixar um pouco triste as vezes, achei o livro muito bom.. recomendo muito a leitura..

Att.
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Resenha Livro: Sociedades Secretas

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre uma versão ampliada do best-seller “Sociedades Secretas”, do autor brasileiro Sergio Pereira Couto. O livro é realmente muito bom, acho que li ele em dois dias de tanta curiosidade pelo fim da história, além disso, como o nome indica, fiquei conhecendo um pocuo mais sobre as sociedades secretas que existem atualmente, várias delas atuando inclusive no Brasil.

Bem, deixo o resumo que encontrei aqui:

Uma investigação minuciosa mostra os rituais, cerimônias e regras de cada uma destas Sociedades Secretas. Conduzido pela misteriosa Oráculo, este trabalho coloca o leitor dentro de Sociedades Secretas como o Priorado de Sião, ordem que Leonardo Da Vinci teria participado. Revela também o que Jack, o Estripador, Rui Barbosa, Beethoven, Mozart e a Maçonaria têm em comum. Discute o suposto casamento de Jesus com Maria Madalena, e revela a Sociedade Illluminati, abordada em detalhes no livro Anjos e Demônios, escrito, como o anterior, por Dan Brown. Suspense e revelações surpreendentes são os ingredientes desta obra que mistura ficção e realidade, revelando os mistérios das Sociedades. A cada capítulo os personagens se envolvem em situações mais perigosas, e o final surpreendente revela que eles podem ter ido longe demais…



Indico a leitura.. :)

Att.
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Resenha Livro: Marley & Eu

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre o livro “Marley & Eu” de John Grogan. Confesso que estava pensando no que iria escrever sobre esta arte, porém, encontrei um resumo excelente, então, vou transcrevê-lo aqui.



John e Jenny tinham acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa, sem nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse ‘dom’ no DNA, justamente porque matara uma planta, presente do marido, por excesso de cuidado - afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; depois têm uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado à mãe, porém suas ‘preces’ não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44 kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram - Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, o coração de Marley era puro. Marley repartia o contentamento do casal em sua primeira gravidez e sua decepção quando sobreveio o aborto. Ele estava lá quando os bebês finalmente chegaram e quando os gritos de uma adolescente de dezessete anos cortaram a noite ao ser esfaqueada. Marley ‘fechou’ uma praia pública e conseguiu arranjar um papel num filme de longa-metragem, sempre conquistando corações ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Assim, eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras.

Encontrei esta resenha no site da Livraria Cultura.

Bem, também encontrei a resenha do filme que leva o mesmo nome, baseada na obra de Grogan..



Aliás.. só queria acrescentar uma coisa sobre o livro. Leiam, vão adorar. O cão Marley dá uma lição muito boa, ou seja, a lealdade não tem preço, e o amor vale mais do que qualquer coisa. Ainda, não damos valores para as pequenas coisas da vida.

Se alguém já leu o livro pode postar seus comentários aqui..

Att.
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Resenha Livro: Contrate Preguiçosos

Boa madrugada…

A resenha desta vez é do livro “Contrate Preguiçosos”, do autor Eduardo Cupaiolo. Confesso que esta obra não me empolgou muito, por isso vou usar o resumo do site MundoCristão:

A concorrência está acirrada, as metas do mês parecem inalcançáveis e, para completar, os boatos mais fortes na rádio corredor dão conta de que tem reengenharia (tradução: corte de pessoal) a caminho. Ninguém dá um passo no escritório sem vasculhar embaixo da mesa para ver se há alguém à espreita, pronto para puxar o tapete. Nas reuniões da diretoria, a atmosfera é tão carregada que seria possível até cortá-la com uma faca — o que só não acontece porque a copeira foi demitida na semana anterior e ninguém sabe onde ela guardou os talheres.

Descontados os exageros, é este o ambiente de trabalho em que muita gente vive. Ou melhor, sobrevive. Os relacionamentos são diretamente afetados, e o processo logo descamba para a competitividade exacerbada, voraz. O mais grave é saber que tanta tensão e estresse extrapolam as salas dos executivos e invadem, por tabela, também seus lares e suas comunidades.

Antes de agendar seu próximo enfarte ou trocar de antidepressivo, fique sabendo que é possível ser um gestor ou executivo de sucesso sem ter de participar dessa roda-viva. Em Contrate preguiçosos, Eduardo Cupaiolo entrega o que o subtítulo promete: orientações e conselhos simples, objetivos — alguns deles nada ortodoxos, a começar pelo do título — para humanizar e potencializar as relações no espaço corporativo.

Numa compilação de textos leves, descontraídos, bem-humorados — mas nem por isso superficiais, pelo contrário —, o autor alia a vasta experiência como consultor de grandes corporações brasileiras e multinacionais com a habilidade de palestrante para sugerir uma atitude mais positiva e um novo modelo de gestão organizacional, em que gente vale mais que qualquer patrimônio.

Bem, a impressão que tive do livro é que toda compilação de textos que compõe a obra poderia ser resumida em 9 palavras: os empregados devem ser mais respeitados como seres humanos.

Porém, talvez o livro não era muito direcionado a mim, por isso não me empolguei..

Att.
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Resenha Livro: Tubarão

Boa madrugada..

A resenha de hoje e sobre o livro “Tubarão”, de Peter Benchley, escrito em 1974. Esta obra deu origem ao filme Tubarão (1975), de Stevem Spielberg, que teve enorme sucesso e foi responsável pela fobia de muitas pessoas em relação ao mar, inclusive a minha.

Para resumir de forma simplória e eficaz o livro, vou usar um parágrafo deste, que diz: “Tubarão” conta a história de uma cidade qualquer no litoral dos Estados Unidos, que de repente se vê de pernas para o ar com os ataques de um imenso tubarão branco em suas águas. E, para tentar capturá-lo, unem-se três homens distintos: Hooper (Richard Dreyfuss), um oceanógrafo arrogante; Brody (Roy Scheider), o chefe de polícia local e Quint (Robert Shaw), um caçador de tubarões. Juntos, eles precisam localizar o tubarão e capturá-lo antes que ele volte a atacar, para terror dos banhistas.

A imagem abaixo mostra a capa do livro:



O vídeo abaixo mostra o trailer do filme “Tubarão”:



Confesso que não me lembrava do filme, somente quando o livro estava acabando que me dei por conta que era a obra que originou o filme. Assim como no filme, não gostei do final do livro, mas no resto, é uma excelente história, envolvente e fascinante. Li as 300 e poucas páginas em dois dias, de tanta vontade de saber o desfecho da história. Recomendo em alto grau a leitura deste clássico.

Att.
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Resenha Livro: 1968: Do Sonho ao Pesadelo

Boa tarde..

A resenha de hoje é sobre um trabalho do Grupo o Estado de São Paulo, e dos escritores José Alfredo Vidigal Pontes e Maria Lucia Carneiro. A obra se chama “1968: do Sonho ao Pesadelo. A revolta dos estudantes ao fim das liberdades democráticas”, veja a capa:



Esta obra é simplesmente perfeita para quem já tem conhecimento sobre as grandes revoluções e lutas armadas travadas por estudantes no ano de 1968, o ano que culminou no início da fase de 10 anos da podridão da ditadura brasileira. Eu recomendo a leitura em conjunto com o livro “1968: Eles só queriam mudar o mundo“.

O ponto forte da obra são as fotos mescladas com a história. Pena que são menos de 70 páginas, porém, intensas.

Onde foi parar o espírito daqueles jovens?

Att.
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Resenha Livro: Guantánamo Boy

Boa madrugada..

Hoje a resenha é sobre o livro “Guantánamo Boy“, de Anna Perera. Veja a imagem abaixo com a capa desta obra.



O livro realmente me impressionou e muito, só não emocionou mais porque já tinha lido um livro sobre este lugar horrendo chamado Guantánamo, o livro foi “Diário de Guantánamo“. Porém, esta obra conta a história de uma ótica diferente, misturando um romance em uma narrativa que pode ter acontecido com muitos prisioneiros afegãos, iraquianos, árabes, ou de qualquer outra nacionalidade, que estão trancados em celas minúsculas de forma injusta. Algumas passagens do livro são brilhantes, que realmente causam uma agonia e uma revolta impressionante no leitor. No meu caso, estava lendo o livro em uma concentração total, e começei imaginar se o personagem do livro (Khalid) fosse eu. Neste caso seria arrancado de minha noiva, da minha família, dos meus amigos e do meu trabalho, sem ter feito nada. Se não bastasse o fato de ter a liberdade roubada covardemente, seria espancado, humilhado, tratado como um animal, sem nenhum respeito pelos mínimos direitos humanos, realmente é revoltante.

Claro, é como o livro mesmo frisa, a culpa disso tudo que acontece em Guantánamo não pode ser repassada para todos os americanos, mas sim para alguns líderes do país. Esperamos que Obama cumpra suas promessas e acabe logo com a prisão que fica no território cubano. Voltando ao livro, na página 160 tem um trecho que marquei, em um momento onde o personagem é torturado com água, sendo afogado diversas vezes, ele lembra do que uma colega sua falou sobre esta prática:
- É um jeito estúpido de se descobrir seja lá oque for. Sempre que o meu irmão torce o meu braço para trás, nas costas, dói tanto que eu digo qualquer coisa que ele queira só para ele parar. Então, qual é o sentido de se torturar alguém? Conseguir mentiras? Aliás, a frase da contra-capa do livro é brilhante:
“Inocente até que se prove o contrário? Não em Guantánamo”.

O único ponto negativo do livro, na minha opinião, é a passagem em um ritmo rápido demais dos últimos acontecidos sobre o personagem Khalid, na parte final do livro. Achei que neste momento a autora não usou a descrição detalhada que usou no início e no meio do livro.

Mas, recomendo muito a leitura desse livro. Porém, se você não está em bom dia, não está muito feliz com a vida, não leia este livro. Sabem porque? Esta obra mostra até onde alguns seres humanos podem chegar, até onde a injustiça e a crueldade pode mergulhar. Especificamente no caso de Guantánamo, mesmo aqueles que saem da prisão depois de alguns anos, não conseguem viver em sociedade como antes, a tortura marca demais a alma de qualquer pessoa, assim como a solidão e o fato de estar privado de tudo que vc ama, sem ter feito absolutamente nada. Com certeza, Guantánamo possuem terroristas perigosos que devem ser mantidos presos (sem tortura), mas a grande queixa do mundo inteiro é: todos presos necessitam de um julgamento justo, para separar os maus das pessoas do bem que estão sendo tremendamente injustiçadas. Na contramão, as história tocantes podem mostrar a você como a vida é melhor do que você pensa, como simples coisas da vida podem ter um significado enorme, e, por fim, como podemos estar sendo duros demais com pessoas queridas..

Resumindo tudo.. recomendo a leitura :)..

Att.
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Resenha Livro: Gandhi, Poder, Parceria e Resistência

Bom dia..

A resenha de hoje é sobre o livro “Gandhi: Poder, Parceria e Resistência”, de Ravindra Varma. Esta pequena obra, 89 páginas, trata-se de um conjunto de palestras do autor quando de sua passagem pelo Brasil. As palestras tratavam dos ensinamentos de Gandhi e como eles podem se relacionar com temas muitos complexos do nosso dia a dia. Bem, antes de tecer comentários sobre o livro, pode-se resumi-lo em apenas duas frases: gandhi pregava a paz e o amor acima de tudo, e, seguir suas idéias é muito difícil, como não ficar com ódio dos políticos? como ficar em paz sabendo que trabalhos 3 meses do ano para pagar as mansões e viajens dos parlamentares? Ou como ficar em paz e perdoar esses mesmos políticos quando você passa na praça central de qualquer capital brasileira? É muito difícil…



Logo na página 13 podemos ter uma noção exata do que Gandhi queria: Não se busca inverter a relação entre opressor e oprimido. A pedagogia gandhiana vai muito mais longe - a resolução pacífica dos conflitos tem que resultar no fortalecimento e dignificação de ambas as partes.

Mais adiante, na página 24, o autor faz uma reflexão interessante sobre como somos cultuados com a vingança desde pequenos: Não sei se no Brasil é assim, mas no meu país, quando uma criança está correndo em volta da mesa e se choca com ela, oque a mãe em geral faz é dar um tapa na mesa. Logo depois, a criança para de chorar e pensa, “ah, fui vingado”. Já vi crianças caindo no chão, machucando-se e chorando, e mães batendo no chão e dizendo: “Pronto, agora está tudo bem”.

E o que falar desses números (página 54):
Pesquisas internacionais registram que mais de 250 guerras, de um tipo ou de outro, foram travadas no século 20. Houve 110 milhões de mortes relacionadas a elas. A proporção de civis e crianças que perderam a vida dessa maneira aumentos em 63% nos últimos 60 anos, subiu para 74% nos anos 80; e chegou a 90% na última década do século. Esses conflitos deixaram mais de 50 milhões de pessoas na condição de refugiados. Depois disso o autor também comenta sobre o uso da tecnologias para criação de armamentos que são capazes de aniquilar civilizações inteiras, sem distinguir militares de civis, bons de maus, alvo certo de alvo errado, simplesmente carnificina..
Lendo esses palavras eu tenho uma pena da raça humana.. é degradante a situação que nos encontramos..

Falando um pouco sobre o sistema em que vivemos hoje, Varma diz: quem pode negar que o atual sistema industrial e econônico é responsável pelo crescente desemprego, pelo fantasma da pobreza e privação, e pelas disparidades dentro dos estados e entre eles? O sistema atual baseia-se na filosofia da competição, da propriedade privada e da herança, e na sacrossanta motivação do lucro.

Enfim.. apesar de pequeno, este livro dá uma boa visão da filosofia de Gandhi e de como ela é difícil de ser seguida.. seja pela cultura, seja pela lavagem cerebral que passamos desde crianças, seja pela nossa ignorância e egoísmos.. estamos nos desunindo cada vez mais e pensando somente nos próprios umbigos.. e repito a pergunta, se Gandhi vivesse no Brasil hoje ele não sentiria raiva dos políticos?

Att.
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