Resenha Livro: A Lista de Schindler

Boa tarde..

O livro “A Lista de Schindler” de Thomas Keneally nada a história de Oskar Schindler. O empresário alemão utilizou o pretexto de sua fábrica para abrigar e livrar mais de 1.000 judeus da morte na 2º Guerra Mundial. O nome do livro deriva da lista de prisioneiros que eram retirados dos campos de concentração ou extermínio e enviados as fábricas de Schindler. Pessoalmente, achei o livro fantástico, apesar de ser um pouco extenso. A leitura do livro torna-se emocionante a medida que o leitor se envolve com a história, algumas vezes, é comovente imaginar oque os prisioneiros judeus sofreram nessa época. Além disso, como é um relato histórico misturado com romance, não deixa de ser uma forma de obtenção de conhecimento sobre este período negro da Europa.

No submarino encontrei uma descrição interessante do livro: Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto o regime nazista enviava milhares de prisioneiros aos fornos de Auschwitz, o industrial alemão Oskar Schindler abrigava centenas de judeus em sua fábrica, de onde ele finalmente os transferia em segurança para a Tchecoslováquia. Um lugar na lista de Schindler significava a única chance de sobrevivência para um prisioneiro judeu. Oskar Schindler, o herói do Holocausto, é retratado de modo inédito e comovente pelo romancista Thomas Keneally, que passou dois anos entrevistando sobreviventes beneficiados por Schindler em sete países - Austrália, Israel, Alemanha Ocidental, Áustria, EUA, Argentina e Brasil. Escrito com paixão, mas também com absoluta fidelidade aos fatos, o autor realizou uma espantosa recriação de um episódio histórico, narrado com toda a ênfase de uma ficção.

Segundo este resumo do filme “A Lista de Schindlet” (baseada no livro de mesmo nome): Vencedor de 7 Oscars e baseado no livro de Thomas Keneally o filme mostra a vida real e a trajetória do industrial tcheco Oskar Schindler.
Ao comprar em 1939 uma fábrica de esmaltados quase falida na Polônia dominada pela Alemanha de Hitler, Schindler usou suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores entre prisioneiros judeus do gueto da Cracóvia, passando a fornecer produtos para o exército alemão. Quando os nazistas iniciam a “solução final” (execução em massa dos judeus), Schindler intercede junto ao comandante Amon Goeth, subornando outros oficiais e garantindo tratamento diferenciado para seus operários, salvando-os dos campos de extermínio
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Um resumo mais extenso pode ser encontrado aqui.

Este livro me trouxe um problema, não sei qual o meu herói agora: Che Guevara ou Schindler.

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Resenha Livro: Investimentos inteligentes

Boa noite..

O Livro Inestimentos Inteligentes de Gustavo Cerbasi segue a linha de outro livro que já foi discutido aqui, Pai Rico Pai Pobre. Porém, o livro de Cerbasi trata de uma maneira mais ampla os diversos tipos de investimentos, as armadilhas dos falsos investimentos, do que não fazer e da melhor forma de buscar sua independência financeira. Para tentar explicar de forma mais clara o livro utilizarei a resenha publicada por Augusto Campos.

No resumo de Campos é usado a própria divisão dos capítulos do livro:

Parte I: Contextualização
Segundo Campos, “esta parte apresenta com exemplos as diferenças entre investimento, acumulação, consumo e poupança, mostrando inclusive vários casos em que coloquialmente se descreve atividades como se fossem investimentos, quando na verdade se trata de consumo, ou de poupança”. Para mim que não sou familiarizado com os termos financeiros esse capítulo foi muito ilustrativo, Campos citou de forma perfeita a forma como o autor difere de forma clara e precisa alguns conceitos.

Campos continua, “já no segundo capítulo somos apresentados à variada fauna que habita este ecossistema. Não sou investidor, nem financista, mas conheço vários exemplares destes bichos, incluindo o “meu” gerente (na verdade, o gerente *do banco*, que eu tenho consciência que trabalha para mim apenas até o limite em que isso for vantajoso para a instituição), os falsos especialistas, os traders alucinados, os grafistas com sua crença de que a análise do passado ajuda a prever o futuro, e a entidade disforme e virtual chamada de “o mercado”. As descrições que mais me atraíram a atenção foram a do “conservador que não investe” (aquele cara que pensa que o que ele está fazendo é investir, e que o que ele adotou há 40 anos continua funcionando para quem estiver começando agora) e o falso insider, sempre com um palpite “quente”, mas que perde o rebolado quando você pergunta a ele se ele já investiu nesta informação que está trazendo com tanto alarde. Este mesmo capítulo traz ainda uma lista de “falsas oportunidades” comuns”.

O terceiro capitulo utliza de dúvidas dos leitores para passar ao leitor oque não deve ser feito para efetura investimentos inteligentes, Campos listou os seguintes itens, que concordo plenamente:
* Ter uma única fonte de renda.
* Começar a investir cedo demais - às vezes o esforço inicial deve ser para ampliar a renda, e só depois começar a investir.
* Esperar demais (até ter dinheiro sobrando)
* Contar com instituições demais (ou de menos) para gerenciar a riqueza
* Querer já começar grande
* Poupar, pensando que está investindo
* Ter um único investimento
* Sonegar impostos devidos
* Paralisia, ou seu oposto, o giro excessivo

De forma contrária, o capítulo 4 apresenta os itens que um investidor deve seguir. De forma clara e objetiva o livro trata com maestria desses quesitos. Campos fala sobre as qualidades que mais lhe chamaram a atneção: “a necessidade de ter objetivos clara e objetivamente definidos (não é “ganhar dinheiro” ou “ficar rico”), a diversificação, a prática constante do rebalanceamento de investimentos, e a presença de um plano B: “Planos para a dificuldade envolvem: a quem recorrer, o que vender, para quem vender e onde obter uma atividade remunerada, entre outros.””. Pessoalmente também gostei da parte de ter objetivos claros e do plano B.

Parte II: Estratégias
Segundo Campos, “a parte II é mais concreta e direta, voltada a estratégias específicas usando famílias, produtos e alternativas usuais do mercado, e por suas características tão específicas, torna-se um desafio muito grande para a descrição em uma resenha, exceto da forma mais genérica. Temos assim:”
* No capítulo 6: estratégias com renda fixa, incluindo títulos públicos, a própria caderneta de poupança (que voltou a ter usos vantajosos) e similares, os CDBs, debêntures, LCIs e mais.
* No capítulo 7: estratégias com ações, desde por onde começar, o papel das corretoras e como selecioná-las, homebrokers, as estratégias comuns (que você precisa conhecer, mas não necessariamente adotar), detalhes sobre as análises fundamentalistas e grafistas, e um conjunto de dicas a considerar na hora de montar sua carteira.
* No capítulo 8: estratégias com fundos, apresentando a variedade existente, vantagens e desvantagens, critérios para escolha, a questão tributária, e a recomendação de usar bastante os recursos que o banco oferece.
* No capítulo 9: estratégias com previdência privada. As vantagens deste método são específicas para alguns casos, mas nestes elas podem fazer muito sentido. São apresentados os produtos disponíveis e suas vantagens, a questão da tributação, que é especialmente importante neste caso, e os cuidados que você deve ter na hora da negociação.
* No capítulo 10: estratégias com imóveis: nem toda operação com imóveis é um investimento, mas neste capítulo vemos os ingredientes para que elas sejam, os riscos específicos e cuidados associados, a seleção de oportunidades, dicas para a maximização do rendimento.
* No capítulo 11: estratégias com compra e venda. O popular “rolo” recebe atenção como forma de investimento também, com a advertência de que nem sempre ele funciona assim - a informalidade tem seus desafios, e às vezes o “investidor” não resiste à tentação de colocar para seu próprio uso o bem que planejaria negociar.

O livro também fala da questão pessoal, ou seja, de não esquecer a família, seus amigos, aproveitar as coisas simples da vida que fazem toda a diferença no seu estado de espírito.

Bem, gostei do livro, aconselho a leitura. NO meu caso li o livro duas vezes devido ao meu pouquíssimo conhecimento na área de investimentos.

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Resenha Livro: Crime e Castigo

Boa noite..

Quando começei a escrever esse post não conseguia encontrar as palavras para descrever o livro “Crime e Castigo”, do escritor russo Fiódor Dostoiévski. Entrei na internet e descobri um resumo muito bom no Wikipédia. Sendo assim, resolvi trancrever parte e comentar, lembrando, agradeçam ao wikipédia pelo resumo de qualidade :).

O livro narra a história de Rodion Românovitch Raskólnikov, um jovem estudante que comete um assassinato e se vê perseguido por sua incapacidade de continuar sua vida após o delito. O livro/novela se baseia numa visão sobre religião e existencialismo com um foco predominante no tema de atingir salvação por sofrimento, sem deixar de comentar algumas questões do socialismo e niilismo. Concordo em gênero, número e grau, percebi claramente que o livro trata do castigo que Raskólnikiv sofre com o crime que cometeu, sendo que, não é nenhum castigo físico e sim mental.

Trecho retirado do wikipédia: O personagem principal, apesar de professor de línguas, é um homem extremamente pobre e que vive angustiado pela sombra de se tornar alguém melhor ou fazer algo importante. Ele divide o homem em ordinário e extraordinário, numa tentativa de explicar a quebra das regras em prol do avanço humano.

Seguindo este preceito - fazer algo que mude a sociedade ou em prol dela - o personagem planeja, em meio a uma luta consigo, a morte de uma agiota e, finalmente, cumpre-o.

Antes de fugir da cena do crime, porém, Raskólnikov também comete, a contragosto, levado apenas pela situação de surpresa, o assassinato de Lisavieta, irmã da velha agiota, pois ela havia visto o cadáver recém-assassinado no chão.

Este personagem principal rouba algumas jóias, mas não chega a usufruir deste ganho, e sentindo-se arrependido enterra-as sob uma pedra.

Após tal fato e seus desfechos, o romance relata de maneira detalhista os dramas psicológicos sofridos pelo autor do homicídio, toda a sua saga, sofrimento e arrependimento.

Diversas histórias se desenvolvem de maneira paralela à principal, entre elas um romance da irmã do personagem Raskólnikov e as relações do personagem com Sônia.

Apesar de investigar Raskólnikov, a polícia termina por prender um inocente que se intitulou culpado por uma razão pessoal (bem explicado no livro). Entretanto, o personagem por fim confessa o crime que cometera. A confissão deveu-se, principalmente, à enorme influência de Sônia, que, antes disso, compartilha com Raskólnikov algumas leituras do Novo Testamento.

Por fim, Raskólnikov é preso. Porém, devido à sua confissão, arrependimento e ótimo antecedentes, sua pena acaba por ser reduzida a oito anos em uma cadeia na Sibéria. Durante tal período, Sônia, personagem que a partir de certo momento segue Raskólnikov em todas as situações, manteve-se muito presente, servindo até mesmo de mensageira a sua família em São Petesburgo.

Outro ponto que percebi claramente é a idéia de Raskólnikov de que existem homens extraordinários, a quem as leis não podem ser aplicadas, porque a perda de uma vida pode ser compensada com a ajuda de diversas vidas. O personagem principal do enredo citava várias vezes o caso de Napoleão, que derramou muito sangue mas, mesmo assim aplicou seus ideais e ficou conhecido como um homem destemido.

Bem, o resumo do wikipédia traduz muito bem a história do livro, pessoalmente, achei a leitura um pouco pesada em certos pontos, isso se traduz no número de páginas do livro, mais de 500. Mas a história é rica e tem um enredo que me prendeu do início ao fim do livro. Gostei da obra e recomendo a leitura, porém, já vou adiantando, reserve um bom tempo pra ler o livro, não é mole não :).

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Resenha livro: Rota 66: A História da Polícia que Mata

Boa madrugada..

O livro “Rota 66″ de Caco Barcellos conta o resultado de 7 anos de investigação profunda sobre os métodos usados pela polícia militar de São Paulo. Além de ficar impressionado com a persistência do jornalista em descobrir a verdade, achei o livro muito bem escrito, pessoalmente, me envolvi muito com a história, tinha momentos que tinha que parar de ler por estar tão indignado com a impunidade e com o desrespeito aos direitos humanos, em algumas das histórias contadas por Barcellos. Simplesmente, achei o livro impressionante..

Leitura recomendada..

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Resenha livro: Admirável Mundo Novo

Bom dia..

O livro “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, que foi escrito em 1931 realmente me impressionou. E não foi só a mim, apesar de sua idade, ele continua causando grande impacto, nos mais diversos ramos de estudo. Por exemplo, para definir o livro, irei citar um resumo da especialista em Ciências Sociais Maria Clara Corrêa Tenório. Segundo ela:


O Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley em 1931 é uma “fábula” futurista relatando uma sociedade completamente organizada, sob um sistema científico de castas. Não haveria vontade livre, abolida pelo condicionamento; a servidão seria aceitável devido a doses regulares de felicidade química e ortodoxias e ideologias seriam ministradas em cursos durante o sono. Olhando o presente, podemos imaginar um futuro semelhante em termos de avanços tecnológicos. Será ele de excessiva falta de ordem, da ordem em excesso preconizada por Huxley ou já vivenciamos o pesadelo virtual de Matrix, a fábula cinematográfica atual ?


Outro resumo bem interessante, encontrei no blog de Rodrigo Ghedin. Segundo ele: Imagine uma sociedade treinada. Desde pequeninos, como frutos da clonagem, somos condicionados a ter um estilo de vida funcional e que se adeque ao meio. As castas, ou seja, as classes sociais, já são previamente definidas, o que faz com que todos trabalhem felizes e no que gostam, sem pretensões de subir na carreira, ou de organizar greves idiotas. Velhos tabus, aparentemente inabaláveis, são desconhecidos de todos. Pai, mãe, casamento, Deus, tudo lorota… Qual seria sua sensação diante deste cenário?

Realmente, o leitor já deve imaginar o conteúdo altamente insitgativo que o livro possui. Uma pergunta que Rodrigo faz em seu blog é: O que você escolheria: nossa sociedade, cheia de defeitos, injustiças, e tudo mais que há de ruim, ou uma sociedade planejada, voltada para o bem estar social, onde o todo é o que importa, e as particularidades são suprimidas?

Relamente fiquei chocado com o livro, porque não saberia a resposta. Penso que um mundo sem valores como família e amor seria sem graça, como eu poderia viver sem minha mãe e meu pai, sem minha namorada, impossível. Porém, eu penso em um ponto crucial, muitas das guerras aconteceram e acontecem empunhando o nome de Deus, além do mais, é triste ver uma criança de 6 anos de idade dormindo na praça de Sé as 9 horas da manhã. Talvez o preço da verdade não seria tão caro assim se tudo isso fosse abolido da face da terra, a fome, miséria, injustiça etc.

Se fosse responder de forma egoísta, eu gostaria que uma sociedade como a descrita no livro jamais acontecesse, porque, apesar de ter sofrido alguns problemas na vida, não posso reclamar de nada. Agora, quando penso na sociedade como um todo, começo a pensar que uma sociedade altamente controlada seria a solução.

Rodrigo deixa o seguinte parágrafo: Segundo o livro, tal perfeição tem seu preço. Em troca da felicidade, a supressão da verdade, da ciência. Mas, qual o problema? Que importa conhecer E=m.c2? Que importa saber o porquê que óleo e água não se misturam? Que importa a grandeza e complexidade da Filosofia? Que importa tudo isso, se a felicidade é algo distante para uma grande parcela da população? Você trocaria o conhecimento pela felicidade? Disse uma vez um filósofo que feliz é aquele que vive na ignorância (ou algo parecido com isso). E não é? Veja uma criança, sem preocupações, com a mente não desenvolvida, ocupada apenas em brincar. Não é a plenitude da felicidade? A adolescência, instantaneamente associada à rebeldia, acredito que seja uma fase de transição, de adaptação forçada ao mundo cruel que a aguarda. Quando adulta, essa pessoa toma consciência e se contenta com a realidade, tal qual ela é.

Bem, realmente achei o livro ótimo, um dos melhores que já li, e seu conteúdo faz a pessoa pensar seriamente em alguns pontos da sobrevivência humana, que, também são altamente sugestivos e sugeitos a diferentes interpretações. Recomendo a leitura para o leitor, e se não tiver onde expressar sua opinião, pode comentar o que achou do livro nos comentários deste post.

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Resenha livro: O Relatório da CIA: Como será o Mundo em 2020.

Bom dia..

Eu acho que gostei dessa história de ler livros.. :). A obra dessa vez é “O Relatório da CIA: Como será o Mundo em 2020″. Esta obra super interessante apresenta um estudo da C.I.A sobre as implicações do mundo atual e suas consequência, desenhando o mundo político, tecnológico e religioso em 2020. Primeiramente, devo confessar que não li o livro todo, porque não entendo nada de política. Dei ênfase especial nas partes do livro que fala da nossa área, tecnologia.

Uma das frases que me chamou a atenção foi essa: as centenas de bilhões de dólares agora gastos nos preparativos militares de ambos os lados poderiam abolir a pobreza da face da Terra. Isso vem de encontro com o que sempre falo aqui no blog, várias das tecnologias inovadoras, podem ajudar muitas pessoas, porém, podem aniquilar milhares de vida em alguns segundos.

O livro também trata dessa questão. Primeiramente ele fala o seguinte: .. novas aplicações tecnológicas proporcionarão grandes melhorias ao conhecimento humano e ao bem-estar individual. Esses benefícios incluem avanços médicos que podem curar ou mitigar algumas doenças comuns e aumentar a longevidade, tecnologias que aumentam a produção de alimentos e de água potável …as tendências tecnológicas serão marcadas não apenas por acelerar os avanços das tecnologias individuais, mas também por uma força multiplicadora de convergência de tencologias - de informação, biológica, de materiais e Nanotecnologia - que têm potencial para revolucionar todas as dimensões da vida. Materiais com sensores desenvolvidos pela Nanotecnologia produzirão uma míriade de aparelhos que melhorarão a saúde e alterarão as práticas e modelos comerciais…

O livro também cita o intenso uso da biotecnologia nos próximos anos, tecendo o seguindo comentário a respeito disso:
a revolução biotecnológica está em uma fase relativamente inicial, e grandes avanços nas Ciências Biológicas, impulsionados pela tecnologia da informação, continuarão a pontuar no século XXI. Entretanto, mesmo sendo a disseminação da biotecnologia uma promessa da melhoria da qualidade de vida, cresce também o número de pessoam que podem usá-la para destrutir um grande número de vidas humanas.

O livro também fala do bioterrorismo e guerra cibernética.

É.. para quem assiste a série 24 horas, vai ser mais ou menos nesses moldes.

Ou seja, tudo está sendo travado entre um uso benéfico e maléfico da tecnologia, biotecnologia e nanotecnologia. O jeito é esperar e torcer que seu uso salve, e não destrua vidas.

Concluindo, apesar de pular várias partes do livro, ele é muito interessante, por mostrar também que China e Índia estão se tornando duas potências mundiais, inclusive da área tecnológica. Por ficar sabendo dessas partes fétidas do uso da tecnologia e por sua visão aguçada dos elementos políticos, religiosos e tecnológicos. Recomendo a leitura :)

Att.
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Resenha livro: Dom Casmurro

Bom dia…

Acabo de ler um clássico da literatura brasileira, o livro Dom Camurro de Macho de Assis. Sua história possui três personagens principais, Bentinho (Dom Casmurro), Capitu e Escobar. O enredo se baseia na luta pelo amor de Capitu e Bentinho, o qual precisa enfrentar até mesmo a idéia de ser padre, juramento de sua mãe no momento de seu nascimento. Como cresceram juntos, Capitu e Bentinho fazem juras de amor e juram entre si que irão de se casar um dia. Para a felicidade geral, isso acontece. Porém, a parte mais interessante do livro se passa na suposta traição de Capitu com o grande amigo de Bentinho, Escobar. Escobar e Bentinho se conheceram no seminário, e nunca mais deixaram de ser amigos e estarem próximos. Porém, em nenhum momento o livro afirma ou nega se as imaginções de Bentinho sobre esta traição são verdadeiras. O livro acaba e o leitor fica com esta dúvida. Até a relação com o único filho do casal, Ezequiel, fica peturbada por esta questão inacabada, Bentinho enxerga em qualquer gesto e feição do seu filho a imagem de seu amigo Escobar.

Um resumo mais detalhado pode ser encontrado aqui.
O Wikipedia também fala sobre o livro. Nesta referência é tratada do enigma do livro de forma especial: Pela narração não há como afirmar se houve ou não adultério. Os fatos deixam dúvidas, pois a semelhança de Ezequiel com Escobar, o fato de Escobar ser muito amigo de Capitu e sempre rondar a família levam o leitor a pensar que houve a traição. Por outro lado, a amizade de Capitu por Escobar não seria amor carnal, mas um amor fraterno, o seu amor por Bentinho desde a infância e a sua luta por ele, além do fato dele não ter visto a traição, levam o leitor a acreditar em sua fidelidade. O leitor pode supor que Bentinho fosse ciumento e imaginasse os fatos. Não há comprovação de nada, afinal a visão dos fatos é parcial, já que Bentinho que narra a história como a vê. Além disso, soma-se uma lógica ziguezagueante que com que Bentinho narra a história, um raciocínio tortuoso que, por vezes, omite certos fatos propositalmente, e em outros, esquece de contar episódios.Entretanto, não se pode afirmar em quais trechos houve omissão proposital ou não. O Wikipedia traz até algumas indagações sobre acadêmicos que estudaram o livro e mostram pontos paradoxais, alguns afirmam de forma quase dedutiva que Ezequiel seria filho de Escobar, porém, outros pontos, afirmam o contrário.

Uma frase ao final do livro que achei interessante é: “Não tenha ciúmes de tua mulher para que ela nã se meta a enganar-te com a malícia que aprendeu de ti”.

Concluindo, gostei do livro, apesar de ter uma linguagem um pouco cansativa em algumas passagens, o enredo prende o leitor até o final, para saber se afinal, houve traição ou não. E cada leitor deve ficar com uma impressão ao final do livro. Pessoalmente, acho que não houve traição, por um ponto. Escobar faz um pacto informal com Benntinho de seus filhos de casarame um dia, então, como eles poderiam ser irmãos.

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Resenha livro: A Verdade por trás de o Código da Vinci

Boa noite..

Depois de alguns meses, volto a escrever resenha de livro aqui. Confesso que andei lendo alguns livros, mas não conseguia acabar nenhum. Bem, mas finalmente consegui este tento, o nome da obra é “A Verdade por Trás de O Código da Vinci”, do autor Richard Abanes. Pra começo de conversa, o autor tem um nome a respeitar (Richard - Ricardo), apesar de ser inglês. O livro não tem segredo, apenas desmente alguns pontos do livro “O Código da Vinci” de Dan Brown. Gstaria de citar alguns pontos, primeiro, não vejo porque o autor fazar tanto alarde de dados imcompletos ou errado que Dan Brown utilizou, afinal, é uma obra de ficção, não é um estudo da história do cristianismo. Richard chega a usar as palavras de Leonardo da Vinci para falar da obra de Dan Brown: Mentir é tão odioso que, mesmo se a mentira ocorrer ao falar bem das coisas religiosas, tiraria algo da misericórdia de Deus; e a Verdade é tão exclente que, se ela elogia somente coisas pequenas, elas se tornam nobres. Nota-se claramente uma certa “raiva” de Richard para Dan Brown. Porém, contudo, todavia, concordo com Richard em um ponto, mexer em ponto tão complexo, como a religião, que envolve fé, devoção, fanatismo e outros tantos elementos explosivos, é extremamente complicado, ainda mais quando o autor (Dan Brown) utiliza dados inverídicos para contar uma história fantasiosa.

Concluindo, gostei do livro, me mostrou que algumas informações que até achava que era realidade, na verdada são inverídicas. Porém, continuo achando que o livro de Dan Brown foi um dos melhores que li.

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Resenha livro: Quem mexeu no meu queijo.

Bom dia..

O livro “Quem mexeu no meu queijo“, do autor Spencer Johnson, ganhou uma animação no blog do Antonio Passos.

Vale a pena conferir..

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Resenha livro: As Travessuras da Menina Má

Bom dia…

Este livro foi o primeiro que li de Mario Vargas Llosa, e sinceramente, acho que será o último. Bem, a história conta a história de um tradutor chamado Ricardo (meu xará) que tinha como sonho morar em Paris. Este sonho ele realizou, porém, seu outro sonho, o de viver para sempre com uma peruana que conhece na infância, sofre diversos percalsos. A mulher atravessa a vida de Ricardo diversas vezes, todas como um furacão, nos mais diferentes momentos e lugares da vida do tradutor. Oque eu não consegui aceitar no livro é o caráter da personagem do livro, mesmo ela fazendo coisas absurdas com pessoas do convívio de Ricardo, ele sempre se resignava e aceitava a peruana com braços abertos. Claro, li em alguns lugares que falaram maravilhas do livro exatamente por isso, mas enfatizando o amor platônico e irreversível de Ricardo pela peruana. Deixo aqui os dois lados da moeda. Também não gostei muito do livro porque ele acabou exatamente do jeito que eu tinha imaginado logo nas primeiras páginas do livro. Resumindo, tem muitos resumos na internet falando maravilhas do livro, mas eu não gostei.

Resumos da obra:
Resumo 1
Resumo 2

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