Boa tarde..
O livro “A Lista de Schindler” de Thomas Keneally nada a história de Oskar Schindler. O empresário alemão utilizou o pretexto de sua fábrica para abrigar e livrar mais de 1.000 judeus da morte na 2º Guerra Mundial. O nome do livro deriva da lista de prisioneiros que eram retirados dos campos de concentração ou extermínio e enviados as fábricas de Schindler. Pessoalmente, achei o livro fantástico, apesar de ser um pouco extenso. A leitura do livro torna-se emocionante a medida que o leitor se envolve com a história, algumas vezes, é comovente imaginar oque os prisioneiros judeus sofreram nessa época. Além disso, como é um relato histórico misturado com romance, não deixa de ser uma forma de obtenção de conhecimento sobre este período negro da Europa.
No submarino encontrei uma descrição interessante do livro: Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto o regime nazista enviava milhares de prisioneiros aos fornos de Auschwitz, o industrial alemão Oskar Schindler abrigava centenas de judeus em sua fábrica, de onde ele finalmente os transferia em segurança para a Tchecoslováquia. Um lugar na lista de Schindler significava a única chance de sobrevivência para um prisioneiro judeu. Oskar Schindler, o herói do Holocausto, é retratado de modo inédito e comovente pelo romancista Thomas Keneally, que passou dois anos entrevistando sobreviventes beneficiados por Schindler em sete países - Austrália, Israel, Alemanha Ocidental, Áustria, EUA, Argentina e Brasil. Escrito com paixão, mas também com absoluta fidelidade aos fatos, o autor realizou uma espantosa recriação de um episódio histórico, narrado com toda a ênfase de uma ficção.
Segundo este resumo do filme “A Lista de Schindlet” (baseada no livro de mesmo nome): Vencedor de 7 Oscars e baseado no livro de Thomas Keneally o filme mostra a vida real e a trajetória do industrial tcheco Oskar Schindler.
Ao comprar em 1939 uma fábrica de esmaltados quase falida na Polônia dominada pela Alemanha de Hitler, Schindler usou suas boas relações com altos funcionários nazistas, para recrutar trabalhadores entre prisioneiros judeus do gueto da Cracóvia, passando a fornecer produtos para o exército alemão. Quando os nazistas iniciam a “solução final” (execução em massa dos judeus), Schindler intercede junto ao comandante Amon Goeth, subornando outros oficiais e garantindo tratamento diferenciado para seus operários, salvando-os dos campos de extermínio.
Um resumo mais extenso pode ser encontrado aqui.
Este livro me trouxe um problema, não sei qual o meu herói agora: Che Guevara ou Schindler.
Att.
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