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Resenha Livro: Tecnologia e Gestão Pública Municipal

Boa noite..

Acabei de ler um excelente livro, chamado “Tecnologia e Gestão Pública Municipal: Mensuração da Interação com a Sociedade”, de autoria de Ricardo César Gonçalves Sant’ana. Aobra foi publicada pela editora Cultura Acadêmica .

No texto, o autor foca no uso da tecnologia da informação na gestão pública, mais especificamente, na forma de expansão do alcance da informação sobre o uso do dinheiro público. Isso gera diversos pontos positivos retratados na obra. Separei alguns parágrafos que achei interessantes:

Ao mesmo tempo em que estabelece este processo de descentralização, a Constituição de 88 fortalece a criação de ambientes participativos com destaque especial à participação do usuário na Administração Pública principalmente no que tange ao controle da qualidade dos serviços públicos prestados bem como à garantia de acesso dos usuários aos registros administrativos e a informações sobre atos de governo (Brasil, 1988, Art. 37., § 3º).

Meu Comentário: Ou seja, a constituição tenta fortalecer a participação pública na administração pública. Infelizmente isso não acontece na maioria dos casos, até mesmo por culpa da própria população.

A adoção de TICs torna viável o processo de criação destes ambientes participativos, colocando frente a frente a administração municipal e os usuários intensificando a demanda por informações e criando uma motivação extra por transparência no fazer dos agentes públicos e ainda uma busca por mecanismos de interação e de relação
com os serviços públicos mais eficiente e também transparente, já que a prestação de serviços públicos demanda forte interação nas questões de acesso ao serviço, recepção e respostas a estas demandas.


… acesso fácil às informações governamentais é pré-condição para criar confiança no governo, assim como no processo político (Ecclestone, 1999).

Meu comentário: Diria não só para criar confiança no governo, mas quebrar o desinteresse da população pela política.

Lança-se, assim, um olhar da Ciência da Informação sobre a questão da transparência da administração pública municipal, em função da aplicação das TICs no processo de interação entre o poder público municipal e a sociedade pela visibilidade do nível de uso destas tecnologias para este fim, permitindo que a sociedade acompanhe, cobre, compare e colabore com este importante aspecto do uso e acesso à informação.

A sociedade e as formas de governo modernas tornaram-se tão grandes e complexas que a cidadania – isto é, a participação responsável – não é mais possível. Tudo o que podemos fazer como cidadãos é votar uma vez a cada tantos anos e pagar impostos o tempo todo. (Drucker, 1999)

Meu comentário: Achei este parágrafo simplesmente sensacional. A tecnologia da informação poderá ajudar a transformação o desinteresse pela política em uma nova forma de governo, onde a população atua diretamente na gestão do município.

Os cidadãos precisam conhecer seus deveres e direitos, participando intensamente, via acompanhamento, voto, crítica, sugestão e trabalho das atividades e processos da administração pública (Andrade, 1982).

Garantir que a cidadania seja plenamente exercida implica o comprometimento responsável do cidadão. Com a emergência de uma sociedade avançada tecnologicamente, essa condição de comprometimento e pertencimento social deixa de ser uma utopia e se transforma em pré-requisito da modernidade, considerando que o conhecimento será o maior capital do desenvolvimento humano. (Guerreiro, 2006)


Fazendo parte, de forma mais direta do processo de gestão, os cidadãos e as organizações não governamentais podem ter mais claramente delineada a possibilidade de definição de responsabilidades e responsabilização de atos ilícitos ou irregularidades no uso de recursos públicos, participando, assim, do controle e acompanhamento dos atos dos agentes públicos, bem como, da fiscalização realizada por outras esferas do poder público.

Constatou-se, durante este estudo, que não é por falta de legislação pertinente (ainda que carente de melhorias) ou de organismos de controle dentro da esfera pública que se consegue uma redução da corrupção ou da má gestão da coisa pública. Se faz necessária uma valorização do acompanhamento do procedimento político e das ações dos agentes públicos. Não há, portanto, como abrir mão da participação da sociedade nas decisões tomadas pelas gestões públicas em todas as esferas.

A esfera pública municipal pode se configurar como ponto de partida importante para o desenvolvimento de uma cultura de participação e de transparência na gestão pública, em que todos passam a se beneficiar da visibilidade e da possibilidade de acesso ao maior volume possível de dados sobre a coisa pública, trazendo a percepção ao cidadão que a sua participação realmente pode fazer diferença e que todos podem colaborar ampliando, assim, o sentimento de comunidade e de uso deste espaço público.

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Cada vez fico mais impressionado com o poder, que nós, profissionais da tecnologia da informação, temos em mãos!!!!!!!

Recomendo fortemente a leitura do livro.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: Dragão Vermelho

Boa tarde..

Nesta tarde de sabado vou escrever um pouco sobre o livro “Dragão Vermelho”, de Thomas Harris. O autor é autor do sucesso “Silência dos Inocentes”, além de “Hannibal” e “Hannibal – A Origem do Mal”.



O livro fala sobre a captura da “Fada dos Dentes”. Uma pessoa com sério problemas mentais, que imagina ser o Dragão Vermelho, um monstro que faz parte de um quadro chamado “O Grande Dragão Vermelho e a Mulher Vestida de Sol” do pintor inglês William Blake. O assasino, Francis Dolarhyde, ataca suas vítimas na lua cheia e as morde com uma dentadura usada por sua avó. O policial que consegue a façanha de encontrar o inteligente psicopara é, nada mais nada menos, que Will Graham. O mesmo que prendeu Dr. Hannibal Lecter tepos atrás.

Apesar do livro utilizar o doutor Lecter na capa, imagino que para chamar atenção para o livro, os principais papéis são de Graham e Dolarhyde. Até mesmo outros personagens tem uma participação mais ativa que Lecter, porém, mesmo que com pouca participação, ele é sempre onipresente.

A narrativa do livro é excelente, fiquei preso a história e não descansei até chegar ao final do livro. Mesmo tendo visto o filme de mesmo nome. A leitura me lembrou os livros de Dan Brown. O autor também construiu um Graham perfeito, quem ler o livro sente a angústia que ele vive e sofre com a falta de pistas do assasinato. O final do livro também é impressionante. Porém, achei que no ápice da história, faltou um pouco de elaboração. Além disso, o final não está de acordo com o filme. Minha opinião: o final do filme foi melhor.



Uma resenha mais extensa pode ser encontrada no “Livros e Opiniões“.

E uma dica. Leiam o livro.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: O Restaurante no Fim do Universo

Boa noite..

No segundo livro de uma série de 5, o autor Douglas Adams transporta os personagens através de uma viagem no tempo, passando pelo famoso restaurante no fim do universo. Pessoalmente, confesso que esperava muito mais do livro, apesar do seu final espetacular. Achei que a parte central da história foi um pouco enrolada demais. Mas, mesmo assim, recomendo a leitura.



Tradução do site skoob: O que você pretende fazer quando chegar ao Restaurante do Fim do Universo? Devorar o suculento bife de um boi que se oferece como jantar ou apenas se embriagar com a poderosa Dinamite Pangaláctica, assistindo de camarote ao momento em que tudo se acaba numa explosão fatal? A continuação das incríveis aventuras de Arthur Dent e seus quatro amigos através da galáxia começa a bordo da nave Coração de Ouro, rumo ao restaurante mais próximo. Mal sabem eles que farão uma viagem no tempo, cujo desfecho será simplesmente incrível. O segundo livro da série de Douglas Adams, que começou com o surpreendente “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, mostra os cinco amigos vivendo as mais inesperadas confusões numa história cheia de sátira, ironia e bom humor. Com seu estilo inteligente e sagaz, Douglas Adams prende o leitor a cada página numa maravilhosa aventura de ficção científica combinada ao mais fino humor britânico, que conquistou fãs no mundo inteiro. Uma verdadeira viagem, em qualquer um dos mais improváveis sentidos.

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No site Trecos & Trapos é possível encontrar uma resenha muito boa sobre o livro, recomendo.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: Segredo de Estado - O Desaparecimento de Rubens Paiva

Boa noite..

Acabo de ler a excelente obra de Jason Tércio: “Segredo de Estado - O Desaparecimento de Rubens Paiva”. O autor narra um dos deseparecimento políticos mais controversos da história brasileira. Sendo, ao mesmo tempo, um relato histórico de um dos períodos mais negros da nossa história, bem como, uma amostra da dor de uma família (uma das muitas) que teve seu curso interrompido pela imbecilidade dos ditadores.



O livro traz o seguinte resumo na contra capa:


Rio de Janeiro, verão de 1971. A casa do ex-deputado e pai de cinco filhos Rubens Paiva é invadida por agentes do serviço secreto do governo militar. Ele é levado para prestar depoimento e não volta mais.

Amigos e familiares se lançam numa mobilização febril para tentar localizá-lo e desvendar o que está por trás do súbito acontecimento. Por que ele foi preso? Para onde foi levado? Quando voltará?

Com uma estrutura narrativa não linear, Jason Tércio associa técnicas de romance, biografia e reportagem à crônica histórica, para conduzir o leitor pelo labirinto de incertezas e intrigas que envolveram esse caso, ao mesmo tempo em que revela os principais momentos da vida de Rubens Paiva como político, empresário e pai de família. Uma trajetória marcada pelo espírito inconformista e por um determinado anseio de liberdade e justiça.

Escrito em linguagem literária, mas apoiado numa minuciosa pesquisa, Segredo de Estado ressalta os aspectos humanos do caso, entrelaçados ao contexto político e social, tendo como pano de fundo os bastidores do golpe militar e episódios inéditos da conjuntura subsequente. Um livro que esclarece vários pontos sobre este que é o mais controvertido dos desaparecimentos políticos ocorridos durante o regime militar.


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Apenas uma dica. Antes de ler o livro, visite o memorial da resistência, que fica pertinho da estação de metrô da Luz. Neste espaço, está acontecendo uma exposição justamente sobre Rubens Paiva.

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Este livro me impressionou. É fantástico. Porém, é triste ao mesmo tempo. É duro você acompanhar o relato de um crime tão bárbaro, do assasinato de um pai de cinco filhos. Fiquei realmente triste ao terminar de ler o livro e saber que o caso não teve solução até hoje. Ninguém foi culpado (nada de novidade no Brasil) e nem acharam ao menos o corpo. Outro grande lance da obra é o relato histórico. Tércio não segue uma narrativa linear, mostrando todos os nuânces do período de ditadura no Brasil.

Leiam o livro, recomendo.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: A Cabeça de Steve Jobs

Bom dia..

Ontem de madrugada acabei de ler o excelente “A Cabeça de Steve Jobs”, de Leander Kahney.



Primeiramente vou usra um resumo da Submarino: É difícil acreditar que um homem revolucionou os computadores nos anos 1970 e 1980, o cinema de animação e a música digital nos anos 1990. Por outro lado, são lendárias as histórias de seus repentinos acessos de raiva, revelando o verdadeiro Steve Jobs. Segundo Leander Kahney, é um fascinante feixe de contradições. O autor destila os princípios que guiam Jobs ao lançar produtos arrasadores, ao atrair compradores fanaticamente fiéis e ao administrar algumas das marcas mais poderosas do mundo. O resultado é este livro singular sobre Steve Jobs que é, ao mesmo tempo, uma biografia e um guia de liderança, impossível de largar.

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Esta obra prima realmente me mostrou o quanto de gênio existe no Steve Jobs. Realmente é difícil acreditar a quantidade de revoluções que ele causou. Mas mais do que isso, o livro passa algumas lições que você pode levar para a vida toda, não somente nos negócio e em tecnologia, como mantra mesmo, como direcionamento para tudo oque iremos fazer daqui para a frente.

Para mim, alguns pontos que me marcaram muito nesta obra prima:

- Procure contar com pessoas melhores que vocês.
- Sempre procure atingir o nível máximo de qualidade, a excelência mesmo. No pior dos casos você chegará no bom ou ótimo.
- Pense na morte como uma força motriz para seu estado de espírito.
- Pense na melhor experiência para o produto como um todo. Não apenas uma parte.
- Oque chama atenção é o extraordinário.



Para terminar, veja este trecho da palestra que Jobs ministrou para uma turma de formandos em Stanford (2005). Resume tudo:

Lembrar-se de que você vai morrer é a melhor forma que conheço de evitar a armadilha de pensar que tem algo a perder. Você já está nú. Não há motivos para não seguir as escolhas do seu coração.



Se você já leu este livro, comente. Caso contrário, LEIAAAAA! NOW.

Att.
Ricardo

Leiam “Redes Sociais e Inovação Digital”

Boa noite..

Pessoal, quero deixar a indicação de leitura do ótimo livro “Redes Sociais e Inovação Digital“. A parte incrível do livro (além de seu conteúdo), é o fato de ser um e-book colaborativo. O livro foi escrito por 36 autores, com a curadoria de Gil Giardelli. Gostaria de destacar as autoras Vanessa Teodoro e Heloisa Biagi, minhas colegas na pós-graduação.

Vocês devem ler esse livro o quanto antes. Mas, mesmo assim, deixo aqui apenas alguns parágrafos que me chamaram muito a atenção:

Por Felipe Mendes: Números mostram que 87% dos internautas brasileiros navegam por redes sociais, onde passam 6hs:20mins por mês. Apenas como comparativo vale dizer que no Brasil as pessoas “gastam” 6hs por mês em lazer, em média ou seja, ¼ de seu tempo online. Dessas pessoas, 67% dizem interagir com marcas e empresas nas redes sociais.

E por que fazem isso? Porque compartilhar experiências é tão antigo quanto a vida em sociedade. Foi graças às rodas em volta de fogueiras que aprendemos que “mamutes são maus, corra deles” e sobrevivemos até os dias de hoje. Também é exatamente por isso que hoje, 80% das pessoas confiam mais em recomendações de amigos do que em publicidade. Redes sociais são como gotas de sangue que caem num rio cheio de piranhas.

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Por Viviane Amaro: Será que o Brasileiro ainda não entendeu o poder que tem nas mãos? Infelizmente não, basta prestar atenção no trending topics mundial do twitter para entender porque o brasileiro ainda não acordou. Durante 3 dias seguidos acompanhei as noticias relevantes pelo mundo e Brasil, tweetei sobre o assunto, não tive nenhum RT. Para desespero geral os temas colocados pelo brasileiro nos top 10 do twitter entre 08/02/11 e 11/02/11 foram:

- Gloria Pires - “gosto vê-la sofrer na novela”, “ela está acabada”
- Eguinha Pocotó - by Googleokê
- Parabéns Marizete Santana - aniversário da mãe de um pirralho sertanejo

Nós somos quase 200 milhões de vozes das quais 40% exercem papel ativo nas redes sociais produzindo que tipo de conteúdo? Exemplos como os citados acima são muito comuns e retratam o que a grande maioria dos brasileiros produzem nas redes, besteira sem nenhum engajamento político, social e ambiental. É óbvio que não podemos generalizar e que existe muita produção de conteúdo com relevância feito por nós, mas está na hora da grande massa acordar e entender que agora é a hora de agir! Vamos deixar esta cultura ridícula e supérfula de lado e vamos nos engajar em causas que realmente valem a pena para contribuição de um país e mundo mais descente e justo.

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Por Roberto Cibulski: As mídias sociais de hoje são uma lente de aumento. Se por um lado dão força e alcance a quem luta para imprimir sua marca em busca de um mundo melhor, por outro escancaram a futilidade e o narcisismo da imensa maioria de usuários que vê nas redes uma maneira de chamar a atenção para o seu nada. É o Princípio de Pareto aplicado de forma crua e triste.

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Por Heloisa Biagi: Enquanto alguns empreendedores enxergarem o meio digital do ponto de vista tecnológico, a inovação será sempre um esforço desperdiçado. Apenas as empresas que entendem o valor do usuário conseguem sucesso no mercado. A inovação na web está diretamente ligada à elevação da qualidade de vida e às novas possibilidades para o usuário. Empresas que entrarem no ramo com a mentalidade consumista do mundo off-line, onde o usuário é meramente passivo enquanto é bombardeado por produtos e serviços, permanecerão estagnadas na terra onde os consumidores têm direito e poder.

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A história da Vanessa também é sensacional, mas é tão entrelaçada que não posso colocar apenas um trecho aqui, mas fica a dica.

LEIAMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM O LIVRO.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: Símbolo Perdido

Bom dia..

A resenha de hoje é sobre o livro “Símbolo Perdido”, do autor Dan Brown.



Chamado por seu amigo Peter Solomon para dar uma palestra em Washington, Robert Langdon viaja até a capital americana, mas ao entrar no palco para iniciar a palestra descobre que tudo aquilo foi uma forma de atrair-lo até ali para iniciar uma busca por um antigo portal místico que tornaria possível a Apoteose. Robert se vê então forçado a colaborar com Mal`akh, vilão que esquematiza todos os passos de Langdon para que este decifre e revele o segredo da Pirâmide Maçônica, para que assim Mal`akh tenha acesso ao poder prerrogado pela lenda dos Antigos Mistérios. No desenrolar da trama Robert recebe ajuda de Katherine Solomon, irmã de Peter que está sendo mantido refém pelo vilão da historia. Katherine é uma pesquisadora de um novo ramo da ciência, a Noética. Juntos vão decifrando os segredos escondidos na Pirâmide e se aproximando cada vez mais do grande Símbolo Perdido, palavra que quando entendida daria ao homem um poder sobre-humano. Sinopse disponível no Wikipedia.

Minha opinião: sensacional. Para quem já conhece Brown, a história segue a mesma toada de outros livros do mesmo autor. O enredo prende o leitor, além disso, lendo o livro você conhece um pouco da história de Washigton D.C. Claro, que como nos outras obras de Dan Brown, existe uma mistura de informações verdadeiras e um pouco de ficção.

Para facilitar sua vida, achei uma sequência de vídeos chamados “Desvendando o Símbolo Perdido”. Essas matérias falam justamente do que é verdade ou ficção na obra de Dan Brown. Muito bom.



Se alguém leu este livro, comente!!!

Att.
Ricardo

Resenha Livro: Necrópole

Boa tarde..

Hoje vou postar mais uma resenha de um livro que acabei de ler.

A obra é “Necrópole: Histórias de Bruxarias”, um conjunto de contos contados por seis autores diferentes: Alexandre Heredia, Camila Fernandes, Eric Novello, Gianpaulo Celli, Nazarethe Fonseca e Richard Diegues.



Encontrei duas resenhas bem interessanrtes:

Fonte: Estronho. Em todas as épocas, e desde sempre, magia, feitiços e rituais que invocam o sobrenatural, o não visível, permeiam a condição humana, ora de maneira aberta, ora oculta, mas sempre no borbulhante, profundo e sombrio caldeirão do mistério ancestral. Serão devaneios? Crendices? Ou será possível que o fantástico aconteça diante dos nossos olhos? Em cada uma das seis histórias que integram este volume, o impossível rompe as fronteiras da percepção comum e traz o terror fantástico para o palpável mundo do cotidiano. A bruxaria coloca a sanidade em xeque. De olhos abertos ou de olhos fechados, não há mais como sentir-se seguro nessa Necrópole. Necrópole – histórias de bruxaria é o terceiro volume de uma coleção dedicada à nova nata do suspense e do terror.

Fonte: Relativa. Necrópole - histórias de bruxaria é o terceiro volume de uma coleção dedicada à nova nata do suspense e do terror. A cada livro, um tema diferente, sempre com escritores brasileiros, que apresentam histórias distintas, mas o mesmo cenário a Necrópole, metrópole que noite e dia digere nossas almas, gerando em seu ventre cadáveres célebres e assassinos anônimos. Em cada uma das seis histórias que integram este volume, o impossível rompe as fronteiras da percepção comum e traz o terror fantástico para o palpável mundo do cotidiano. A bruxaria coloca a sanidade em xeque. De olhos abertos ou de olhos fechados, não há mais como sentir-se seguro nessa Necrópole. ”

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Minha opinião: gostei muito de dois contos, achei outro bom e os outros não gostei. Porém, não sou muito ligado em histórias sobre espiritimos e similares, quem sabe o volume dois desse mesmo livro me interessase mais. O volume 2 é sobre fantasmas. Mas, os contos são bem construídos e criativos, vale a pena ler. Vou procurar os outros livros da série e depois posto minha opinião aqui :).

Att.
Ricardo

Resenha Livro: A Menina que Roubava Livros

Boa noite…

A resenha de hoje é sobre o livro A Menina que Roubava Livros. Antes de começar, queria dizer só uma coisa: perfeito.



Eu tinha começado a fazer uma resenha, mas encontrei duas muito boas, decidi usá-las:

1) Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em ‘A menina que roubava livros’. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, ‘O manual do coveiro’. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Fonte: Livraria Cultura.

2) A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público

Fonte: Intrinseca.

Bem, acho que as resenhas resumem bem o livro. Minha opinião pessoal é: um dos melhores livros que eu já li, com certeza, emocionante, cativante e me prendeu do início ao fim daleitura. Recomendo muito a sua leitura.

Att.
Ricardo

Resenha Livro: 1961 Que as Armas Não Falem..

Bom dia…

A resenha de hoje é sobre a obra “1961: Que as Armas Não Falem”, dos autores Paulo Markun e Duda Hamilton:

Gostei tanto do livro que até a contra-capa é show de bola. Então, vou transcrever parte dela aqui:


Em Agosto de 1961, com sete meses quase cumpridos de seu governo, Jânio Quadros renuvnciou em meio a uma crise que não parecia insolúvel como a que, havia exatos sete anos, encerrara tragicamente o governo Getúlio Vargas. Jânio foi embora de repente, queixando-se das “forças terríveis” que tolhiam o governo.

João Goulart, o vice-presidente, estava em missão oficial do outro lado do mundo, na China, e começou a voltar, com escala cautelosa e luxuosa em Paris. Se continuasse e chegasse, oque aconteceria? Seria empossado brasileiro? Seria preso?

O governador gaúcho Leonel Brizola, cunhado de Goulart, exortou os brasileiros a resistir ao golpe que se desenhava - e o fez com metralhadora a tiracolo.

A história desses dias nervosos, de uma crise institucional que era herança de outra (a de Getúlio) e que poucos anos passados resultaria em longa ditadura militar, é contada aqui em seus lances dramáticos e na atuação de seus personagens principais pelos jornalistas Paulo Markun e Duda Hamilton. Num trabalho criterioso de reconstituição dos fatos, atento a transmitir o “calor da hora” com o rigor da reportagem e a emoção do romance, os autores lançam luzes sobre esse grave momento nacional, quarenta anos depois.


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Como já disse no início, achei o livro fantástico. São 400 páginas que contam o resultado de uma extensa pesquisa sobre um dos principais momentos da história do Brasil. Quem tiver a oportunidade, leia.

Att.
Ricardo