Resenha Livro: Manual de sobrevivência no mundo digital

Bom dia..

Depois de algum tempo volto a publicar uma resenha de livro. Desta vez é sobre o livro “Manual de sobrevivência no mundo digital”, do Leoni.



O livro é bem curto, porém, bem direcionado a música e ao mundo digital. Mas mesmo assim encontrei alguns trechos interessantes:

Nem todo mundo se deu conta ainda de que o mundo mudou para sempre. A revolução tecnológica transformou irreversivelmente
nossa relação com a informação, o entretenimento e a cultura. Tudo que é digitalizável circula na rede de forma descentralizada e
incontrolável. Todo mundo fala para todo mundo ao mesmo tempo, a atenção é cada vez mais escassa, a capacidade de atingir o grande público está diminuindo.

Aquele que antigamente era conhecido como consumidor passou a ter um papel inteiramente diferente e muito mais ativo. Hoje em dia, todo consumidor de informação é também um produtor de mais informação, pois a ferramenta que permite a ele acessar a rede para se abastecer de conteúdo, como computadores e celulares, também permite que produza e compartilhe material.

Primeiro, temos que ouvir o público. Segundo, não importa o quanto você invista no seu marketing, quem vai determinar se as pessoas vão comprar seu produto - e até divulgá-lo gratuitamente para os amigos – é a sua qualidade. O seu produto é a sua divulgação. Terceiro, sua história – a história que o seu produto, sua música, ou sua banda conta - tem que ser original, interessante e útil para o público, não para você.

Os dois últimos parágrafos dizem bem claro do que o livro trata (embora direcionado a música). O mundo mudou e o consumidor tem o poder nas mãos agora. O consumidor pode testar o seu objeto de desejo antes de comprar quando tratamos de internet. Ou seja, acessamos um site, se não gostarmos saimos dele sem dar satisfação a ninguém. Devemos pensar nisso :).

Att.
Ricardo

Resenha Livro: TV Digital no Brasil, Tecnologia versus Política

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre o livro “TV Digital no Brasil: Tecnologia versus Política”, de Renato Cruz. Aliás, livro não, obra prima.



Vou escrever o texto que está atrás do livro e resume bem do que ele trata:

Televisão no celular. Televisão pela linha telefônica. Pela Internet. Pela tomada de energia elétrica. Pela rede sem fio WiMax. No iPod. No computador. No carro, no trem, no barco e no metrô. Por todas as redes, em qualquer lugar e em todos os dispositivos. Não é o sonho de milhões de espectadores? Talvez. Para muitas emissoras, no entando, a chamada convergência parece mais uma ameaça. Em um cenário com operadoras e empresas de internet distribuindo vídeo, as empresas de TV temem perder o contato com o público, pois já não tem oque vender para quem anunciar. Ficam, pois, sem sua principal fonte de receita.

Essa perspectiva, que tanto atormenta também as radiodifusoras, é o ponto de partida para entender a escolha do padrão japonês de TV Digital para operar no mercado brasileiro, em vez do europeu ou do norte-americano (que traziam mais vantagens econômicas ao país). Este livro descreve os capítulos dessa novela em “alta definição”, com detalhes dos bastidores de uma decisão que afetará o cotidiano da população que tem acesso à televisão.

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O livro me trouxe um conjunto rico de informações que não conhecia. É difícil falar de trechos em especial, porque a história toda está dentro de um contexto único. Mas não sabia que a escolha do padrão japonês foi mais político que técnico. Não sabia que a TV Digital no Brasil já podia ter começado em 2000, mas, principalmente pelo endividamento das grandes emissoras brasileiras o processo não aconteceu. Em 2002, os grupos nacionais de comunicação acumulavam uma dívida de 10 bilhões. Somente a Globo tinha débitos que ultrapassavam os 6 milhões de reais.

Cruz fala do embate entre as empresas de tele, como a telefônica, e as empresas de comunicação, como a Globo. As duas querem dominar a TV Digital brasileira porque ambas estão preocupadas com as mudanças que a internet vem causando. A TV está sendo substituída pelo YouTube por exemplo, e as ligações já podem ser feitas pelos Skype por exemplo.

O texto também fala de um ponto que eu nunca tinha pensado, o rádio digital. Sempre falamos da TV Digital, mas a digitalização do rádio pode trazer cenários interessantes: Dependendo do modelo do receptor de rádio, o aparelh tem a capacidade até de mostrar a capa do disco de que foi tirada a faixa, ou uma foto do artista. Mais.. Pelo rádio, um carro com sistema eletrônico de navegação pode receber informações sobre itinerários e obstáculos à frente, como aciendetes, congestionamentos e obras. As emissoras ganham espaço em seu canal para transmitir conteúdo de internet e outros tipos de informações para computadores e demais dispositivos eletrônicos.

Vocês sabiam que um dos maiores déficits na economia brasileira é na importação de semicondutores. Segundo Cruz, o governo banca a construção de uma unidade fabril em Porto Alegre, a primeira fábrica com o ciclo completo de produção de chips no país.

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Um dos pontos muito comentados no livro é a inclusão digital através da televisão, meta do governo brasileiro e que significaria um pioneirismo no mundo todo. Isso porque nos outros países o problema de inclusão foi resolvido de outras formas.

Alguns dados apresentados no livro impressionam: O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ouviu 1.163 pequenas e microempresas no estado de São Paulo, entre setembro de 2002 e fevereiro de 2003, e descobriu que 46% delas não tinham internet e 16% dependiam de acesso fora da empresa.

Além disso, o livro me deixou impressionado, não sabia que a inclusão digital pode ter um afeto tão grande na exclusão social e no aumento da diferença social no mundo. Segundo Cruz, o professor Michel Dertouzos, em seu livro O que será, alertou que “deixado por sua própria conta, o Mercado de Informação aumentará a brecha entre países ricos e países pobres, e entre pessoas ricas e pobres”. Pois, enquanto aqueles com acesso aos recursos tecnológicos desfrutam de ganhos de produtividade, os países e as pessoas sem acesso não tem nem por onde começar. Isso acaba gerando um desequilibrio perverso, que tende ampliar a desigualdade.

Mais dados impressionantes: Uma pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro em 2003 mostrou que somente 25% dos brasileiros com idade de 15 a 64 anos têm habilidades plenas de escrita e leitura. Oito por cento são analfabetos e 30% analfabetos funcionais.

Como a TV atinge 93% da população brasileira, pode mudar radicalmente este quadro.

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Resumindo: um dos melhores livros que eu já li.. recomendo em alto grau :).

Att.
Ricardo

Resenha Livro: Como Escrever para a Web

Bom dia..

Este livro serve para todos que utilizam a web para informar ou entreter pessoas.

Guillermo Franco mostra de forma detalhada oque é preciso ser feito para que seu conteúdo digital chame a atenção do usuário. Gerando com isso, publicidade para seu site, blog, twitter, etc, e, na maioria dos dos casos, gerando também receitas.



Meu resumo do livro tem duas páginas.. então, só vou citar alguns parágrafos que eu mais gostei:

Autores especializados no tema não duvidam em afirmar que o conteúdo na Internet está ‘falido’. Em inglês, inclusive, cunhou-se o termo ‘shovelware’ para descrever o conteúdo (que inunda a rede) pego de qualquer fonte e posto na Web sem levar em conta sua aparência ou usabilidade (‘shovelware’ deriva da palavra ‘pá’ em inglês, designando o movimento do material de um lugar a outro, sem valor agregado).

“Para que a Web alcance esse status completo, os desenvolvedores de conteúdo e os usuários devem tirar vantagem de seus atributos, ambiente e funcionalidades. A Web deve passar por um processo de maturação – o mesmo pelo qual todos os novos meios passaram. O exemplo clássico desse processo são as notícias de televisão. No começo, eram simplesmente textos de rádio lidos diante da câmera. Hoje, porém, todas as capacidades do meio são usadas, com câmaras de múltiplos ângulos, vídeos gravados ao vivo, fotos e gráficos sendo empregados para contar as notícias do dia”, diziam Paul e Fiebich em seu trabalho.

O livro mostra tudo sobre comportamento do usuário ao ler conteúdo digital. Por exemplo, parágrafs menores são melhores. Os usuários preferem a linguagem objetiva, os textos concisos e o design escaneável.

Porém, aquilo que eu mais gostei de conhecer, foram dois conceitos:

Padrão F: Pesquisadores fizeram um scaneamento do olhar de um usuários de sites web. A Figura abaixo mostra os resultados. Ou seja, o olho do leitor tem prioridade ao que está escrito na parte esquerda e superior. Isso leva a outras conclusões como:
* A parte mais importantes dos parágrafos e título está a esquerda.
* O responsável pelo texto digital tem poucas palavras para cativar o leitor e não perder seu foco.



Claro que no livro o assunto é tratado de forma completa e muito informativa.

Pirâmide Invertida: Segundo Mencher, a pirâmide invertida permaneceu porque satisfaz as necessidades dos usuários dos meios de comunicação. “Os leitores desejam saber o que aconteceu, assim que a matéria começa a se desenvolver. Se for interessante, prestarão atenção. De outra forma, irão a outro lugar. As pessoas vivem ocupadas demais para parar sem nenhuma recompensa”, diz. Embora

“A redação em pirâmide invertida é útil para os jornais porque os leitores podem parar a qualquer momento tendo lido as partes mais importantes do artigo”, dizia Jakob Nielsen no trabalho ‘Pirâmides invertidas no ciberespaço’, ‘Inverted Pyramids in Cyberspace’ (http://www.useit.com/alertbox/9606.html), de 1996. “Na Web, a pirâmide invertida chega a ser até mais importante, já que sabemos por vários estudos que os usuários não rolam a tela, e portanto muito frequentemente eles leem só a parte superior do artigo. Os usuários muito interessados rolarão a tela, e essas poucas almas motivadas encontrarão a base da pirâmide e obterão a matéria completa em todos seus detalhes”, acrescentava.

Os dois parágrafos anteriores foram tirados do livro.

Achei fenomenal esse conceito, porque é como os pesquisadores afirmaram, o leitor não tem tempo nem paciência, assim, é lógico que a estrutura do texto deve ser invertida. Genial.

A parte final do livro também traz várias dicas para escrever melhor.

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Bem, finalizando, recomendo muitoooo a leitura. Ótimo livro.

Att.
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Resenha Livro: Estrela Solitária. Um Brasileiros Chamado Garrincha

Bom dia..

Simplesmente o melhor livro que eu já li.

Esta obra de Ruy Castro, que fez mais de 500 entrevistas com 170 pessoas, simplesmente emociona por conhecermos a vida de um dos personagens mais queridos da história do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, um ser humano cheio de problema que foi derrotado pelo álcool.



Hoje vou mudar um pouco, em vez de contar o livro, vou deixar o início de uma série de vídeos que conta um pouco da história de Mané. Inclusive com alguns comentários do autor do livro, Ruy Castro.



Mas um pequeno resumo sempre é bom. Segundo a Companhia das Letras:
Garrincha fez o mundo rir. Agora ele fará você chorar. Estrela solitária - Um brasileiro chamado Garrincha conta a dramática história de um ídolo amado por uma mulher e por um povo inteiro, mas que acabou destruído por um inimigo implacável.
Esta é mais que uma espantosa biografia. É um livro cheio de revelações até para os que julgavam conhecer Garrincha. Para os brasileiros de hoje, que só conhecem o seu mito, Estrela solitária será lido como um romance de paixão e desventura, tendo como cenário o Rio e o Brasil dos anos 50 e 60. Só que os personagens e os fatos são reais. Para descrever essa trajetória, Ruy Castro, autor de Chega de saudade e O anjo pornográfico, fez mais de 500 entrevistas com 170 pessoas. Garrincha renasce em Estrela solitária como um herói - um herói tragicamente humano.
Prêmio Jabuti 1996 de Melhor Ensaio e Biografia

Deixem-me frisar mais uma vez. Livro fantástico, fascinante e emocionante.

Att.
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Resenha Livro: Eram os Deuses Atronautas?

Boa noite..

A resenha de hoje é do livro “Eram os Deuses Atronautas?”, do autor suiço Erich von Däniken. Antes de qualquer coisa tenho que dizer, o livro é ótimo, está entre os 3 melhores que já li na vida.

Bem, antes de falar uma resenha, vou usar alguns resumos que já pipocam na internet:

Segundo o wikipedia, o autor especula a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas que para cá teriam se deslocado. Von Däniken apresentou como provas as confusas coincidências entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outras maravilhas do planeta. Ele também cria uma certa teoria de cruzamentos entre os extraterrestres e espécies primatas, gerando a espécie humana.
Dizia o autor também que esses extraterrestres eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro. Por seu incrível poder de persuasão, unido à época lançada - um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

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Tenho que fizer que o autor também me convenceu de que os deuses na verdade eram astronautas. Encontrei um outro resumo na internet que resume algumas das provas citadas pelo autor:

Isto pode ter acontecido em nosso planeta terra, pois ainda hoje existem muitos fatos inexplicáveis. O almirante Piris Reis, oficial da marinha deixou mapas antigos com desenhos completos e muita precisão. Há um campo de pouso na antiga cidade de Nacza e nas montanhas no Peru ao sul de Lima, foram encontrados enormes desenhos. Em Tiahuanaco foi encontrado um calendário pré-histórico com estações do ano. No Velho Templo foi encontrado o Grande ídolo com sete metros e vinte toneladas. Condutores de água feitos em pedra, cabeças de pedra, estranhos capacetes, uma escultura com 3 metros de altura e cinco metros de largura denominada como “Porta do Sol” e terraços murados.

Em Ezeon-Geber foi encontrada uma fundição que é a maior do Oriente Médio, com forno ultramoderno e cinco mil anos de idade. Na colina de Kuyundjick, antiga Ninive, encontraram numeração com quinze casas, 12 placas de argila com gravação de epopéia heróica – Poema de Gilgamés. O terraço de Balbec é uma plataforma construída com blocos de pedra, situada ao norte de Damasco, e supõe que seja uma planície de aterrisagem. A pirâmide de Quéops possui uma circunferência que dividida pelo dobro da altura tem como resultado o famoso número de Ludof, o “Pi” que é igual 3,1416. Ninguém consegue entender como 2.600.000 blocos foram serrados das pedreiras, transportados e ajustados com exatidão entre si.

A construção mais antiga erguida pelos maias é o “Observatório de Chilchén”, com três terraços superposto, uma escada em caracol e orifícios para ver as estrelas. Em relação ao “Poço Sagrado” de Chilcén Itzá, Diego de Landa afirma que eram jogados meninas e garotos para abrandar a ira do deus da chuva, nos tempos de seca. Foram encontrados no ano de 1900, destroços de um navio com máquina como se fosse uma espécie de computador, carregando estátuas de mármore e bronze, que se encontra guardada no Museu de Arqueologia em Atenas. No Museu Britânico de Londres há uma placa com registros dos eclipses lunares do passado e do futuro. Existem várias lendas: A lenda de “Orjina” que seria uma mulher com quatro dedos, que veio das estrelas em uma espaçonave dourada, “deu à luz a setenta filhos e regressou às estrelas”.

A lenda maia “Popol Vuch” relata que os deuses conheciam o Universo, os quatro pontos cardeais e a face redonda da terra.
Kunti ficou grávida do deus Sol, colocou a criança em uma cestinha e soltou no rio. Adhirata pescou a cestinha e criou a criança. O cavalo “Arremessador de Cascos” leva a serva Gna da deusa Frigg para diversos mundos, elevando-se no ar e locomovendo do céu. O deus criador “Viracocha” criou o mundo, o homem e animais de barros para que eles voassem para vários continentes com o fim de habitá-los. O deus Quetzalcoalt veio de uma terra do sol, ensinou o povo a produzir espigas milho do tamanho do homem, algodão colorido, depois embarcou em um navio e foi para a estrela d”alva. Muitas bibliotecas antigas foram queimadas como a biblioteca de Jerusalém, a biblioteca de Pérgamo com duzentas mil obras, em Éfeso textos foram destruídos por Paulo; Hitler mandou incinerar livros em praças públicas.

Na biblioteca de Alexandria quinhentos mil volumes pertencentes ao sábio Ptolomeu Sóter foram destruídos. Em um edifício de Edfu está registrado que a construção é de origem supra terrena, com planta desenhada por um ser endeusado Im-Hotep.
Na caverna de Qumsram, Mar Morto foram encontrados ttos que falam de carros celestes, de rodas, de fumaça e de filhos do céu. Há muitas passagens da bíblia como a da mulher de Ló que olhou para o sol atômico, a do profeta Ezequiel que viu descer do céu um metal brilhante, o relato de Moisés dizendo que deus manda construir a Arca da Aliança, a luta de Davi com o gigante de seis dedos, e a visão de Eva de um carro de luz puxado por águias cintilantes.



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Realmente, se vocês olharem as fotos destes monumentos, construídos a milhares de anos atrás, você pensa:
- É simplesmente impossível.
E aí a teoria dos astronautas se encaixa como uma luva.

Eu tinha separado em um arquivo .doc trechos interessantes do livro. Porém, deu mais de 10 páginas. Assim.. criei uma apresentação no slideshare. O link está aqui.

Esse livro é uma obra que gerou muita discussão na época de sua publicação e acho que ainda gera acalorados debates. Embora ache a idéia um pouco fantasiosa, os fatos mostrados pelo livro são impressionantes mesmo.

Resumindo tudo, esta obra é fantástica, faz o leitor pensar em coisas fantásticas e possibilidades não imaginadas antes. Além de falar de inúmeros monumentos e achados histórias ao redor do mundo. Recomendo em alto grau :).

Att.
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Resenha Livro: Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado

Boa noite..

Hoje vou fazer a resenha de um dos livros que mais me impressionaram desde que me conheço por gente. A obra é “Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado”, da autora Ana Beatriz Barbosa Silva.

Esta obra fala sobre algumas pessoas que estão ao nosso redor, desprovidas de qualquer sentimento, a não ser, a busca pela sua própria satisfação e prazer, não importante o que tenha que fazer para conseguir isso, até mesmo machucar ou matar alguém. Segundo este link, Mentes Perigosas discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de “pessoas do bem”.

A autora ainda discorre um pouco mais sobre estes “seres”: Segundo a autora, os psicopatas são 4% da população: 3% são homens e 1% mulher. Ou seja, a cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Vivem incógnitos, em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das outras pessoas. Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. No entanto, são desprovidos de consciência e, portanto, destituídos do senso de responsabilidade ética, que é a base essencial das relações emocionais.



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Porém, teve dois fatos que me chamaram mais a atenção.. o primeiro, é o absurdo que são as leis brasileiras, a piada em que vivemos e a tudo que estamos expostos, mesmo pagando impostos pelos primeiros 4 meses de cada ano. Vocês sabiam que no Brasil, uma pessoa pode ficar presa no máximo por 30 anos, independentes de quantas pessoas matou, ou da cruealdade dos homicídios? Outra, se uma pessoa que tem 17 anos, fará 18 anos no dia seguinte, mas antes disso mata 30 pessoas em um dia, no dia seguinte (ao completar 18 anos) sua ficha será limpa? Esses são os absurdos criados pelas pessoas que deveriam zelar pela nossa segurança.. mas, como o livro diz, a um grande número de psicopatas de colarinho branco.

E outra coisa.. o livro mostra de forma clara que estamos contribuindo para o surgindo de um número cada vez mais elevado de psicopatas, vejam alguns parágrafos que separei:

A ideologia sobre a qual se alicerça a cultura dos nossos tempos é baseada em três princípios básicos: 1) o individualismo; 2) o relativismo; 3) o instrumentalismo.

1) O individualismo prega a busca do melhor tipo de vida a se usufruir. Entende-se como o melhor tipo de vida aquele que abrange o autodesenvolvimento, a autorealização e a auto-satisfação. De acordo com essa concepção, o indivíduo tem a “obrigação moral” de buscar sua felicidade em detrimento de qualquer outra obrigação com os demais.
2) Segundo o relativismo todas as escolhas são igualmente importantes, pois não há um padrão de valor objetivo que nos permita estabelecer uma hierarquia de condutas. Assim, qualquer ação que leva o indivíduo a atingir a auto-satisfação é válida e não pode ser questionada.
3) O instrumentalismo afirma que o valor de qualquer coisa fora de nós é apenas um valor instrumental, ou seja, o valor das pessoas e das coisas se resume no que elas podem fazer por nós.

Precisamos reestruturar, de forma urgente, os processos pelos quais nossas crianças e nossos jovens aprendem os valores e os comportamentos sociais. Para que isso ocorra, todas as instituições, tanto públicas quanto privadas, terão que dar a sua parcela de contribuição. Somente uma educação pautada em sólidos valores altruístas poderá fazer surgir uma nova ética social que seja capaz de conciliar direitos individuais com responsabilidades interpessoais e coletivas. A aprendizagem altruísta é o único caminho possível para combatermos a cultura psicopática pautada na insensibilidade interpessoal e na ausência da solidariedade coletiva.

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Acho que já passou da hora de mudarmos o modo como pensamos.. dar mais valor as coisas que realmente importam e, rezar a Deus, ou ao ser divino que você acredita, independente de religião, para que as pessoas que regem os países tenham um pouco mais de sensates e, criem leis decentes que protejam as pessoas de bem, além de parar com toda a roubalheira e a pouca vergonha que cerca a política brasileira e mundial.

Recomendo muuuiiitttooo a obra..

Att.
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Resenha Livro: O Menino do Pijama Listrado

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre o livro “O Menino do Pijama Listrado”, de John Boyne. A obra conta a história de um garoto chamado Bruno, que tem apenas 8 anos. Bruno é filho de um importante general do governo alemão que orquestrou o holocausto. O menino tem que se mudar de sua casa em Berlim, para uma casa afastada de tudo, em um local onde o menino não tem com quem brincar nem conversar. Porém, devido a atração por conquistadores que o jovem tem, ele acaba descobrindo oque seus pais tentam lhe esconder, o campo de concentração onde os judeus eram forçados ao trabalho e depois levados para as câmeras de gás. A amizade que Bruno constrói com Shmuel, um garoto também com 8 anos, e que é obrigado a usar sempre o mesmo pijama listrado, é cativante, emocionante e, o ponto alto do livro. O livro nos faz pensar nos horrores do holocausto, na injustiça e na mentalidade bestial que algumas pessoas podem ter. Porém, pelo menos para mim, o ponto culminante do livro é o fato de nos fazeer pensar na seguinte questão: Aonde vai parar a pureza que toda criança tem até uma certa idade?



Encontrei algumas outras resenhas legais:

Fonte Livraria da Folha: O best-seller “O Menino do Pijama Listrado” (Companhia das Letras) é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. O livro conta a história de Bruno, menino alemão de nove anos que não sabe nada sobre o Holocausto nem sobre a “solução final” contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar sua casa em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde não tem nenhum amigo para brincar. Bruno então conhece Shmuel, um garoto judeu que mora “do outro lado da cerca”. Aos poucos, conforme a amizade se intensifica, os garotos vão descobrindo o motivo que os separa em mundos tão diferentes.

Fonte Livraria Cultura: Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Aliás.. o livro virão também filme.. no youtube podemos encontrar diversos vídeos sobre o filme, trailer etc. O link abaixo leva a uma série de 8 vídeos do youtube que mostram o filme quase na íntegra (ou na integra, porque ainda não tive tempo de ver todos vídeos)…



Apesar da obra nos deixar um pouco triste as vezes, achei o livro muito bom.. recomendo muito a leitura..

Att.
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Resenha Livro: Sociedades Secretas

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre uma versão ampliada do best-seller “Sociedades Secretas”, do autor brasileiro Sergio Pereira Couto. O livro é realmente muito bom, acho que li ele em dois dias de tanta curiosidade pelo fim da história, além disso, como o nome indica, fiquei conhecendo um pocuo mais sobre as sociedades secretas que existem atualmente, várias delas atuando inclusive no Brasil.

Bem, deixo o resumo que encontrei aqui:

Uma investigação minuciosa mostra os rituais, cerimônias e regras de cada uma destas Sociedades Secretas. Conduzido pela misteriosa Oráculo, este trabalho coloca o leitor dentro de Sociedades Secretas como o Priorado de Sião, ordem que Leonardo Da Vinci teria participado. Revela também o que Jack, o Estripador, Rui Barbosa, Beethoven, Mozart e a Maçonaria têm em comum. Discute o suposto casamento de Jesus com Maria Madalena, e revela a Sociedade Illluminati, abordada em detalhes no livro Anjos e Demônios, escrito, como o anterior, por Dan Brown. Suspense e revelações surpreendentes são os ingredientes desta obra que mistura ficção e realidade, revelando os mistérios das Sociedades. A cada capítulo os personagens se envolvem em situações mais perigosas, e o final surpreendente revela que eles podem ter ido longe demais…



Indico a leitura.. :)

Att.
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Resenha Livro: Marley & Eu

Boa noite..

A resenha de hoje é sobre o livro “Marley & Eu” de John Grogan. Confesso que estava pensando no que iria escrever sobre esta arte, porém, encontrei um resumo excelente, então, vou transcrevê-lo aqui.



John e Jenny tinham acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa, sem nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse ‘dom’ no DNA, justamente porque matara uma planta, presente do marido, por excesso de cuidado - afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; depois têm uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado à mãe, porém suas ‘preces’ não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44 kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram - Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, o coração de Marley era puro. Marley repartia o contentamento do casal em sua primeira gravidez e sua decepção quando sobreveio o aborto. Ele estava lá quando os bebês finalmente chegaram e quando os gritos de uma adolescente de dezessete anos cortaram a noite ao ser esfaqueada. Marley ‘fechou’ uma praia pública e conseguiu arranjar um papel num filme de longa-metragem, sempre conquistando corações ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Assim, eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras.

Encontrei esta resenha no site da Livraria Cultura.

Bem, também encontrei a resenha do filme que leva o mesmo nome, baseada na obra de Grogan..



Aliás.. só queria acrescentar uma coisa sobre o livro. Leiam, vão adorar. O cão Marley dá uma lição muito boa, ou seja, a lealdade não tem preço, e o amor vale mais do que qualquer coisa. Ainda, não damos valores para as pequenas coisas da vida.

Se alguém já leu o livro pode postar seus comentários aqui..

Att.
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Resenha Livro: Contrate Preguiçosos

Boa madrugada…

A resenha desta vez é do livro “Contrate Preguiçosos”, do autor Eduardo Cupaiolo. Confesso que esta obra não me empolgou muito, por isso vou usar o resumo do site MundoCristão:

A concorrência está acirrada, as metas do mês parecem inalcançáveis e, para completar, os boatos mais fortes na rádio corredor dão conta de que tem reengenharia (tradução: corte de pessoal) a caminho. Ninguém dá um passo no escritório sem vasculhar embaixo da mesa para ver se há alguém à espreita, pronto para puxar o tapete. Nas reuniões da diretoria, a atmosfera é tão carregada que seria possível até cortá-la com uma faca — o que só não acontece porque a copeira foi demitida na semana anterior e ninguém sabe onde ela guardou os talheres.

Descontados os exageros, é este o ambiente de trabalho em que muita gente vive. Ou melhor, sobrevive. Os relacionamentos são diretamente afetados, e o processo logo descamba para a competitividade exacerbada, voraz. O mais grave é saber que tanta tensão e estresse extrapolam as salas dos executivos e invadem, por tabela, também seus lares e suas comunidades.

Antes de agendar seu próximo enfarte ou trocar de antidepressivo, fique sabendo que é possível ser um gestor ou executivo de sucesso sem ter de participar dessa roda-viva. Em Contrate preguiçosos, Eduardo Cupaiolo entrega o que o subtítulo promete: orientações e conselhos simples, objetivos — alguns deles nada ortodoxos, a começar pelo do título — para humanizar e potencializar as relações no espaço corporativo.

Numa compilação de textos leves, descontraídos, bem-humorados — mas nem por isso superficiais, pelo contrário —, o autor alia a vasta experiência como consultor de grandes corporações brasileiras e multinacionais com a habilidade de palestrante para sugerir uma atitude mais positiva e um novo modelo de gestão organizacional, em que gente vale mais que qualquer patrimônio.

Bem, a impressão que tive do livro é que toda compilação de textos que compõe a obra poderia ser resumida em 9 palavras: os empregados devem ser mais respeitados como seres humanos.

Porém, talvez o livro não era muito direcionado a mim, por isso não me empolguei..

Att.
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