Depois de um tempo sem ouvir falar no QR-Code, olha oque encontro:
Com uso de QR Code, Banco do Brasil agiliza pagamento de boletos no celular: O Banco do Brasil anunciou um novo recurso de seu aplicativo para dispositivos móveis. Trata-se da leitura de boleto a partir de QR Code – uma variante dos tradicionais códigos de barras. A vantagem é que o usuário não terá de digitar uma porção de números para fazer o pagamento; bastará usar a câmera do aparelho para ler o quadradinho exibido.
Um supermercado em fotos: basta apontar o celular e escolher o que quiser: Nada de ir a lojas, muito menos sites de compra virtual. O novo jeito de fazer compras na Coreia é totalmente diferente. Ao passar pelos corredores dos metrôs, a população tem à disposição uma falsa vitrine de supermercado, com todos os produtos. O cliente fotografa o código QR com a câmera de seu smartphone, coloca os dados do cartão e finaliza a compra. O pedido será entregue na casa do comprador, com toda a comodidade, praticamente ao mesmo tempo em que ele estiver chegando também.
O código bidimensional está impresso nos cartazes da “Linha da Cultura”, afixados nas estações. A leitura do QR code irá apontar para o site móvel do metrô (www.metro.sp.gov.br/mobile/index.htm).
Um prédio comercial no Japão ostenta em sua fachada um QR Code, uma espécie de código de barras que pode conter um texto, uma URL ou informações sobre um produto.
A imagem projetada nos painéis exteriores do N Building (ou Edifício N, um prédio da zona comercial da cidade de Tachikawa ) desde o final de dezembro permite que portadores de telefones celulares com câmera tirem fotos do código de barras 2D. Com o auxílio de um leitor do código, o dispositivo abre o navegador embarcado que carrega o site do edifício.
Além disso, segundo o site Making The Mogul, com um aplicativo adicional instalado em dispositivo móveis (por enquanto apenas disponível para o iPhone), o usuário pode apontar sua câmera para o edifício e ser surpreendido com uma camada de realidade aumentada, que apresenta, de forma interativa, informações sobre as lojas do prédio e suas promoções, bem como uma interface de seviços como reservas e download de cupons promocionais.
Outra novidade é a exibição de tweets postados de dentro do N Building, diretamente na tela do celular.
Estava pesquisando um pouco sobre as imagens QR-Code e descobri uma coisa bem legal, imagens QR-Code não são as únicas a utilizare esta idéia de dados bidimensionais para codificação de informações. Por exemplo, no link “Códigos de Barras (QRCode, SemaCode, ShotCode, QuickMark)“, fiquei conhecendo outras técnicas. Vale a pena dar uma lida..
Mais uma utilização interessante para o nosso querido QR-Code. No post “href=”http://www.portabilidade.net/2009/01/28/qrcode-em-ponto-de-onibus/”>” do blog PortabilidadeBR, encontramos a descrição do sistema mostrado na figura abaixo:
Realmente 2009 parece ser o ano do QR-Code, inclusive no E-Commerce. O blog PortabilidadeBR publicou o texto “QRCode em e-commerce“. Segundo o site, Algumas lojas virtuais já estão utilizando o QRCode para transportar uma informaćão da web para o celular. É o caso da Store Special. Na página do produto, há um QRCode e após acessá-lo, você é direcionado ao link com a foto do produto e as informaćão de compra. E a página fica armazenada no seu celular caso você queira a opinião de alguém ou simplesmente mostrar o produto.
Símbolo quase banal da sociedade de consumo, o código de barras ganhou uma nova e “descolada” dimensão. Na forma de um quadrado com inúmeros quadradinhos de diferentes tamanhos dentro, o QR Code (código de resposta rápida, da sigla em inglês) permite a um usuário de celular com câmara acessar conteúdo na internet com apenas um clique.
No país mais obcecado por celular do mundo, o Japão, o QR Code virou mania. Impresso em outdoors, camisetas, cartões de visita, classificados ou embalagens, o código é capaz de armazenar 7 mil caracteres de informação, incluindo músicas, imagens, endereços de internet e de e-mails. Basta que o código seja fotografado para que seu conteúdo seja “lido” pelo browser do celular. As possibilidades são infinitas, tanto em termos de comércio eletrônico como para a publicidade.
Cerca de 40% dos japoneses já acessaram conteúdo por meio do código de barras. O uso no Japão é tão generalizado que até os túmulos estão ganhando códigos bidimensional, permitindo acessar informação sobre o morto. O código a ser fotografado por estar impresso em qualquer lugar - em outdoors, tecido ou na tela do computador. É possível, por exemplo, comprar um ingresso mirando o celular para um outdoor com a propagando de um show. Fora do Japão, contudo, o uso ainda é experimental. A emissora britânica BBC iniciou recentemente a venda de DVDs pelo celular utilizando o QR Code. A foto do código faz baixar no celular um trailer do filme e permite também realizar a compra. Em Paris, os códigos foram espalhados em pontos de ônibus e permitem acessar informações sobre horários e trajetos. Em um museu de Viena, algumas placas para identificação de obras também ganharam códigos, permitindo aos interessados obter mais informações no celular.
“O uso do QR Code é um caminho sem volta”, diz a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife. “Temos uma equipe grande para desmistificar esse mercado.”
Interessante os exemplos de uso do QR-Code.. lembrando que no Mobilidade é Tudo tem bastante coisa sobre QR-Code e, leiam a matéria completa do Estadão..
Pequeno trecho da matéria: A Pepsi do Reino Unido, está inserindo QR Codes em mais de 400 milhões de embalagens e nas prateleiras onde ficam seus produtos, para direcionar seus clientes a um site mobile especialmente criado para a campanha. Os consumidores fotografam os códigos com seus celulares, e o aparelho os direciona para o site no qual podem assistir a um vídeo clip do Rusty, ver fotos da Pepsi com os melhores acontecimentos da internet, fazer download de games para celular e baixar outros conteúdos gratuitos todos os dias.