Payment API na JP-8

Boa madrugada..

Há alguns dias atrás, palestrei no evento WebDays, com o tema “Aplicativos Mobile Payment através da Java ME”. Até aquele momento não tinha encontrado aparelhos celulares que implementassem esta API. A Payment API, segundo Ricardo da Silva Ogliari: define um pacote opcional para a plataforma Java ME, permitindo iniciar transações de pagamento de forma segura entre o cliente (aplicativo móvel) e operadoras externas. Porém, andei lendo um pouco sobre a plataforma JP-8 da Sony Ericsson, e descobri que ela implementa a Payment API. Sendo assim, peço desculpas as respostas incorretas que repassei até este exato momento. O fato é que, já existem dispositivos com a JSR 229 implementada.. huhuhuh

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Mais gente entrando na onda do Mobile Payment..

Boa tarde..

Definitivamente o caldo tá engrossando.. mais uma vez no blog Portabilidade, encontrei o post “Mais Mobile Payment, agora com Visa e Banco do Brasil“.

Segue trecho do texto:
Nota de ontem do TI Inside sobre mais um novo projeto de Mobile Payment: A administradora de cartões Visa e o Banco do Brasil anunciaram nesta terça-feira, 2, o lançamento do projeto piloto do serviço Visa Mobile Pay, que vai permitir compras com cartão de débito e crédito pelo celular. Nessa primeira etapa, o sistema móvel estará disponível para os 24 milhões de portadores do cartão Ourocard Visa, do BB, para o pagamento de crédito até o valor de R$ 100.

O blog também lembra dos projetos que já estão em operação no Brasil:
* Oi Paggo
* M-Cash do HSBC
* Visa Mobile Pay

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Mais um exemplo de Mobile Payment.. no Brasil..

Boa noite..

Olhem a notícia que encontrei: “Havaianas, Mizuno, Xerox e mais sete grandes marcas agora aceitam pagamentos via celular“. Trecho da notícia:

Os novos estabelecimentos credenciados já estão em operação.

As lojas eletrônicas da Havaianas, MTV, FIFA, Xerox, Mizuno, BenqSiemens, TNT, Metrocomm e Targus já aceitam pagamentos via celular, através da primeira plataforma universal de pagamentos móveis, o M-CASH. O sistema já vem sendo usado pelas lojas americanas.com, livrariacultura.com.br, comprafacil.com.br, mmartan.com.br e sacks.com.br.

O M-Cash é a plataforma mais abrangente de meios de pagamento por telefone celular em operação no Brasil. Iniciou suas operações em agosto passado, na função de débito, com atuação inicial no comércio eletrônico. No mês de outubro passado, foi lançado pelo HSBC Bank Brasil para sua base de quatro milhões de correntistas.


Muito bom isso..

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Mobile Payment no México

Boa tarde..

Texto que encontrei no Portal Terra: “Mexicanos usarão celular para realizar pagamentos“. Trecho da notícia: As operadoras de telefonia Telefónica e Iusacell estão se unindo a grandes bancos como o Citigroup e BBVA para lançar o serviço, direcionado para o mercado voltado aos jovens, com previsão de estréia nos próximos meses.

O donos de celulares poderão acessar suas contas bancárias em seus telefones de forma a realizar pagamentos em lojas, restaurantes e táxis enviando mensagens de texto, afirmou o encarregado do serviço, Roberto Rodriguez, em conferência de imprensa.


Mobile Payment desembarcando também no México…

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mChek

Boa noite..

Mobile Payment realmente é uma tecnologia que está amadurecendo, é legal você dar uma procurada na internet sobre o assunto e encontrar diversas referências, uma delas se chama “The Ultimate Mobile Payment Solution :- mChek“, do blog Iamatechie.com. O texto fala sobre o mChek, que, segundo o site, Yes mchek has made it possible, the mobile payment system which enable online payment system into mobile, the mobile as an e-purse (electronic purse). The solution is currently live in India. mChek already identified their potential markets. The company is based in Bangalore. Company had already tied with banks like ICICI bank, city bank, corporation bank, HDFC etc. The application works with GSM currently the application is live with AIRTEL customers only but I guess soon this solution will be live with other providers too. They are selling their USP via AIRTEL which add more attention to providers. They had tied up with VISA and MasterCard for payment system. They are targeting both merchants and end users. mcheck is just an enabler they provide solution that make payment system mobile enabled. Currently they are backing payment via mobile for AIRTEL, transfer money via Airtel, ticket booking in Yatra etc.

O mesmo site também explica o funcionamento da solução. Apesar de funcionar lá longe, na Índia, é legal saber destas aplicações do M-Payment que estão dando certo.

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PDF sobre M-Payment

Boa tarde..

O trabalho Analysis of J2ME™ for developing Mobile Payment Systems que descobri no ZDNet, de Anders Cervera, é um trabalho antigo, lá de 2002, porém, tem algumas informações bem relevantes. O texto é todo em inglês. É necessário criar uma conta no site primeiro.

Fica aí a dica de leitura.

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Questionário sobre Mobile Payment

Bom dia..

Através do blog PortabilidadeBR descobri o post “Pagamentos com celular?“, e, com ele, a referência para um questionário sobre Mobile Payment muito bom, “Resolva todas as suas dúvidas sobre Mobile Payment“. Vale a pena conferir.

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Exemplo de Mobile Payment em fast food

Boa madrugada..

Depois de ter publicado a algumas horas um post resumindo o evento Mobile Payment & Mobile Banking leio uma interessante notícia no Portal Terra, “Web e celular facilitam pedidos em rede de fast food“. Trecho da matéria: Na Argentina, a rede McDonalds passou a oferecer recentemente um serviço parecido com o que já possuía no Brasil, o “McEntrega”. A diferença é que, em vez de pedir pelo telefone para um funcionário do restaurante, usa-se um site - acessado pelo telefone celular - que automatiza o processo. A tecnologia emprega um aplicativo em Java para dispositivos móveis, e é possível solicitar entregas para virtualmente qualquer lugar.

Ainda: A idéia não é exatamente nova. Desde 2007 há um sistema de pedidos um tanto diferente implementado por algumas unidades coreanas da rede Mc Donald’s. Os lanches podem ser comprados diretamente da mesa utilizando o celular, não sendo necessário nem dirigir-se ao caixa para efetuar o pagamento, que é realizado através do sistema de cobrança também implementado nos aparelhos móveis.

O sistema coreano funciona com sensores RFID dispostos nos móveis do local. Ao chegar ao restaurante, um adaptador é conectado ao aparelho celular para que a comunicação possa ser estabelecida e o pedido realizado. Assim que a refeição estiver pronta é enviado um SMS para que ela seja retirada, como conta o EngagetMobile.


Essa história do RFID nas mesas achei bem loco.

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Rascunhos do evento Mobile Banking & Mobile Payment

Bom dia..

Nos dias 23 e 24 de Julho participei do evento “Mobile Banking & Mobile Payment: Benchmarking das Melhores Práticas” que aconteceu no Meliá Jardim Europa. Primeiramente queria agradecer a Corpbus!Ness pelo convite. Segundo, antes de falar sobre as palestras, gostaria de dizer que todo o evento poderia ser resumido em uma premissa (segundom este humilde blogueiro): tantos os bancos, como as operadoras como as operadoras de cartão de crédito enxergam o Mobile Payment como uma onda iminente, porém, oque falta para ele decolar no Brasil é um modelo de negócio apropriado que faça com que todos os participantes fiquem felizes. Dito isso vamos as considerações sobre o evento:

PRIMEIRO DIA:

A primeira palestra que assisti foi o case “Real Celular Banking - Explorando o cenário de convergência nos serviços financeiros móveis através de uma estratégia de sucesso no Mobile Banking”, com Claudio Prado. O palestrante focou diversas vezes na idéia de que o telefone é mais um dos canais de interação com os clientes. Segundo ele, somente a partir de 2005 começou uma maior afinidade e propensão dos clientes do banco para uso de canais mobile. No Real Celular Banking, foram usados as tecnologias Java (MIDP 1.1) e GPRS, também, o banco fez um acordo com todas as operadoras, para, segundo Prado, não causar um sentimento de exclusão para clientes de operadoras que iriam ficar de fora da abrangência.
Alguns dados interessantes: no uso da ferramenta mobile, os principais serviços acessados são saldos e extratos, porém, 12% dos usuários já efetua pagamentos (Mobile Payment) através do sistema mobile. Outro ponto interessante, no meu ponto de vista, foi a ação tomada pelo banco, sendo que o alvo primordial foram os clientes com telefones high-end, somente agora a visão começa se extender para telefones low-end, com soluções de Mobile Banking através de SMS. O projeto foi testado em um case na PUC-SP, onde as lojas dentro da universidade aceitavam pagamento através de SMS. Um tópico falado na palestra, em que o Mobile Payment seria aplicado com êxito, seria o Mobile Parking. E, depois de pensar, concordo plenamente, pois não seria mais necessário as pessoas saírem correndo para renovarem seus tickets de estacionamento, poderiam fazer isso a distância, através do telefone celular. Concluindo, desta palestra, o ponto que mais marcou foi a idéia do banco em usar o telefone celular como mais um canal de interação com o usuário, como pagamento de títulos e negociação de taxas de CDBs por exemplo.

A segunda palestra foi o case “Foneshop - Como os adquirentes podem alavancar a adoção de mobile payments”, proferida por Ronaldo Varela, Diretor-Executivo de Marketing e Produtos. Bem, além da propaganda do produto, a palestra apresentou alguns pontos do Foneshop que eu não conhecia. A solução desenvolvida transforma o celular tanto no agente pagador (transformando o telefone em um cartão de crédito) como no agente receptor do pagamento (transformando o telefone celular um um P.O.S). Outro ponto interessante levantado pelo palestrante foi de que, fazerum aplicatico para Mobile Payment é fácil e rápido, o grande empecilho é verificar e tratar todas as partes delicadas que envovem o processo de pagamento, como segurança e modelo de negócio. Nessas duas palestras teve uma imensa discussão da utilização do telefone celular como meio de pagamento, que não creio ser útil falar aqui, porque, a um bom tempo discuto isso, como por exemplo, a conveniência, a praticidade, a instantaniedade e tudo mais no que se refere ao uso da telefonia celular.

A última palestra pela parte da manhã foi “A Convergência dos Serviços Financeiros para o Celular”, ministrada por Antranik Haroutiounian, Superintendente Executivo do Bradesco. Essa palestra não teve nada de muio interessante, porque abordou praticamente os mesmos assuntos anteriores, apenas achei interessante saber que o Bradesco já teve soluções de Home Banking para televisão, isso na década de 90 quando não se ouvia falar em TV Digital e, para vídeo games. Além disso, Antranik falou do projeto piloto que está sendo executado na rede Starbucks, onde, os clientes podem efetuar os pagamentos utilizando uma tecnologia sem contato da Visa chamada payWave.

A primeira palestra depois do almoço foi o case “Wappa para pagamento de Táxi: Como aplicar o conceito de pagamento pelo celular ao segmento de benefícios.” A Wappa é uma administradora de benefícios utiliza o celular como instrumento de pagamento. Bem, essa palestra foi claramente direcionada ao mercado, sendo assim, fiquei um pouco perdido. Porém, peguei alguns dados “técnicos” da palestra. o Wappa fez um estudo com as princcipais tecnologias para aplicativos mobile e, decidiu optar por uma solução 100% SMS. A empresa já conta com 37 empresas de táxi conveniadas e 7.500 táxis credenciados.

Antes de falar das próximas palestras, o leitor já deve ter percebido que eu venho falando cada vez menos das palestras. Isso acontece porque o evento era só sobre um tema e com o decorrer do tempo, as palestras iam falando de temas já abordados anteriormente, ficando meio repetitivas as vezes.

A palestra seguinte foi sobre a tecnologia NFC, na verdade foi uma mesa redonda chamada “NFC: A próxima fronteira do Mobile Payment”. O principal ponto aqui foi a intensa insistência na idéia de que o Mobile Payment vai ser estruturado sobre duas tecnologias, NFC e SMS. Não vou falar sobre NFC aqui, porque já discuti sobre a tecnologia aqui no blog e também não é o objetivo deste post, porém, passo três links: aqui, aqui e aqui.
A palestra mais interessante dentro da mesa redonda foi a do Bruno Benevento, Engenheiro de Aplicação de Produtos da NXP. Pra começo de conversa, não sabia que foram NXP (que fazia parte da Philips) e Sony, as criadoras do NFC. Além disso, a empresa prevê que entre 2012 e 2015, 70% dos telefones celulares tenham NFC. Além disso, foram faladas rapidamente de diversas aplicações do NFC em aplicações Mobile Payment no mundo inteiro.

Posteriormente, assisti a palestra “Conferindo segurança e autentificação aos processos de Mobile Payments e Mobile Banking com dispositivos Windows Mobile”. Essa palestra foi quase um resumo das outras, não acrescentou muito. Apenas confirmou oque já vinha percebendo nas outras palestras, o Mobile Payment está emperrando em encontrar um modelo que ofereça segurança ao usuário e que forneça um modelo de negócio satisfatório a todos os envolvidos. Uma frase do palestrante Julio Ramos, Gerente de Soluções Móveis da Microsoft me chamou a atenção, sobre os telefones móveis: “são mais uma tela na nossa vida digital”, ou seja, na tendência de tudo convergir e a tecnologia se tornar cada vez mais pervasiva e invisível.

A última palestra do dia foi “Mobile Banking: Implementando rede USSD no Brasil”, com Marcos Gomes, Gerente de Projetos da YAVOX. Essa palestra me serviu apenas para tomar conhecimento da tecnologia USSD (Unstructured Supplementary Service Data), que até então eu não conhecia.

SEGUNDO DIA

O Segundo dia de apresentações começou com mesa redonda da “Visão das Operadoras sobre os Serviços Financeiros Móveis e sua Evolução no Cenário Nacional”. A palestra mais significativa foi sobre o Oi-Paggo, com o CEO da Oi Roberto Rittes. Claramente o palestrante passou uma visão otimista da implementação do Mobile Payment no Brasil, falando que cartão de crédito é coisa do passado e que NFC e SMS é o caminho. Seu companheiro de mesa, Sérgio Guedes Messiano, da Brasil Telecom, apresentou uma visão mais moderada da implantação de ações de MObile Payment no Brasil. As palestras também tiveram momentos de repetição ao que tinha sido abordado no dia seguinte.

A palestra da Sprint Wireless não acrescentou nada, seguiu mais ou menos a mesma linha das outras palestras.

A palestra que assisti depois, “Banco do Brasil: Diversificando o segmento de oferta de produtos e serviços de Mobile Payments”, proferida por Raul Moreira, GerenteExecutivo - Cartões PF do Banco do Brasil foi mais proveitosa. Isso porque, o palestrante apresentou uma visão mais retrô e mais comedida. Por exemplo, Moreira não acredita que o Mobile Payment vai substituir os cartões de crédito, além de não ver Mobile Payment para pagamentos presenciais, serviria para pagamentos não presencial como táxi, atendimento a domicílio, pronta entrega etc. Ele apresentou alguns números impressionantes do uso de cartões de crédito: gira-se em torno de 390 bilhões de reais por ano no uso de cartões de crédito e crescimento em média de 25% ano ano.

A palestra seguinte, “Mobile Payment: A Visão do Banco Central”, por José Antonio Marciano, chefe do Deban, segui a mesma linha do seu precurssor, ou seja, uma visão mais comedida do uso do Mobile Payment. Ele apontou para um ponto que não foi tão debatido anteriormente, é preciso manter a confiança dos usuários neste novo meio de pagamento, senão não vai funcionar. Ele também falou sobre “conflito de interesses”. Mas oque mais gostei foram das alfinetadas que Marciano deu:
Ele falou que estaremos juntando oque há de pior no Brasil em questão de serviço, isso porque, quem lidera o ranking de empresa mais reclamadas no Procon são empresas de telefonia, bancos e operadoras de cartão de crédito. E realmente, entre as 20 empresas mais reclamadas em 2007, nem mais de 75% fazem parte de um dos três ramos citados anteriormente.
Ele também falou que o ideal seria eliminar os P.O.S e não colocar mais P.O.S na mesa dos lojistas. Falou que do contrário, o vendedor vai ter que pedir pro cliente qual celular ele possui, de qual operadora e de qual cartão, ou seja, segmentação completa.
Além disso, ele falou bastante sobre a questão de novos tipos de fraudes que o sistema poderia sofrer. Além disso, não lembro quais foram as palavras exatas que ele usou, mas ele falou sobre a falta de cooperação entre as empresas de telefonia, e operadoras (telefonia e cartão) para criar um modelo padrão que poderia ser usado por todo mundo.

Para encerra, assisti a palestra “Os Riscos Legais na Oferta de Serviços Financeiros Móveis”, por Rony Vainzof da Opice Blum Advogados Associados. A palestrante falou oque já sabia, a legislação não apresenta leis específicas para a telefonia. Agora, é impressionante ver um advogado palestrando, o poder que eles tem de apresentar seus argumentos chega assustar.

ANÁLISE GASTRONÔMICA DO EVENTO
Queria só deixar um parágrafo aqui falando das opções de coffe-break e almoço.
O almoço foi magnífico nos dois dias, e os coffe-breaks seguiram o mesmo tom.
Nesse quesito, o evento foi um dos melhores que já participei.

Resumindo, achei o evento bem interessante, apesar de achar que certas palestras falavam sobre a mesma coisa e não foram produtivas. Gostei de perceber que não é o mar de rosas que estava pensando, ou seja, a muita divergência para que Mobile Payment decole no Brasil, porém, uma coisa é certa, todas as empresas de telefonia, operadoras de cartões de créditos e bancos estão apostando nisso, seja com maior ou menor entusiasmo. Além disso, percebi que as ações de Mobile Payment existentes hoje não envolvem Java ME, Symbiam, Brew ou algo parecido, a maioria usa Wap 2.0 (Mobile Banking) ou SMS puro.

Bem, era isso, espero ter deixado uma visão bastante clara do que foi o evento..

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Só falta achar o modelo..

Boa noite..

Depois de ler a matéria “O caminho para aposentar o plástico”, posso resumí-la somente com o subtítulo da mesma: As experiências de mobile payment ganham mais peso e rodagem, apesar de ainda não haver um padrão ou modelo único para guiar o desenvolvimento e acabar ou diminuir drasticamente o uso de cartões de crédito e débito nas transações. Ou seja, para que o negócio deslanche de vez, falta só as operadoras de telefonia e agentes financeiros chegarem a um acordo sobre o modelo a ser adotado, sendo que esta solução, também deve trazer benefícios aos usuários.

Ahhh.. a matéria saiu na revista TiInside de Junho de 2008.

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