Boa noite..
Olhem o relógio descrito no post “Relógio traz recurso de GPS aos mais perdidos” do blog TechGuru: Suunto X10. Este é o nome de um relógio no melhor estilo Macgyver e que pode ser bem-vindo aos mais perdidos. Isso porque, entre outras funcionalidades, ele conta com recurso de GPS, devidamente embutido. A peça conta com um sistema de Find Home e tamém de Track Back, que auxilia o cidadão a achar o caminho de casa. Seu GPS possibilita ainda a criação de rotas em tempo real, sendo que tais percursos podem ser exportados a programas digitais de mapas como o Google Earth, o Fugawi e o National Geographic. Além disso, ele conta com bússola, termômetro, barômetro e altímetro.

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Boa tarde..
Ontem, publiquei um post aqui chamado “Futuro dos Mobile Games“, este, falava das novas tendência dos jogos para pequenos dispositivos, apresentando alguns slides veiculados ao blog Portabilidade BR. Nos slides de Jane McGonigal é defendida a tese de que os jogos serão uma combinação desocial + físico + local, ou seja, quase como uma “cópia” da idéia de ambiente pervasivos no mundo dos games. Pois bem, hoje, acabei lendo um post no blog CriativoPunk que vem de encontro com esta idéia. O post se chama “CitySense: Mapa da atividade noturna pelo celular. Rastreamento da balada”. CitySense é um aplicativo que funciona em aparelhos BlackBerry e iPhone. Segundo o blog, Citysense utiliza técnicas avançadas de aprendizagem da máquina com vastas quantidades de dados emanados de milhares de telefones celulares, cabines equipadas com GPS e outros dispositivos de dados para mostrar imagens ao vivo do local onde as pessoas estão. Citysense está disponível hoje em São Francisco, antes de ser implantado em Chicago e outras cinco cidades americanas.
Outros parágrafos interessantes:
De Tony Jebara: Estamos fornecendo aos consumidores os aplicativos gratuitos em seus celulares para visualizar várias cidades: “Onde está todo mundo?“, “Onde devo ir comer? “, “Qual balada vai me agradar?”, “Qual shopping devo ir agora? “, e assim por diante. Jebara diz: Informações sobre o paradeiro nestes lugares também é alimentado no sistema. Enquanto todos os dados recolhidos são anônimos, os dados poderiam ser uma mina de ouro para o mercado que procura reforçar sua vendas aprendendo onde as pessoas compram efetivamente, e procuram captar tendências emergentes e como eles evoluem. “
De Tony Jebara sobre o trabalho do CitySense: “Citysense é uma aplicação que opera sobre a plataforma Sense Networks Macrosense, que analisa uma quantidade enorme de agregados, os dados anônimos de localização em tempo real.”
E finalmente.. sobre oque vem por aí:
Quando você usa Citysense, a aplicação aprende sobre os tipos de lugares que você gosta de ir a partir do GPS - sem nunca compartilhar essas informações. No seu próximo lançamento, Citysense não só irá dizer-lhe onde toda a gente está agora mesmo, mas onde todo mundo como você está no momento. A aplicação irá comparar seu histórico e preferências com as de outros usuários, e mostrar a você quando você estiver com maior probabilidade de encontrar pessoas com gostos semelhantes naquele momento. O mapa da vida noturna de cada pessoa se diferenciará para si própria, e indicará um top list único dos lugares mais legais. É por isso que a sua localização é salva quando você usa o Citysense: recordar o que você quiser.
Vários pontos me chamaram a atenção, mas o principal deles foi a implementação de uma teoria que já ouvi algumas vezes nos papos acadêmicos, sistemas adaptados ao perfil dos usuários, de forma onipresente. Além disso, como falei no início, esse sistema se encaixa perfeitamente na iéia de jogos que unam social + físico + local, apesar de não ser literalmente um jogo.
Acredito que o CitySense é um precursos de uma gama de aplicativos com o mesmo intuito.
Att.
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Boa madrugada..
Mais uma do IDGNOW: “Ônibus de Porto Alegre ganham telefone público GSM, a partir de julho: Telefones públicos instalados em 350 coletivos da capital gaúcha oferecem chamada mais barata em relação ao celular pré-pago“.
Além da economia dos passageiros e da comodidade que estes telefones irão trazer, gostaria de chamar a atenção para outro ponto da nova idéia:
O Télo, que já vem sendo testado há um ano, em 20 coletivos da capital gaúcha, possui tecnologia GSM e também é equipado com um GPS (sistema de localização via satélite).
Com o TéloTrack, as empresas de ônibus podem localizar e gerenciar suas frotas supervisionando quais veículos estão adiantados, atrasados, em alta velocidade, parados, fora de rota e cumprindo a respectiva tabela de horário. Futuramente, os usuários também poderão saber se determinado veículo está no horário ou quanto tempo deve demorar para chegar ao local desejado, por meio de SMS enviado pelo celular.
Isso sim seria de grande utilidade para todos os usuários dos transportes coletivos da cidade.
Att.
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Bom dia..
Novamente atraves do blog “De Idéias a Projetos“, tomei conhecimento da My Location, uma API para dados de geoprocessamento, ou seja, com o mesmo intuito da Location API da Java ME. Segundo o trecho do blog oficial do Google, que também foi reprisado no “De Idéias a Projetos”: “Wireless phones can make and receive calls because they are connected over the air to a nearby cell tower. The phone knows the ID of the cell tower that it’s currently using. If the phone has GPS, the Maps application on the phone sends the GPS coordinates along with the cell ID to the Google location server. Over millions of such updates, across multiple phones, carriers, and times, the server clusters the GPS updates corresponding to a particular cell ID to find their rough center. So when a phone without GPS needs its own location, the application on the phone queries the Google location server with the cell tower ID to translate that into a geographic location, i.e., lat/long coordinates. Nifty, huh? We think so.”
A parte que achei mais interessante na API, é sua comunicação com o servidor do próprio Google, que armazena as localizações e identificação das Estações Rádio Base das operadoras. Para que o leitor tenha uma idéia mais precisa do valor dessas informações, através do método System.getProperty() do Java ME, é possível capturar as informações de MCC (Mobile Country Code), MNC (Mobile Network Code), LAC (Location Area Code) e CellID ou CID Base Station Identity. O MCC é um código referente ao país, no caso do Brasil o número é 724. MNC refere-se ao código da operadora. No Wikipedia é possível encontrar MCC´s e MNC´s de vários países. O LAC é o código de área, por exemplo 11 na capital de São Paulo e 54 no meu querido David Canarro, no RS. Pra finalizar, o CellID corresponde a identificação da célula ao qual o dispositivo está inserido em seu raio. Porém, essa identificação é dado como um número decimal ou hexadecimal. E, pelo menos na minha pesquisa, eu não encontrei um site que mantenha estas informação. Dessa maneira, esse servidor do Google deve concentrar todas as informações de todas as células da rede de telefonia celular do mundo, informações valiosas.
É, o jeito é esperar pra ver quando tiver um dispositivo com esta API e fazer os testes :).
Att.
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Boa tarde..
A Java Location API, JSR-179, permite que as aplicações Java ME possam fornecer serviços baseados em localização. Bem, descobri hoje, que ela acaba de ganhar uma nova versão, a JSR-293 - Location API 2.0. Baixei a documentação dela e dei uma olhadinha. As mudanças são masi radicais do que eu pensava. Primeiramente, com esta nova API é possível a troca de landmarks entre dispositivos, além de aparecem constantes que definem as categorias de landmarks, a liberdade do usuário criar suas categorias foi retirada em prol do correto funcionamento na troca de landmarks.
Segundo a própria documentação, são três as movas features:
• interfaces for accessing location based service like map, navigation and geocoding services
• a format and a mechanism for exchanging (importing and exporting) landmarks
• a set of global landmark categories that are localized and present in all Location API 2.0 compliant terminals
O último ponto já falamos. O segundo, trata-se de um formato padronizado de troca de landmarks, ainda não definido diga-se de passagem.
Porém, o mais importante na minha opinião é o primeiro ponto: interfaces for accessing location based service like map, navigation and geocoding services. Confesso que não entendi muito bem porque ainda não existem emuladores nem dispositivos que implementem a JSR-293, porém, pelo que eu entendi, existem interfaces que representam os serviços mais comuns em sistemas LBS (Location Based Services). Por exemplo, na nova API encontramos as classe javax.microedition.location.services.Route e javax.microedition.location.services.RouteSegment.
Segundo a documentação, estas são as descrições das duas classes:
Route: This class represents a route. A route consists of one or more route segments combined in the course of travel. A route has
a summary, length and estimated traveling time. A Route object also contains an array of RouteSegment objects that
form the actual route.
RouteSegment: This class represents a segment of a route. It has a start and an end coordinates. The segment also contains navigation
instructions related to the start and end points. The geometry of the segment may be other than a straight line between
start and end, and this class provider a method to get the geometry. The segment also contains a description, a length
and an estimated travel time.
Espero os emuladores pra ter uma noção mais exata.. se alguém tiver mais informações ou melhores esplicações podem comentar..
Att.
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