Três satélites do sistema Glonass foram lançados em órbita: segundo a fonte, a InfoGPS Online, cosmódromo russo de Baikonour, no Cazaquistão, lança em órbita três novos satélites para o Sistema Glonass. O trio juntou-se aos 20 aparelhos do sistema já posiocinados no espaço. O tempo de vida útil dos satélites é de sete anos. Concorrente do sistema de navegação americano GPS e do futuro sistema europeu Galileo, o Glonass foi desenvolvido pelo exécito russo na década de 80.
O GizModo me chamou atenção para um infográfico muito legal que mostra todos os satélites que orbitam o planeta Terra.
Segundo a fonte, o artista Michael Paukner olhou (para um monte de estatísticas, na verdade) e fez esse sensacional infográfico que mostra quantos satélites cada país tem (incluindo os que não funcionam) e quanto de lixo espacial as nações produziram.
Location information has become fairly easy to access nowadays, even on mobile devices. The widespread availability of GPS chipsets such as the SiRF chipsets, which are accurate to within a few meters, as well as the significantly lower costs of these products, have contributed to the accessibility. The Location API for J2ME (JSR 179) even makes it very easy for developers to integrate location information into mobile applications.
This article illustrates how to combine JSR 179 and Scalable Vector Graphics (SVG) to provide navigation for a GPS-enabled mobile device. The application will employ the Scalable 2D Vector Graphics API for J2ME (JSR 226) and a MIDlet. As an example, the article provides and refers to a sample NetBeans project for a college “campus navigation” application.
A palavra Tower me chamou a atenção, isso porque, recentememte palestrei em dois eventos (GeoLivre 2009 e ExpoGPS 2009), em ambos mostrei a utilidade do CellID e defendi a utilização desta técnica de posicionamento global com outras mais conhecidas, como o GPS por exemplo. Ou seja, um mashup entre GPS e CellID por exemplo, ou ainda com o Galileo ano que vem né :).
Bem, voltando ao LBSZone, vejam este parágrafo: Cell tower locations - A user’s current location can now be displayed on a mobile map, even when GPS is not available. This is ideal for use in buildings and under structures. The approximate accuracy of calculated locations will also be displayed. Ou seja, quando o GPS não está disponível entra em campo a localização pelas torres da telefonia celular.. é disso que eu falava :).. Poderiam deixar os créditos pelo menos né, hihihhi
O arranque comercial do sistema de satélites Galileo está agendado para 2010, embora ainda seja difícil prever em que altura do ano isso irá acontecer e em que moldes o público em geral poderá beneficiar-se da constelação de satélites.
Em teoria o Galileo irá oferecer ‘maior precisão, com margens de erro inferiores a um metro, e maior penetração do sinal’ que permitirá obter localização mesmo no interior de edifícios ou sob zonas arborizadas.
A Europa e os EUA acordaram em manter os sistemas interoperáveis, com os novos chips que suportam em simultâneo as duas normas, o que irá representar benefícios para os utilizadores. A localização pode ser computada a partir de qualquer uma das estruturas, sendo dada preferência à que contar com uma qualidade de sinal melhor no momento.
————————————-
A parte em negrito me interessou hein.. imagine não ficar perdendo sinal toda hora em grandes metrópoles. Legal..
A Junaio é uma plataforma online e móvel do Google, que permite aos usuários criar, explorar e compartilhar informações usando realidade aumentada e baseados na localização de conteúdo.
Os usuários podem colocar objetos em 3D, mensagens do Twitter ou sites e, em seguida, compartilhar suas criações com os amigos através de redes sociais. O aplicativo permite que o utilizador procure restaurantes, cafés, museus, bares ou lojas no Google Maps e veja os resultados em 360 graus com realidade aumentada.
——————————–
Para vocês ficarem ainda mais impressionados, vejam o vídeo..
Nos últimos meses tive a oportunidade de palestrar em dois eventos muito bacanas: o GeoLivre Conference 2009 e o ExpoGPS. Em ambos, mostrei a utilidade do CellID e defendi a utilização desta técnica de posicionamento global com outras mais conhecidas, como o GPS por exemplo.
Bem, ontem a noite (de madrugada quero dizer) encontrei um excelente post que mostra as propriedades que devem ser capturadas em diferentes plataformas para ler o Cell com Java ME. O post se chama “Get CellId and other Imformation from mobile phones via J2ME“..
Talvez oque esteja falando aqui seja repetitivo para alguns, porém, assim como foi novidade para mim, espero que seja para alguns leitores também :).
Vocês sabiam que o iPhone OS 3.0 já possui um browser com geolocalização, o Safari.
Bem, vamos do início, a versão 5.0 do HTML, lançada a pouco, possui suporte a geolocalização. Segundo este excelente tutorial, chamado “Oque é HTML 5“, o HTML 5 também possui maneiras de descobrir a sua localização e informá-la aos sites e serviços que você acessa. Os APIs serão o ponto forte para determinar a localização de um usuário. Por isso, este recurso de geolocalização permite o que se chama de “geottaging”. Através disso, pode-se fornecer ao usuário conteúdos específicos para o local em que ele está. É muito útil para aplicativos de smartphones, uma vez que este recurso envia e recebe informações a respeito de onde o indivíduo está.
Pois bem, segundo o GoogleMobile Blog, As of today, when you visit www.google.com from Safari on your iPhone 3.0, you can choose to turn on My Location by tapping on the link on the homepage. When you tap on the “update” link, your location will be updated and displayed right there on the homepage. Whenever you want to refresh your location, just tap the “update” link. Testing this in New York, my search for “jazz clubs” returned a handful of places within walking distance. I picked one, tapped the phone number, made a reservation, and we were set for the night.
O Safari é um dos primeiros browser a implementar as funcionalidades do HTML 5…
É impressionante a quantidade de produtos muito interessantes que estão surgindo o tempo todo para automóveis.. vejam os dois links abaixo publicados no InfoGPS.
Quando falamos em dados de geoprocessamento, sistemas LBS, GPS, localizador, rotas em tempo real, e uma quantidade absurda de aplicações e serviços que utilização informações geoprocessaadas não imaginamos um efeito colateral disso tudo, o lixo espacial.
Confesso que não tinha muito conhecimeno desse problema, porém, veja a imagem abaixo:
A imagem acima foi retirada do texto “Lixo espacial“, ilusrtando como está a atmosfera do nosso planeta. Veja este parágrafo: Desde o lançamento do Sputnik, o primeiro objeto a entrar em órbita, em 1957, a evolução tecnológica permitiu que naves, foguetes e outras centenas de satélites explorassem o espaço tranquilamente. Após perderem a utilidade, porém, esses objetos permaneceram no mesmo local e passaram do status de exploradores para o de poluidores espaciais. Atualmente, cerca de 17.000 destroços com mais de 10 centímetros giram em torno do Planeta Terra, provocando colisões e danificando naves (na imagem acima, uma montagem feita em computador mostra o acúmulo do lixo ao redor do planeta).
Agora, peço aos leitores: Quantos satélites vocês imaginam que existem na órbita do planeta Terra? Vamos lá, o GPS tem 31 satélites, GLONASS 30 ate 2011, Galileo promete 30 satélites em 2013, somando todos eles não passamos de 100. Somamos mais alguns que desconhecemos, podemos chegar a um número médio de 130 satélites. Acha que acertei? Veja o parágrafo abaixo:
2. Quando surgiu? Como está a situação atualmente?
O grande precursor do acúmulo de detritos no espaço foi o Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra, lançado em 1957 pela antiga União Soviética. Hoje em dia, com a evolução tecnológica, há cerca de 800 satélites ativos em órbita. Enquanto isso, segundo o chefe do laboratório do Inpe, a órbita se tornou um “vasto lixão espacial”. De acordo com dados divulgados em 2008 pela Nasa, a agência espacial americana, foram contabilizados no espaço aproximadamente 17.000 destroços acima de 10 centímetros, 200.000 objetos com tamanho entre 1 e 10 centímetros e dezenas de milhões de partículas menores que 1 centímetro.