Boa tarde..
O blog Portabilidade BR publicou uma referência a uma apresentação muito interessante sobre o futuro dos Mobile Games, vale a pena dar uma olhada. O título do post é “Social + Físico + Local = Real Game“.
Att.
Ping
Boa tarde..
O blog Portabilidade BR publicou uma referência a uma apresentação muito interessante sobre o futuro dos Mobile Games, vale a pena dar uma olhada. O título do post é “Social + Físico + Local = Real Game“.
Att.
Ping
Boa madrugada…
Estava investigando jogos com interação física do usuário em telefones celulares, sendo que, encontrei primeiramente o “WiFi Army“. No blog Update ou Die encontrei o texto “First-Person-Shooter-Live-GPS-Wifi-Maps no celular“. Segundo o texto, o jogo tem a seguinte concepção: seu celular utiliza o WiFi para “localizar” outros jogadores próximos de você. Quando encontra, roda o jogo WiFi Army nos dois aparelhos [o seu e o de seu recém-localizado “inimigo”] e informa a posição dos dois jogadores utilizando o Google Maps [valendo-se do GPS do celular]. A partir deste momento, você precisa “shoot” [um trocadilho para atirar, mas que significa também fotografar] o seu inimigo com a câmera de fotos. Num único jogo, o uso de WiFi, GPS, câmera e Google Maps.
No blog também encontrei o vídeo abaixo:
Pesquisando um pouco mais, encontrei o texto “Os jogos invadem as ruas: Por 3 dias, a capital financeira do mundo virou um enorme tabuleiro de jogos. Pode parecer uma esquisitice, mas talvez só seja o futuro chegando” no site da Super Interessante. No texto aparece a descrição de vários jogos que “forçam” o usuário a usar algo a mais que simplesmente suas mãos nas ações do jogo. Texto bem interessante.
Depois de ver estes dois links fiquei me pergutando, será que o futuro dos jogos em dispositivos móveis vai se encaminhar para este contexto?
Att.
Ping
Boa noite..
Estava lendo a revista TeleTime, de Junho de 2008, quando encontrei a seguinte matéria: “Made in Brazil: Gigantes internacionais montam estúdios para desenvolver jogos para celular no País”. Aposto que os olhos de muitos de vocês brilharam né? E a reportagem traz dados bem interessantes, como por exemplo: já tem projetos de games pra celular que levam seis meses e consomem meio milhão de dólares, ou seja, os jogos pra celulares estão se solidificando como um ramo maduro da área de games. Lendo a matéria, também descobri, que algumas empresas de jogos preciam desenvolver 500 versões do jogo, uma para cada aparelho, isso é que é portabilidade :(. Bem, mas oque achei mais importante, é a oportunidade que está implícita nesta matéria, convidando todos os programadores amantes de jogos. Além de ser gratificante saber que o Brasil está entrando no mapa dos grandes fornecedores de jogos para pequenos dispositivos.
Att.
Ping