Bom dia..
E como sempre, o ser humano não se cansa de criar objetos para destruir outros seres humanos, ô raça hein!!!
Smartphones vão à guerra: A Raytheon, que produz o sistema de mísseis antiaéreos Patriot, está desenvolvendo um software que permitirá a um soldado localizar inimigos em suas imediações usando um celular equipado com o sistema operacional Google Android.
O software terá capacidade suficiente para receber imagens aéreas de um satélite ou avião não tripulado, e em seguida se concentrar em detalhes como placas de automóveis ou traços faciais de uma pessoa.
Até o momento, a Raytheon já adicionou seu software a aparelhos produzidos por Motorola e HTC. O Google vem colaborando para que a empresa ganhe acesso e compreenda sua plataforma Android, que concorre agressivamente com a plataforma iOS, criada pela Apple para o iPhone.
Fonte: Link Estadão.
Tambén saiu no MobilePedia.
Lamentável.
Att.
Ricardo
Boa tarde..
Estava lendo a última edição da revista Super Interessante (que aliás, tem uma reportagem sobre o efeito do café muito boa) quando me deparei com o texto: “Animais de Guerra: Novas armas do exército americano imitam o visual e o comportamento de bichos - para ir aonde nenhum robô jamais esteve”.
Ou seja, resumindo tudo, diversas vezes postei notícias aqui no mobilidade é tudo, falando de invenções malucas, que poderiam ser úteis aos seres humanos, salvando e/ou melhorando nossas vidas, porém, sempre falei que o uso indevido da tecnologia poderia criar armas de destruição em massa. Esse texto é um exemplo clássico disso, oque leva um cientista, que estuda dezenas de anos, a inventar um robô que anda como uma mula para ser usado na guerra, não consigo entender. Bem, infelizmente não posso ir até esses “cientistas” e tentar mudar isso, só posso expôr minha indignação aqui neste espaço.
Olhem o primeiro parágrafo da notícia da Super Interessante:
Toda guerra é desumana; mas as batalhas do futuro serão animalescas. Lagostas de silício vasculharão o mar, robôs quadrúpedes carregarão equipamentos e munição e um enxame de moscas digitais levantará vôo para espionar as tropas inimigas. Parece coisa de filme, mas já é realidade: o Pentágono está investindo dezenas de milhões de dólares para desenvolver robôs inspirados em animais. E os primeiros acabam de nascer.
Porque não investem esses milhões de dólares no combate a fome, ou ainda, em psicólogos para sanar a mentalidade desses “cientistas”.
Att.
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