Foi desenvolvido sistema de monitoramento cardíaco que permite ver o eletrocardiograma num aparelho Android. Com isso, a Imec, Holst Centre e TASS foram as primeiras a mostrar uma Body Area Network (BAN) conectada a um dispositivo móvel. Permitindo o monitoramento remoto do coração, cérebro, músculos e outras funções de pacientes.
O sistema funciona com um sensor acoplado na entrada SD do aparelho que se comunica em tempo real com os sensores que estão no corpo da pessoa. Esses sensores funcionam com nRF24L01+ ao invés do bluetooth. Veja o vídeo:
Paciente afirma que protótipo de chip alemão restaurou sua visão: Cientistas da Alemanha implantaram um chip atrás de um das retinas do finlandês Mikka Terho e ele afirma ter voltado a enxergar.
O chip é um apenas um protótipo que fornece avisos visuais, mas os pesquisadores estão tão entusiasmados com os resultados que já pensam em realizar testes no Reino Unido.
O PortalExame divulgou um texto muito interessante.
O texto fala sobre a possibilidade de empresas de sensores corporais, como a BodyMedia, implementarem a comunicação de seus produtos com smartphones através de Bluetooth.
Vejam estes dois parágrafos:
Em entrevista ao jornal NY Times, John Stivoric, Chefe de Tecnologia da BodyMedia, afirmou que a empresa vem se comunicando com a Apple e o Google para desenvolver esta aplicação para smartphones.
“Isto possibilitará que uma pessoa monitore uma coleção de 9 mil variáveis - entre atividades físicas, calorias gastas, batimentos cardíacos, eficiência do sono, entre outros -, coletados pelos sensores da braçadeira do BodyMedia em tempo real“, explica Stivoric.
Em uma das últimas aulas da pós-graduação o professor apresentou alguns slides e vídeos sobre uma forma inovadora de entrada e saida de dados: através da pele.
Depois disso tentei encontrar o vídeo. Hoje encontrei.
Por acaso encontrei o TCC “Sistema de prontuário médico com monitoramento de pacientes via GPRS”, da Anna Giselle Câmara Dantas Ribeiro, disponível aqui.
A autora explica oque é Medicina Ubíqua: Ambientes de medicina ubíqua são aqueles em que facilidades tecnológicas, como dispositivos móveis e redes de comunicação sem fio, trazem novas possibilidades de acesso e interação de seus usuários, como por exemplo, o acesso das informações dos pacientes.
Porém, oque mais chamou minha atenção foram dois exemplos citados pela Anna:
1) Triage Wireless: A empresa Triage Wireless sediada em San Diego nos Estados Unidos desenvolveu um patch, que aplicado sobre a pele, monitora os sinais vitais do paciente, enviando os dados para o computador do médico via links wireless.
2) Pílula de RFID luThon: Após a Maratona de Nijmegen, onde 70 pessoas faleceram por esgotamento e excesso de calor, começou-se a pensar em alguma forma de controlar a saúde dos corredores, foi nesse momento que a universidade holandesa Radboud criou a pílula de RFID. Ingerível por seres humanos tem como objetivo a medição da temperatura do corpo, através de um sistema que combina um sensor de calor em forma de pílula e um celular com GPS e Bluetooth. Com isso, os desportistas ingerem a pílula e cada 10 segundos a temperatura interna do corpo é enviada ao celular, por Bluetooth. Esta informação e as coordenadas GPS do corredor são enviadas de forma automática pelo celular até o centro de controle, onde um programa leva em conta a altura, peso e idade do desportista, para alertar à equipe de médicos caso seja necessário. Desta maneira, pode-se detectar variações de meio grau na temperatura, alertar, por exemplo, a um corredor com risco de desidratação através de uma ligação ou SMS, ou enviar uma ambulância ao local necessário mesmo antes de ser solicitada.
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Exemplos muito bons não só de Medicina Ubíqua, mas também do conceito da união entre seres humanos e computadores.
Segundo a fonte, Anton Plotkin, membro do Instituto Weizmann, em Israel, demonstra como usar a internet com um aparelho acionado pela respiração. O aparelho, um pequeno tubo instalado na entrada da narina e conectado a um sensor que mede a pressão, é parecido com os tubos usados para administrar oxigênio em pacientes nos hospitais. Os portadores de deficiência que o testaram conseguiram rapidamente jogar e escrever. Um tetraplégico pode utilizar o controle da respiração para conduzir uma cadeira de rodas elétrica com uma grande precisão depois de apenas 15 minutos de treinamento, segundo o estudo.
Um grupo de pesquisadores e estudantes da universidade norte-americana Northwestern University mostrou que é possível usar scanners cerebrais para prever um ataque terrorista ou identificar quem está prestes a cometer um crime.
A tecnologia de monitoramento das ondas cerebrais P300 está sendo debatida como uma possível substituta dos polígrafos, os detectores de mentira. Futuramente, ela poderá ser usada para identificar suspeitos de terrorismo e ajudar a confirmar informações de um ataque antes dele acontecer, como sua data, localização e armamento utilizado.
O cientista britânico Mark Gasson, da Universidade de Reading, contaminou um chip com um vírus de computador e, a seguir, implantou o chip em sua mão.
Gasson demonstrou em experiências que o chip tem a capacidade de passar o vírus de computador para sistemas de controle externos.
Se outros chips implantados fossem então conectados ao sistema eles também ficariam corrompidos, segundo o cientista.
O artefato, que o permite passar por portas com código de segurança e ativar seu telefone celular, é uma versão sofisticada dos chips de identificação utilizados para marcar animais, as chamadas etiquetas RFID.
Ainda segundo a fonte, Gasson admite que o teste apenas prova um princípio, mas ele acredita que existam implicações importantes para um futuro em que aparelhos médicos, como marcapassos e implantes cocleares (dispositivos eletrônicos que ajudam a proporcionar uma sensação de som para pessoas surdas) se tornarão mais sofisticados e correrão o risco de ser contaminados por outros implantes humanos.
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Surreal hein, vírus de computador afetando seres humanos!!!!
Vocês sabiam que já criaram uma camisa inteligente que monitora o coração dos atletas? Eu não sabia até agora, quando vi a notícia no Estadão.
Segundo a fonte, Quatro clubes da primeira divisão do futebol espanhol testaram um modelo de camisa inteligente que avisa em tempo real qualquer alteração cardíaca dos atletas durante a atividade física.
O Ministério de Indústria financiou a investigação de um modelo de roupa inteligente para reduzir os casos de morte súbita de jogadores depois que dois atletas da primeira divisão morreram e outros dois tiveram ataques cardíacos em pleno campo.
A nova camisa tem um sistema de microchip que detecta sinais do coração durante o esforço físico. O sinal é transmitido em tempo real e pode ser captado por um telefone celular ou ir diretamente para um computador. Os dados transmitidos proporcionam um eletrocardiograma completo e ainda medem com precisão o esforço realizado pelo atleta, especificando os quilômetros percorridos por ele e a velocidade.
Segundo a fonte: Um pulmão eletrônico acaba de ser desenvolvido por cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. O grupo criou um dispositivo que simula o funcionamento de um pulmão em um microchip.
Do tamanho de uma borracha escolar, o equipamento atua como se fosse um pulmão humano e é feito de partes do órgão e de vasos sanguíneos.
Por ser translúcido, o pulmão eletrônico oferece a oportunidade de estudar o funcionamento do órgão sem ter que invadir um organismo vivo.
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Leia o texto na integração no Inovação Tecnológica.
Mas independente disso, é uma notícia e tanto saber que existe um pulmão eletrônico.