Idéias brilhantes sempre merecem ser divulgadas. Hoje tomei conhecimento do JHome, ferramenta de automação residencial com software e hardware livre.
Segundo o Elétron Livre, jHome é uma plataforma open-source para automação residencial baseada em Java EE 6 e Glassfish desenvolvida pela Globalcode através da iniciativa Elétron Livre.
Na verdade é uma consolidação de diversos projetos e demos realizadas pelos colaboradores da iniciativa Elétron Livre. Utilizando componentes JavaEE, como EJB, Servlet, WebService Endpoint e Timer Service, você pode controlar tomadas e muitos eletro-eletrônicos na sua casa. Desta forma você pode aprender Java EE de forma muito mais divertida.
E mais.. o projeto ganhou o Duke’s Choice Award no último Java One. Totalmente merecido:
O texto aborda o anúncio do Google, feito recentemente, de que vai adotar o Arduino nos seus smartphones Android. Segundo a próprio fonte, cruamente falando, o Arduino é um conjunto de ferramentas que possibilitam a criação de aparelhos eletrônicos. O objetivo desse projeto é facilitar a vida dos amantes da eletrônica que buscam uma maneira descomplicada de montar pequenos protótipos.
A ideia do Arduino é possibilitar que desenvolvedores criem aplicativos específicos para rodar em um circuito eletrônico básico. A partir de tais circuitos, o Arduino possibilitará a criação de gadgets e eletrônicos de alta qualidade.
Agora que você sabe o que é o Arduino, fica fácil imaginar quais são os planos da Google com o projeto “Android Open ADK baseado no Arduino”. Segundo os primeiros anúncios, o objetivo dos gadgets criados para o Android será formar uma lista gigantesca de produtos “Made for Android” (Feito para o Android) e “Compatible with Android” (Compatível com o Android)..
O plano da Google consiste justamente nisto: possibilitar que o consumidor escolha a marca do seu produto (seja Samsung, LG, Sony ou outros) e, independe de qual escolher, possuir outros eletrônicos compatíveis com o smartphone desejado, o tablet em questão ou outro dispositivo qualquer que trabalhe com o Android.
Posteriormente, o Android deve contar com eletrônicos mais robustos. E é nesse ponto que pode, inclusive, entrar a ideia do Android at Home (apesar de a Google não ter declarado oficialmente que o Arduino fará parte do projeto Android at Home). O usuário poderá contar com aparelhos de ginástica inteligentes (como o da imagem acima), eletrodomésticos capazes de interagir com o Android, acessórios para controlar a iluminação e muitos outros dispositivos úteis nas residências.
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Agora o leitor entendeu o porquê do título Arduino, Android, Domótic e só Deus sabe oque mais? As oportunidades que esta junção oferece são gigantescas.
O jeito é achar mais uma breva na agenda e se jogar no Arduino.
Através do blog Inovação Tecnológica tomei conhecimento do Germânio, uma tecnologia que pode usar a luz para transmissão de dados e revolucionar a construção de componentes eletrônicos. Vejam alguns parágrafos retirados da fonte:
Pesquisadores do MIT apresentaram o primeiro laser construído com o semicondutor germânio e que é capaz produzir luz em comprimentos de onda úteis para a transmissão óptica de dados.
Este é também o primeiro laser de germânio capaz de funcionar em temperatura ambiente.
Ou seja, o resultado é ser um passo importante rumo a computadores capazes de transmitir dados - e eventualmente até mesmo executar cálculos - usando luz em vez de eletricidade.
A fabricação dos chips é um processo extremamente delicado, no qual camadas de diferentes materiais são depositadas sobre uma pastilha (wafer) de silício para a construção dos transistores e demais componentes.
Inserir um novo material nesse processo é difícil porque ele precisa ser capaz de se ligar quimicamente com as camadas acima e abaixo dele. Além disso, sua inserção deve ser possível sob as mesmas temperaturas e nos mesmos ambientes químicos adequados para os materiais já utilizados.
Já a integração do germânio no processo de fabricação dos chips é algo que quase todos os grandes fabricantes de semicondutores já começaram a fazer, uma vez que a adição de germânio como elemento dopante aumenta a velocidade dos chips de silício.
Faz um bom tempo que procuro um bom curso de eletrônica, porque estou cada vez mais admirado descobrindo oque eu poderia fazer.
Há algumas semanas, tive a oportunidade de palestrar no GeoLivre 2009. No evento conheci muitas pessoas legais, infelizmente não lembrarei o nome de todos. Porém, lembro do Duque Estrada, Engenheiro Cartógrafo do Serviço Geográfico do Exército, e do Fitzner, Major da Diretoria de Obras Militares - DOM. Falo isso porque conversamos sobre um assunto muito interessante, que fiquei doido por saber mais e, quem sabe, por em prática :). Trata-se de turbinar carros eletronicamente.
Segundo meus amigos, a chave está em um carinha chamado EPC (Eletronic Power Control). Segundo o wikipedia, (Electric) Power Control deals with routing electric power, controlling its quality, and controlling the devices attached to a power line.
A number of technologies have evolved for using the power wiring to turn devices attached to the power line on and off, monitoring attached devices, and similar activities. A collective term for one set of technologies is smart buildings. It should be mentioned that unlike within commercial buildings smart building technologies within peoples homes have been less than an overwhelming success. Problems include reliability, cost, questions about how great the need is, and the fact that many smart building tasks such as turning on a lamp at dusk can be performed equally well by simpler, cheaper, and often more reliable, mechanical or electro-mechanical devices. The best known smart building technologies for the home environment are X10 and CEBus and for the commercial Lonworks,DyNet, DSI, DALI and analog systems.
De tudo isso oque mais me chamou a atenção foi a aceleração, eletronicamente, podemos remover os limites de acelelaração e velocidade que alguns carros tens, ou seja, um turbo sem NOS. Por exemplo, neste link, que fala do Opel Vectra, encontramos a seguinte frase: Chega a 100 km/h em 6,5 segundos e só pára nos 250 km/h porque é limitado eletronicamente.
Se alguém souber de um bom curso de eletrônica.. por favor me avise :)..
E obrigado ao Duque e ao Fitzner por saber dessas informações…