O site Olhar Digital publicou uma matéria que foi ao ar na TV sobre as 10 tecnologias emergentes para 2013, eleitas pelo Fórum Econômico Mundial. Veja e surpreenda-se:
Eu acho que não vou conseguir dormir pensando nas possibilidades e mudanças que essas tecnologias podem proporcionar. Surreal!
Mostrado na edição 2013 da feira de inovação SXSW (South by Southwest), realizada no Texas (EUA), o calçado faz parte do projeto “Art, Copy, Code”, da empresa de buscas, que tem o objetivo de empregar alta tecnologia em objetos casuais utilizados em atividades sociais e de vida real. O intuito é apresentar novas formas de mostrar publicidade.
Preciso dizer que a Computação Ubíqua está domindo o mundo? Além disso, vale lembrar que é um belo exemplo de “computador vestível”, outro termo que vem ganhando muito espaço.
Moto do futuro tem dispositivo que impede queda: A empresa Lit lançou o protótipo C1, que apesar de ter apenas duas rodas, tem um dispositivo que impede o veículo de tombar. Com um giroscópio, que também foi usado no telescópio Hubble e na estação espacial internacional, a moto fica estável mesmo parada sobre duas rodas.
Pesquisando alguns assuntos interessantes na internet acabei esbarrando com dois projetos muito interessantes do Google que, mostram um pouco do que esta empresa é capaz e de sua capacidade de inovação e de surpreender.
Niantic: De acordo com o John Hanke, vice-presidente de Gestão de Produtos no Google, a computação ubíqua será um dos próximos grandes projetos que a gigante de Mountain View planeja adentrar, tanto em sua plataforma mobile quanto nos óculos inteligentes.
Para fazer avanços no conceito, o Google criou um grupo chamado “Niantic Project“, um laboratório que explora experimentos com aplicações sociais, locais e móveis; e já criou o aplicativo Field Trip, lançado no último mês de setembro mas não disponível para o Brasil.
Segundo o executivo, a principal tarefa do projeto está em criar uma visão de futuro para a computação ubíqua. “A ideia é que os dispositivos de computação vão desaparecer do primeiro plano e você ficará com o benefício da computação, que é a informação e atividades”, disse Hanke em entrevista ao Mercury News.
“Esse é um tipo de uma nova fronteira – descobrir o que é apropriado para que seus aplicativos funcionem de forma proativa ao falar com você. Não é para todo mundo. Você poderá ter a experiência completa sem nunca tirar o telefone de seu bolso”.
Google Fiber, a internet de 1 Gigabit do Google:O Google anunciou, hoje, o lançamento do Google Fiber, um serviço de internet que irá oferecer uma super conexão com velocidade de até 100 vezes mais rápida que as empresas concorrentes do setor.
“Não há mais buffering. Não há mais carregamento. Não há mais espera. Velocidade de 1 Gigabit vai livrar você desses incômodos, problemas arcaicos e abrir novas oportunidades para a web”, publicou Milo Medin, vice-presidente de Serviços de Acesso.
“Imagine compartilhar instantâneo; educação verdadeiramente global; consultas médicas com imagens em 3D, até mesmo novas indústrias que sequer sonhamos, alimentado por um giga”, completou.
Descobri isso no TecMundo: Fazer check-in nos locais em que você esteve da maneira como você está acostumado pode estar em com os dias contados. Uma novidade criada por estudantes da escola sueca Hyper Island permite que o usuário possa avisar os seus seguidores onde está apenas pisando sobre um tapete especial.
Isso é possível graças a integração de um dispositivo RFID integrado em um modelo de tênis da Nike. Segundo o projeto, ao se aproximar de tapetes especiais, colocados em pontos estratégicos da cidade, o usuário automaticamente envia um check-in de atualização para o Twitter ou Facebook.
6. Sensors Everywhere - Songdo is full of sensors. These range from apartment-building fire and safety monitors to highway traffic trackers. Flow sensors control the saltwater canal in Songdo’s Central Park. Building managers can sense and display energy consumption to encourage people to conserve.
Há tempos que venho falando. O futuro está reservado para a convergência digital e, os sensores, tem papel central nesta transformação.
A Internet das Coisas – termo utilizado para explicar a conexão a web por qualquer tipo de dispositivo, como carros e geladeiras – pode fazer o número de objetos com acesso à rede mundial de computadores saltar dos atuais cinco bilhões de unidades para 50 bilhões em 2020. A previsão foi apresentada na última semana pelo empresário Thadeu Cascardo, sócio da empresa Holoscópio, em palestra realizada no 13° Fórum Internacional Software Livre (fisl13), realizado em Porto Alegre.
Esses objetos, geralmente, combinam a tecnologia RFID com uma infraestrutura de rede, podendo gerar um IP e objetos identificáveis em escala global. “Essa possibilidade permite diversos usos, como no monitoramento de trânsito, transporte público – por meio da previsão de horários, otimização de frota e itinerário ou na chamada domótica, o controle remoto para uso doméstico, como controle de temperatura, otimização de energia, entre outros usos que vão da saúde ao gerenciamento de ativos”, ponderou.
Segundo uma recente pesquisa divulgada pelo World Bank, aproximadamente 75% da população mundial possuem acesso a algum dispositivo móvel. Nos últimos 12 anos, o número de novos assinantes de telefonia móvel cresceu muito, já que, em 2000, menos de 1 bilhão de assinaturas estavam ativas, sendo que hoje essa quantidade chega a 6 bilhões.
Apenas no ano passado, usuários de dispositivos móveis baixaram mais de 30 bilhões de aplicativos. E a maior parte desses assinantes, cerca de 5 bilhões, se encontra em países em desenvolvimento.
Para o levantamento, “a comunicação móvel oferece muitas oportunidades para avançar o desenvolvimento humano e econômico - desde prover acesso básico a informações de saúde até envolver os cidadãos em processos democráticos”.