O site Olhar Digital publicou uma matéria que foi ao ar na TV sobre as 10 tecnologias emergentes para 2013, eleitas pelo Fórum Econômico Mundial. Veja e surpreenda-se:
Eu acho que não vou conseguir dormir pensando nas possibilidades e mudanças que essas tecnologias podem proporcionar. Surreal!
Será que os computadores um dia ficarão mais inteligentes do que os humanos e dominarão o mundo ou isso só acontece em filmes de ficção científica? Filósofos e cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, acham que a questão merece atenção, e anunciaram no domingo a criação do Centro para estudo de Riscos à Existência, segundo o Huffington Post.
“No caso da inteligência artificial, parece razoável prever que em algum momento neste século ou no próximo a inteligência vai escapar das restrições biológicas”, aponta o professor de filosofia de Cambridge Huw Price. “(Então) não seremos mais as coisas mais inteligentes por aqui”, completa.
Ele não pensa em computadores malvados, mas ressalva que as máquinas inteligentes teriam “interesses que não nos incluem”. Price sabe que algumas pessoas acreditam que a preocupação é fora de proporção, mas alerta que “como não se sabe quão sérios são os riscos, não se tem uma previsão temporal, esquecer a ideia é perigoso”.
O professor explica que é difícil prever que tipo de riscos as máquinas inteligentes podem representar, mas exemplifica que os computadores poderiam começar a usar recursos para o próprio benefício, desconsiderando as preocupações humanas. Ele compara a situação ao domínio do homem sobre o planeta, que ao se espalhar para outras terras começou a consumir para o próprio bem recursos que eram essenciais à vida de outros animais.
Olha, sinceramente, as máquinas se tornarem até mais inteligentes que os humanos é um passo marcado e que parece ser irreversível. Sendo assim, não vai ser difícil para estes novos “seres” descobrirem que o animal que mais afeta negativamente o mundo é o ser humano, logo, eles poderão querer fazer esta “faxina”. E, quer saber, eles não estariam errado. O ser humano não age há muito tempo como se fosse o dono de tudo, explora e aniquila fauna e flora, utiliza recursos minerais sem a mínima consciência?
O texto debate as consequência de uma guerra cibernética e vale uma leitura na íntegra. Porém, separei alguns parágrafos que julguei mais interessantes:
Trens descarrilados e blecautes
Para Richard A. Clarke, assistente de combate ao terrorismo e segurança cibernética para os presidentes americanos Bill Clinton e George W. Bush, ataques mais sofisticados podem fazer coisas como descarrilar trens em todo o país, por exemplo. “Eles podem causar blecautes, e não apenas cortando o fornecimento de energia, mas danificando de forma permanente geradores que levariam meses para serem substituídos. Eles podem fazer coisas como causar explosões em oleodutos ou gasodutos. Eles podem fazer com que aeronaves não decolem“, disse.
No centro do problema estão interfaces entre os mundos físico e digital conhecidas como sistemas Scada, ou Controle de Supervisão e Aquisição de Dados, na sigla em inglês. Estes controladores computadorizados assumiram uma série de tarefas que antes eram feitas manualmente. Eles fazem de tudo, desde abrir as válvulas de oleodutos a monitorar semáforos.
Em breve estes sistemas serão comuns em casas, controlando coisas como o aquecimento central. O detalhe importante é que estes sistemas usam o ciberespaço para se comunicar com os controladores, receber a próxima tarefa e reportar problemas. Caso hackers consigam entrar nestas redes, em teoria, conseguiriam também o controle da rede elétrica de um país, do fornecimento de água, sistemas de distribuição para indústria ou supermercados e outros sistemas ligados à infraestrutura.
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Surreal. E o problema é que é totalmente real. Cada vez mais a tecnologia toma o controle de sistemas de tempo real, inclusive que podem afetar milhões de vidas. Um vírus mal intencionado poderia matar sem “sujar as mãos”.
Um seleto grupo de cientistas, financiado por bilionários preocupados com o aquecimento global e a emissão de gases causadores do efeito estufa, está tentando convencer governos e órgãos internacionais a aprovar experimentos que podem manipular o clima em escala global. Com isso, eles querem evitar uma mudança climática de proporções catastróficas.
Um dos financiadores desses experimentos é ninguém menos que Bill Gates. Além dele, outros bilionários, como o cofundador do Skype, Niklas Zennström, e da Virgin, Sir Richard Branson, também estão investindo pesado nas pesquisas.
Geoenge… O quê?
A geoengenharia (ou engenharia da Terra) defende o uso de métodos altamente controversos, que dividem a opinião da comunidade científica. Enquanto uns acreditam que a sua aplicação pode resultar em algo positivo, sendo uma solução rápida e barata para retardar o aquecimento global, outros temem que os experimentos conduzidos possam mudar os padrões de chuva de forma irreversível e interfiram no clima do planeta.
Um dos experimentos defendidos pela geoengenharia inclui a emissão de milhões de toneladas de partículas refletoras de dióxido de enxofre na atmosfera ? a 50 quilômetros da superfície terrestre ?, com o objetivo de bloquear a incidência de raios solares e, consequentemente, reduzir a temperatura do planeta.
Gamers crackeiam código que pode gerar novos tratamentos contra AIDS: Os cientistas passaram uma década tentando — e não conseguindo — mapear a estrutura de uma enzima que pode ajudar a resolver uma parte crucial do quebra-cabeça do vírus da AIDS. Um grupo de gamers precisou de apenas três semanas.
Sim caros amigos, vocês não leram errado não, a gravidade pode estar com seus dias contados.
Segundo o Olhar Digital, Pesquisadores da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN), na Suécia, anunciaram na última segunda-feira (02/05) estudos que indicam um grande avanço nos estudos científicos de antigravidade. Isso significa que, a partir dessas conclusões, seria possível trabalhar com o assunto e permitir até mesmo a construção daqueles veículos flutuantes, como o Hoverboard (direita), skate do personagem Marty McFly no filme de ficção científica De Volta Para o Futuro 2.
Através do blog Inovação Tecnológica tomei conhecimento do Germânio, uma tecnologia que pode usar a luz para transmissão de dados e revolucionar a construção de componentes eletrônicos. Vejam alguns parágrafos retirados da fonte:
Pesquisadores do MIT apresentaram o primeiro laser construído com o semicondutor germânio e que é capaz produzir luz em comprimentos de onda úteis para a transmissão óptica de dados.
Este é também o primeiro laser de germânio capaz de funcionar em temperatura ambiente.
Ou seja, o resultado é ser um passo importante rumo a computadores capazes de transmitir dados - e eventualmente até mesmo executar cálculos - usando luz em vez de eletricidade.
A fabricação dos chips é um processo extremamente delicado, no qual camadas de diferentes materiais são depositadas sobre uma pastilha (wafer) de silício para a construção dos transistores e demais componentes.
Inserir um novo material nesse processo é difícil porque ele precisa ser capaz de se ligar quimicamente com as camadas acima e abaixo dele. Além disso, sua inserção deve ser possível sob as mesmas temperaturas e nos mesmos ambientes químicos adequados para os materiais já utilizados.
Já a integração do germânio no processo de fabricação dos chips é algo que quase todos os grandes fabricantes de semicondutores já começaram a fazer, uma vez que a adição de germânio como elemento dopante aumenta a velocidade dos chips de silício.
Bem, este é um assunto extremamente quente, bombástico até pode se dizer, que possuem milhares de argumento contras e a favor, fica a critério do leitor discernir a notícia. Comentários são bem vindos :).