Encontrei o post “Controle remoto Intel identifica o dono” no PlanetTech. Segundo a fonte, chamado pela Intel de Smart TV, o controle funciona a partir de um sistema de autenticação do usuário baseado em sensor de movimento, que tem capacidade de interpretar corretamente a forma como cada pessoa opera o acessório. Embora a leitura desses dados é feita a uma velocidade de 100 nanosegundos, o acessório não trabalha com uma precisão de cem por cento. Há falhas em alguns reconhecimentos, mas que os engenheiros da Intel prometem corrigir.
Os controles remotos disponíveis no mercado são divididos em duas categorias: convencionais e programáveis. Os do tipo universal convencional operam um número limitado de equipamentos de áudio e vídeo (não todas as marcas) e conseguem habilitar as principais funções através de códigos numéricos – presentes nos manuais de instruções – que são inseridos no teclado do acessório.
Já os controles universais programáveis (também chamados “inteligente”), como o Philips Pronto vendido nos EUA e que foi o pioneiro ao trazer esse conceito por aqui nos anos 90, são os que em geral apresentam um visual mais sofisticado. Isso inclui display LCD sensível ao toque (touch-screen), com tela monocromática (de cor azul ou verde) ou se for mais refinado colorida, iluminação backlight (com sensor de movimento) e compatibilidade com um grande número de equipamentos.
Esses controles possuem a função Learning, que permite “aprender” as teclas de comandos de outros controles remotos, através de leitura das informações codificadas nos sinais IR (infravermelhos), que posteriormente são armazenadas em sua memória flash.
Encontrados principalmente em lojas especializadas, os controles remotos do tipo universal inteligente têm como um segundo diferencial a função Macro, que possibilita executar uma série de operações consecutivas previamente elaboradas pelo usuário, pressionando apenas um botão. Após ser devidamente programado e guardado na memória, o controle se encarrega de enviar pulsos de IR para todos os equipamentos do sistema (um de cada vez), ativando os recursos de sua preferência.
Os modelos mais refinados da Marantz podem trabalhar com sinais de radiofreqüência com o auxílio de acessórios vendidos como opcional por esses fabricantes. O RC9500 e o RC5400, da Marantz, contam com a ajuda de um componente denominado extensor RF RX7001 da mesma marca, que recebe os comandos em forma de ondas de rádio emitidas por esses controles e os transformam em sinais infravermelhos para, posteriormente, serem “reconhecidos” pelos sensores dos equipamentos no sistema.
Mas a grande sensação em controle remoto nos últimos tempos é o RTI T4 (veja teste na edição nº 134), pois é o único no mercado que permite acesso à internet (embora limitado) através de uma rede wireless Wi-Fi, além de exibir na tela as imagens vindas de uma câmera de segurança IP. Com uma tela de 6.4” e resolução VGA (640×480 pixels), o usuário pode comandar à distância todos os equipamentos eletrônicos de uma residência, e nos intervalos dos filmes acompanhar em tempo real as notícias na web, abrir os e-mails pessoais e ainda monitorar a segurança da residência.
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Apesar do texto ser do final de 2007 dá uma idéia do que os controles remotos atuais podem fazer, e viva a ubiquidade.
Saiu no Terra: Tela Sense permitirá sentir gosto e cheiro por meio do PC.
O SENSE promete uma tecnologia fantástica para simular sabores diversos. O design do produto se limitaria a uma tela bem fina, a qual não seria plana e teria espaço dedicado para a mão do usuário.O próprio usuário poderia escolher quando deseja ativar o dispositivo. O dispositivo trabalhará com cartuchos de aroma, os quais trarão substâncias de alta concentração e poderão ser substituídos quando esgotados. Fonte: GameVicio.
No blog NPossibilidades encontrei uma referência para este texto: “Exame de vista pelo celular: Brasileiros do MIT desenvolvem ferramenta barata e portátil para diagnóstico de miopia, hipermetropia e astigmatismo”.
O brasileiro Vitor Pamplona, 26 anos, está prestes a revolucionar o popular exame de vista. Aluno visitante de uma das principais instituições de ensino de tecnologia do mundo, o Massachusetts Institute of Technology (MIT), ele desenvolveu o PerfectSight: um pequeno aparelho feito de plástico que, encaixado a um celular, pode revelar em apenas dois minutos se o usuário tem miopia, astigmatismo ou hipermetropia. A pesquisa foi realizada em conjunto com outro brasileiro, o professor visitante Manuel Menezes, e com os indianos Ramesh Raskar e Ankit Mohan, respectivamente professor e aluno do MIT. Os brasileiros representam a Universidade Federal do Rio Grande do Sul no instituto e foram financiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq.
Em um futuro próximo, prevê Pamplona, todos poderão realizar esse teste em casa. “É como o termômetro. Ninguém precisa ir ao hospital para saber se está com febre. Com o PerfectSight, qualquer pessoa poderá realizar o teste onde quiser”, diz.
A invenção de Pamplona não é cara e pode ser usada por qualquer um. Consiste em uma peça de plástico com uma transparência por cima da tela do celular. A ideia é ter a mesma praticidade dos aparelhos mais caros. No entanto, em vez de tirar fotos utilizando um feixe de laser, o próprio olho humano é a câmera. O celular projeta, através da transparência desenvolvida pelos pesquisadores, duas linhas na retina do usuário. Caso o paciente tenha uma visão perfeita, ele terá a impressão de ver uma única linha, pois elas irão se sobrepor. Caso ele tenha miopia ou hipermetropia, as duas linhas ficarão visíveis. Nesse caso, utilizando o teclado do celular, o usuário terá que posicionar uma linha sobre a outra até que elas formem uma só. O procedimento é repetido diversas vezes e ao final de dois minutos o programa de celular exibe o resultado.
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Uma ótima idéia, ótima ferramenta.
Queria, pessoalmente, dar os parabéns ao Pamplona, conheço ele de alguns eventos FISL (Fórum Internacional do Software Livre) e do JavaFree, e o cara é fera :). Prova disso é sua invenção.
Vocês sabiam que já criaram uma camisa inteligente que monitora o coração dos atletas? Eu não sabia até agora, quando vi a notícia no Estadão.
Segundo a fonte, Quatro clubes da primeira divisão do futebol espanhol testaram um modelo de camisa inteligente que avisa em tempo real qualquer alteração cardíaca dos atletas durante a atividade física.
O Ministério de Indústria financiou a investigação de um modelo de roupa inteligente para reduzir os casos de morte súbita de jogadores depois que dois atletas da primeira divisão morreram e outros dois tiveram ataques cardíacos em pleno campo.
A nova camisa tem um sistema de microchip que detecta sinais do coração durante o esforço físico. O sinal é transmitido em tempo real e pode ser captado por um telefone celular ou ir diretamente para um computador. Os dados transmitidos proporcionam um eletrocardiograma completo e ainda medem com precisão o esforço realizado pelo atleta, especificando os quilômetros percorridos por ele e a velocidade.
Segundo a fonte, em parceria com a IBM a organização do torneio de Wimbledon desenvolveu um aplicativo para iPhone e Android, intitulado IBM’s Seer. O aplicativo servirá de auxílio para os visitantes que estarão presentes nas dependências do All England club por quase duas semanas.
Os usuários poderão ter acesso informativo sobre pontos de interesse como as quadras, lojas, portões de entrada e saída, pontos de informação e transporte, restaurantes, outlet das marcas esportivas entre outras coisas mais.
Segundo a fonte, o NPossibilidades, a empresa Metaio lançou um jogo para celulares Nokia no qual o objetivo é sobreviver ao ataque de zumbis no mundo real (?!?). O jogo Zombie ShootAR mistura a realidade virtual com a real na tela dos celulares Nokia com Symbian de 3ª edição.
A Nokia e o grupo composto pelas principais marcas da carros alemães, CE4A ( Consumer Eletronics for Automotive) anunciaram um terminal específico para integrar aplicações móveis aos carros.
Desenvolvido em uma co-operação com Nokia Research Center, in Palo Alto, e CE4A, o Terminal Mode integra smartphones nos veículos da Audi, BMW, Daimler, Porsche e Volkswagen. Uma vez conectado, todas as funções do smartphone, incluindo serviços, aplicações, como navegação e músicas do Ovi podem estar disponíveis nas telas e nos sistemas de áudio incorporados no carro. Além disso, há a possibilidade de compartilhar informações entre o smartphone e os sistemas dos veículos.
É, enquanto alguns países lutam para emplacar o 3D, os japoneses já pensam em transmitir jogos com imagens holográficas.. hã? quem?
Para o leitor que desconhece esta palavra deixo um vídeo:
Segundo a wikipedia: Holografia é uma forma de registrar-se ou apresentar uma imagem em três dimensões. Foi concebida teoricamente em 1948 pelo húngaro Dennis Gabor, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1971, e somente executada pela primeira vez nos anos 60, após a invenção do laser. É utilizada pela Física como uma sofisticada técnica fotográfica, para análise de materiais ou armazenamento de dados.
Ah.. para quem quer saber mais, o Portal Universia e o MIT oferecem acesso gratuito à seleção de materiais dos cursos do MIT traduzidos para o português. Inclusive um curso sobre imagens holográficas.
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Feita as devidas apresentações, vejam esta notícia:
Japão quer transmitir Copa do Mundo em holografia. Segundo o idgnow, a transmissão de imagens holográficas não é algo tecnologicamente tão distante quanto se imagina. Pelo menos, não para os japoneses. Em sua proposta para sediar a Copa de Mundo de 2022 – desta vez sem a Coréia do Sul – o país afirmou à FIFA que, caso seja escolhido, oferecerá o recurso para TV´s do mundo inteiro.
Para que os jogos sejam captados em 360º, os japoneses utilizariam mais de 200 câmeras HD, e depois as imagens seriam projetadas à semelhança da vida real. Em resumo, um inglês poderia ir ao estádio de Wembley e assistir ao jogo como se ele estivesse ocorrendo na sua frente, com as figuras dos jogadores projetadas por todo o campo.
O som também seria captado em seu volume real e distribuído em todos os detalhes, cada grito, cada apito.
O diretor de tecnologia para a proposta japonesa, Juan Murai, se diz confiante. Ele acredita que em 2016 a tecnologia já estará disponível.
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Vocês imaginaram oque seria assistir um jogo em imagens holográficas? Esses japoneses hein..
A Biffa, uma das maiores empresas inglesas de coleta de lixo, decidiu distribuir 1,5 mil smartphones Blackberry a seus lixeiros. De acordo com o jornal Telegraph, uma das funções dos aparelhos será flagrar moradores que não obedecem às regras de coleta.
Latas de lixo cheias demais e moradores que misturam lixo orgânico com o seco poderão agora ser registradas pela Biffa, que depois entrará em contato com os moradores. Mas a empresa garante que vigiar os abusos não é a razão principal da compra dos celulares.
“Eles poderão tirar fotos, mas isso não será um padrão”, disse ao jornal Vicky Panayiotou, representante da empresa. “Se houver algum problema de saúde ou segurança, irão tirar fotos”.
Além de coletar informações sobre os moradores, os smartphones serão usados para determinar a localização dos caminhões via GPS, acessar mapas com os itinerários e, claro, telefonar para os escritórios da empresa.
No total, a Biffa comprou 3,1 mil Blackberrys, gastando o equivalente a R$ 3,5 milhões, junto à companhia Vodafone.
Gostei da idéia.. imaginem colocar isso nas capitais brasileiras, não precisaria mais impostos, devido a quantidade de multas que seriam aplicadas devido a falta de educação do povo.
A Universidade de Tóquio está desenvolvendo uma tecnologia que permite fazer uma espécie de touch screen sem o touch. Ou seja, é possível inserir comandos e ações em smartphones sem precisar encostar o dedo na tela.
O sistema detecta não apenas o movimento lateral do dedo, mas também a variação em profundidade - gesto que permite o zoom. É o fim das impressões digitais no display.