O cientista britânico Mark Gasson, da Universidade de Reading, contaminou um chip com um vírus de computador e, a seguir, implantou o chip em sua mão.
Gasson demonstrou em experiências que o chip tem a capacidade de passar o vírus de computador para sistemas de controle externos.
Se outros chips implantados fossem então conectados ao sistema eles também ficariam corrompidos, segundo o cientista.
O artefato, que o permite passar por portas com código de segurança e ativar seu telefone celular, é uma versão sofisticada dos chips de identificação utilizados para marcar animais, as chamadas etiquetas RFID.
Ainda segundo a fonte, Gasson admite que o teste apenas prova um princípio, mas ele acredita que existam implicações importantes para um futuro em que aparelhos médicos, como marcapassos e implantes cocleares (dispositivos eletrônicos que ajudam a proporcionar uma sensação de som para pessoas surdas) se tornarão mais sofisticados e correrão o risco de ser contaminados por outros implantes humanos.
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Surreal hein, vírus de computador afetando seres humanos!!!!
Vocês sabiam que já criaram uma camisa inteligente que monitora o coração dos atletas? Eu não sabia até agora, quando vi a notícia no Estadão.
Segundo a fonte, Quatro clubes da primeira divisão do futebol espanhol testaram um modelo de camisa inteligente que avisa em tempo real qualquer alteração cardíaca dos atletas durante a atividade física.
O Ministério de Indústria financiou a investigação de um modelo de roupa inteligente para reduzir os casos de morte súbita de jogadores depois que dois atletas da primeira divisão morreram e outros dois tiveram ataques cardíacos em pleno campo.
A nova camisa tem um sistema de microchip que detecta sinais do coração durante o esforço físico. O sinal é transmitido em tempo real e pode ser captado por um telefone celular ou ir diretamente para um computador. Os dados transmitidos proporcionam um eletrocardiograma completo e ainda medem com precisão o esforço realizado pelo atleta, especificando os quilômetros percorridos por ele e a velocidade.
Segundo a fonte: Um pulmão eletrônico acaba de ser desenvolvido por cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. O grupo criou um dispositivo que simula o funcionamento de um pulmão em um microchip.
Do tamanho de uma borracha escolar, o equipamento atua como se fosse um pulmão humano e é feito de partes do órgão e de vasos sanguíneos.
Por ser translúcido, o pulmão eletrônico oferece a oportunidade de estudar o funcionamento do órgão sem ter que invadir um organismo vivo.
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Leia o texto na integração no Inovação Tecnológica.
Mas independente disso, é uma notícia e tanto saber que existe um pulmão eletrônico.
É com muito orgulho que conto a vocês que o FISL divulgou as palestras aceitas, e, dentre elas está:
Utilizando Open Source para programar em diversas plataformas mobile.
A palestra estará na trilha Ferramentas, Metodologias e Padrões (desenvolvimento).
Veja seu breve resumo: O desenvolvimento para pequenos dispositivos, principalmente telefones celulares e smartphones, teve um crescimento espantoso nos últimos anos. Seguindo este avanço, surgiram diferentes sistemas operacionais, plataformas de desenvolvimento, metodologias e linguagens. Este cenário é interessante para os usuários, que possuem um grande leque de escolhas, podendo encontrar um device que supra perfeitamente suas necessidades. Porém, para os programadores, é cada vez mais difícil decidir qual caminho seguir e quais ferramentas usar para determinada plataforma ou SO. Se não bastasse isso, podemos ver um fenômeno que está crescendo a passos largos, inclusive com uma aplicação muito bem sucedida de software livre brasileiro. Falo da TV Digital e do Middlware Ginga. Esta palestra visa ajudar o desenvolvedor a não ter um colpaso nervoso no seu dia a dia. Vamos abordar algumas das principais plataformas mobile utilizadas hoje, fazendo uma breve síntese da tecnologia e apresentando ferramentas open source para trabalhar com ela. Mostraremos o importante papel de duas palavras que podem abrr muitas portas nesse mundo extremamente novo e empolgante: Java e Eclipse.
A palestra será apresentada por mim e pelo Robison Cris Brito.
Hoje de manhã recebi dois emails do grupo TVDI que mostram a postura agressiva que a Globo tem em relação a TV Digital no Brasil:
TV Globo testa conteúdos para TVs conectadas: A área de tecnologia da Globo faz pesquisas para levar o conteúdo do canal aos broadband TVs (TVs conectadas) através da Internet. Segundo do diretor de tecnologia da emissora, Fernando Bittencourt, trata-se de um estudo meramente tecnológico. “Ainda não temos um modelo de negócios”, esclarece.
A aplicação foi demonstrada pela Globo em um evento para jornalistas nesta quarta, 24, usando um broadband TV da LG. Segundo o também diretor de engenharia da Globo, Raymundo Barros, a Globo não acredita que a exibição de vídeos de baixa qualidade da Internet consigam ser sucesso em telas grandes. Por isso, a emissora trabalha para garantir qualidade próxima à do conteúdo transmitido na TV aberta. Barros demonstrou uma transmissão pela Internet usando uma banda de 2 Mbps, garantindo qualidade próxima à da TV.
Bittencourt citou como exemplo o uso da tecnologia para fazer catch up TV, quando o usuário pode recuperar os capítulos perdidos de uma série ou novela, lembrando que se trata de um teste tecnológico. Fernando Lauterjung. Tela Viva
Globo aposta na distribuição de conteúdos multiplataforma:
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Em um encontro com imprensa na tarde desta quarta, 23, a Globo apresentou um panorama das tecnologias de televisão, produção e distribuição de conteúdos que chamam mais a atenção da empresa. Também apresentou alguns testes e pesquisas que vem realizando nessa área. Segundo o diretor de tecnologia da Globo, Fernando Bittencourt, a Globo não se coloca mais como uma “TV station”, mas como uma “media station”. A ideia é levar o conteúdo para todas as mídias possíveis, disse. Entre os exemplos estão as broadband TVs e o transporte coletivo. O conteúdo da Globo é embarcado e exibido em 300 ônibus de São Paulo. Em outros 30 veículos, está em teste a exibição do sinal ao vivo do canal aberto de TV digital.
No Rio de Janeiro está em teste um modelo híbrido de exibição de conteúdo em transporte coletivo. No teste, o conteúdo é exibido conforme a localização do ônibus. Em alguns lugares é exibido o conteúdo embarcado, em outro ponto da rota, é exibido o conteúdo do sinal ao vivo. Além disso, há possibilidade de exibição de conteúdos georeferenciados, que são baixados no ônibus através da rede 3G em determinado ponto da rota, o que permite o uso diferenciado de publicidade.
Segundo o diretor de engenharia Raymundo Barros, também é possível parear os celulares dos passageiros, para que recebam o conteúdo diretamente em seus aparelhos. Fonte: Teletime.
IBM Research anuncia centro de pesquisas no Brasil. Segundo a fonte (Zumo Blog), a IBM e o governo federal anunciaram a abertura de um novo laboratório de pesquisas: o “IBM Research – Brasil”, o primeiro a ser aberto em 12 anos e o primeiro abaixo da linha do Equador.
Ainda, mais do que uma sede própria com logotipo da IBM na porta, Gandour (cientista-chefe da IBM Brasil) explicou que com as facilidades de comunicação e a internet, muitas pesquisas já podem ser conduzidas sem a necessidade de equipamentos sofisticados e, caso eles sejam necessários, basta solicitar o serviço para os outros laboratórios da IBM espalhados pelo mundo, onde ficam mais de 3 mil pesquisadores, sendo que mais de uma centena serão adicionados pela nova filial. Além disso, os cientistas da IBM terão a oportunidade de estender sua colaboração junto a universidades, organizações governamentais e empresas no Brasil e por toda América Latina.
Segundo o IDGNOW, o Research Day, evento anual da Intel que será realizado no final deste mês, irá apresentar tecnologias da empresa que são capazes de ler gestos de usuários e até responder a pensamentos, além de um carro inteligente baseado em computação em nuvem com recursos para prevenção de acidentes.
Ainda, a companhia também apresentará um computador que reconhece e responde a ondas cerebrais quando um usuário pensa em controlar um determinado dispositivo. Manny promete sistemas mais interessantes que tentarão analisar ondas cerebrais para obter informações sobre os pensamentos dos usuários, mas não forneceu mais informações. As máquinas precisam entender como os humanos trabalham, e não o contrário, afirmou.
Robôs, por exemplo, estão recebendo uma sensibilidade ao toque aprimorada, inspirada em tubarões, disse. Tubarões podem sentir campos eletromagnéticos ao redor do nariz, dando a eles uma ideia do que estão mordendo. Pesquisadores da Intel estão tentando equipar robôs com sensores na ponta de seus dedos para determinar se um objeto é feito de plástico ou vidro e qual o formato, para saber a força necessária para segurá-lo. Essas tecnologias podem ajudar em diversas aplicações industriais.
Segundo a fonte, em parceria com a IBM a organização do torneio de Wimbledon desenvolveu um aplicativo para iPhone e Android, intitulado IBM’s Seer. O aplicativo servirá de auxílio para os visitantes que estarão presentes nas dependências do All England club por quase duas semanas.
Os usuários poderão ter acesso informativo sobre pontos de interesse como as quadras, lojas, portões de entrada e saída, pontos de informação e transporte, restaurantes, outlet das marcas esportivas entre outras coisas mais.