Boa madrugada…
A resenha desta vez é do livro “Contrate Preguiçosos”, do autor Eduardo Cupaiolo. Confesso que esta obra não me empolgou muito, por isso vou usar o resumo do site MundoCristão:
A concorrência está acirrada, as metas do mês parecem inalcançáveis e, para completar, os boatos mais fortes na rádio corredor dão conta de que tem reengenharia (tradução: corte de pessoal) a caminho. Ninguém dá um passo no escritório sem vasculhar embaixo da mesa para ver se há alguém à espreita, pronto para puxar o tapete. Nas reuniões da diretoria, a atmosfera é tão carregada que seria possível até cortá-la com uma faca — o que só não acontece porque a copeira foi demitida na semana anterior e ninguém sabe onde ela guardou os talheres.
Descontados os exageros, é este o ambiente de trabalho em que muita gente vive. Ou melhor, sobrevive. Os relacionamentos são diretamente afetados, e o processo logo descamba para a competitividade exacerbada, voraz. O mais grave é saber que tanta tensão e estresse extrapolam as salas dos executivos e invadem, por tabela, também seus lares e suas comunidades.
Antes de agendar seu próximo enfarte ou trocar de antidepressivo, fique sabendo que é possível ser um gestor ou executivo de sucesso sem ter de participar dessa roda-viva. Em Contrate preguiçosos, Eduardo Cupaiolo entrega o que o subtítulo promete: orientações e conselhos simples, objetivos — alguns deles nada ortodoxos, a começar pelo do título — para humanizar e potencializar as relações no espaço corporativo.
Numa compilação de textos leves, descontraídos, bem-humorados — mas nem por isso superficiais, pelo contrário —, o autor alia a vasta experiência como consultor de grandes corporações brasileiras e multinacionais com a habilidade de palestrante para sugerir uma atitude mais positiva e um novo modelo de gestão organizacional, em que gente vale mais que qualquer patrimônio.
Bem, a impressão que tive do livro é que toda compilação de textos que compõe a obra poderia ser resumida em 9 palavras: os empregados devem ser mais respeitados como seres humanos.
Porém, talvez o livro não era muito direcionado a mim, por isso não me empolguei..
Att.
Ping
| Tweet |
|---|




Envie seu comentário