A resenha de hoje é sobre o livro “Marley & Eu” de John Grogan. Confesso que estava pensando no que iria escrever sobre esta arte, porém, encontrei um resumo excelente, então, vou transcrevê-lo aqui.
John e Jenny tinham acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa, sem nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse ‘dom’ no DNA, justamente porque matara uma planta, presente do marido, por excesso de cuidado - afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; depois têm uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado à mãe, porém suas ‘preces’ não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44 kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram - Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, o coração de Marley era puro. Marley repartia o contentamento do casal em sua primeira gravidez e sua decepção quando sobreveio o aborto. Ele estava lá quando os bebês finalmente chegaram e quando os gritos de uma adolescente de dezessete anos cortaram a noite ao ser esfaqueada. Marley ‘fechou’ uma praia pública e conseguiu arranjar um papel num filme de longa-metragem, sempre conquistando corações ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Assim, eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras.
Bem, também encontrei a resenha do filme que leva o mesmo nome, baseada na obra de Grogan..
Aliás.. só queria acrescentar uma coisa sobre o livro. Leiam, vão adorar. O cão Marley dá uma lição muito boa, ou seja, a lealdade não tem preço, e o amor vale mais do que qualquer coisa. Ainda, não damos valores para as pequenas coisas da vida.
Se alguém já leu o livro pode postar seus comentários aqui..
Mais um rumor surgindo na web. Pelo que diz o pessoal do GSM Arena, a Nokia estaria considerando a hipótese de adquirir a Palm.
Já imaginaram como ficaria a guerra no mercado se isso for verdade? O Palm Pre, um dos aparelhos mais comentados ultimamente passaria a ser mais um integrante da família Nokia. Só fico me perguntando o que é que a Nokia vai fazer com tantos sistemas operacionais (Symbian, Maemo, Palm OS)? Já imaginaram se fosse possível “colocá-los no liquidificador e misturá-los”? O que será que daria?
Realmente.. não imagino como seria a criatura que sairia do Maemo, Symbian e Palm OS..
Segundo a matéria, o primeiro aplicativo de Realidade Aumentada (RA) lançado na App Store foi o Métro Paris, porém é limitado e só funciona se o usuário estiver na capital francesa. Pensando nisso seus criadores resolveram expandir e lançaram o mesmo utilitário para Tóquio, Estados Unidos e Reino Unido, com o nome de Bionic Eye.
No aplicativo já estão incluídos vários pontos de interesse (POI) do país inteiro. Na categoria , Lazer, conta com pontos turísticos, hotspots de Wi-Fi, Apple Stores, inclusive bicicletas públicas em cidades onde este serviço está disponível. O Bionic Eye dispensa o uso de conexão internet para localizar os pontos.
O site também mostra um vídeo de demonstração do aparelho..
Quando será que vamos ver esses aplicativos em devices low-end?
O GigaBlog do UOL publicou dois textos interessantes sobre o estado do mobile paymento no Brasil.. são eles:
Novo sistema de pagamentos por SMS está disponível no Brasil: O texto começa assim: Um novo sistema de transações financeiras pelo celular chega ao Brasil. Agora, vendedores autônomos e micro-empresários podem optar pela solução de pagamentos por SMS. O serviço, chamado de Qualicell, foi desenvolvido pela Veramiti, que faz a integração entre os clientes e os vendedores. As informações sobre compra e venda são coletadas por meio de mensagens, navegador ou até mesmo por um programa específico, tudo no celular, e funciona como um serviço de pagamento por cartão de crédito.
Porém, uma frase me chamou a atenção: Para aderir, os vendedores precisam pagar uma taxa de R$ 110. Além disso, o custo mensal de manutenção é de R$ 35 e mais R$ 0,50 por transação financeira.
Vocês não acharam o serviço um pouco caro demais?
O outro texto é: “Pagamentos por celular começam a ganhar força no Brasil“. Essa matéria mostra várias iniciativas de mobile payment que estão sendo adotadas no Brasil.. Mas infelizmente, ainda não vi nenhum destas operações em ações, só ouvi falar bastante do Oi Pago..
E você leitor.. oque acha disso tudo? Esse monte de ações mobile-payment exemplificadas, já usou alguma? E o novo meio de pagamento disponível, caro demais?
A Insula liberou ontem (23/9) um vídeo que mostra a demonstração de seu próximo aplicativo para iPhones 3GS, o Presença, do Bradesco. Segundo a empresa, trata-se do primeiro aplicativo do Brasil que usará a tecnologia de realidade aumentada com a integração da câmera do aparelho com a bússola e o GPS. Com essa tecnologia, o aparelho faz uma espécie de leitura das imagens, em conjunto com GPS e bússola para guiar o usuário até o endereço desejado.
Legal… e espero que este tipo de ação se torne cada vez mais comum e, em smartphones e celulares também..
Aqui no blog Mobilidade é Tudo já falamos muito sobre o Java ME para BlackBerry. . Esta API traz varias mudanças em relação a Java ME que está presente na grande maioria dos telefones celulares, e hoje acabei descobrindo uma interface que seria muito útil para os programadores de aplicativos mobile Java ME.
Em uma lista de discussão fiquei sabendo da Interface PhoneListener. Implement this interface if you intend to listen for and act on phone events.
A lista de eventos que são capturados me impressionou:
callAdded(int callId): Invoked when a call gets added to a conference call.
callAnswered(int callId): Invoked when the user answers a call (user driven).
callConferenceCallEstablished(int callId): Invoked when a conference call has been established.
callConnected(int callId): Invoked when the network indicates a connected event (network driven).
callDirectConnectConnected(int callId): Invoked when a direct-connect call is connected.
callDirectConnectDisconnected(int callId): Invoked when a direct-connect call is disconnected.
callDisconnected(int callId): Invoked when a Call is disconnected.
callEndedByUser(int callId): Invoked when the user ends the call.
callFailed(int callId, int reason): Invoked when a call fails.
callHeld(int callId): Invoked when a call goes into the ‘held’ state.
callIncoming(int callId): Invoked when a new call is arriving.
callInitiated(int callid): Invoked when a call has been initiated by the device (outbound).
callRemoved(int callId): Invoked when a call gets removed from a conference call.
callResumed(int callId): Invoked when a call goes from ‘held’ to ‘resumed’ state.
callWaiting(int callid): Invoked when a call is waiting.
conferenceCallDisconnected(int callId)
Uma pena não podemos usar esta API nos nossos Nokias, Sonys, Motorolas, LG´s, etc e etc..
Com a conexão do smartphone com o veículo é possível obter informações de telemetria , como por exemplo, dados do motor e nível de combustível. A combinação dessas informações com o GPS integrado ao veículo e ao smartphone, podem obter serviços baseados em localização como o posto de gasolina mais próximo quando o nível do combustível estiver baixo.
As três companhias afirmaram que com a integração também será possível oferecer funções de segurança baseados em Sistemas Avançados de Assistência ao Condutor ( ADAS, sigla em inglês) , como advertir os condutores para diminuir a velocidade quando se aproximar de uma curva perigosa A conexão entre o dispositivo móvel e o sistema de informação e entretenimento será feito via Bluetooth ou mediante cabo USB, dependendo da duração da viagem.
A resenha desta vez é do livro “Contrate Preguiçosos”, do autor Eduardo Cupaiolo. Confesso que esta obra não me empolgou muito, por isso vou usar o resumo do site MundoCristão:
A concorrência está acirrada, as metas do mês parecem inalcançáveis e, para completar, os boatos mais fortes na rádio corredor dão conta de que tem reengenharia (tradução: corte de pessoal) a caminho. Ninguém dá um passo no escritório sem vasculhar embaixo da mesa para ver se há alguém à espreita, pronto para puxar o tapete. Nas reuniões da diretoria, a atmosfera é tão carregada que seria possível até cortá-la com uma faca — o que só não acontece porque a copeira foi demitida na semana anterior e ninguém sabe onde ela guardou os talheres.
Descontados os exageros, é este o ambiente de trabalho em que muita gente vive. Ou melhor, sobrevive. Os relacionamentos são diretamente afetados, e o processo logo descamba para a competitividade exacerbada, voraz. O mais grave é saber que tanta tensão e estresse extrapolam as salas dos executivos e invadem, por tabela, também seus lares e suas comunidades.
Antes de agendar seu próximo enfarte ou trocar de antidepressivo, fique sabendo que é possível ser um gestor ou executivo de sucesso sem ter de participar dessa roda-viva. Em Contrate preguiçosos, Eduardo Cupaiolo entrega o que o subtítulo promete: orientações e conselhos simples, objetivos — alguns deles nada ortodoxos, a começar pelo do título — para humanizar e potencializar as relações no espaço corporativo.
Numa compilação de textos leves, descontraídos, bem-humorados — mas nem por isso superficiais, pelo contrário —, o autor alia a vasta experiência como consultor de grandes corporações brasileiras e multinacionais com a habilidade de palestrante para sugerir uma atitude mais positiva e um novo modelo de gestão organizacional, em que gente vale mais que qualquer patrimônio.
Bem, a impressão que tive do livro é que toda compilação de textos que compõe a obra poderia ser resumida em 9 palavras: os empregados devem ser mais respeitados como seres humanos.
Porém, talvez o livro não era muito direcionado a mim, por isso não me empolguei..
A resenha de hoje e sobre o livro “Tubarão”, de Peter Benchley, escrito em 1974. Esta obra deu origem ao filme Tubarão (1975), de Stevem Spielberg, que teve enorme sucesso e foi responsável pela fobia de muitas pessoas em relação ao mar, inclusive a minha.
Para resumir de forma simplória e eficaz o livro, vou usar um parágrafo deste, que diz: “Tubarão” conta a história de uma cidade qualquer no litoral dos Estados Unidos, que de repente se vê de pernas para o ar com os ataques de um imenso tubarão branco em suas águas. E, para tentar capturá-lo, unem-se três homens distintos: Hooper (Richard Dreyfuss), um oceanógrafo arrogante; Brody (Roy Scheider), o chefe de polícia local e Quint (Robert Shaw), um caçador de tubarões. Juntos, eles precisam localizar o tubarão e capturá-lo antes que ele volte a atacar, para terror dos banhistas.
A imagem abaixo mostra a capa do livro:
O vídeo abaixo mostra o trailer do filme “Tubarão”:
Confesso que não me lembrava do filme, somente quando o livro estava acabando que me dei por conta que era a obra que originou o filme. Assim como no filme, não gostei do final do livro, mas no resto, é uma excelente história, envolvente e fascinante. Li as 300 e poucas páginas em dois dias, de tanta vontade de saber o desfecho da história. Recomendo em alto grau a leitura deste clássico.
Depois do tão acalorado discurso da HTC falando que seria a primeira fabricante a trazer o Android ao Brasil, na primeira quinzena do mês de Outubro, parece que a Samsung quer roubar esse título.
A página da Época publicou a notícia de que a Samsung divulgou que trará o modelo Galaxy i750 ainda este mês ao Brasil e, sim, ele é um Android.
Pena que o preço é um poco absurdo, segundo este post do UOL Tecnologia, por enquanto, a TIM é a operadora com exclusividade para comercialização. A previsão, segundo a fabricante, é que o telefone chegue às lojas brasileiras custando R$1.799.
Oque acharam.. vai desembolsar quase 2.000 R$ para ter o primeiro Android no Brasil?