A tecnologia ficou invisível
Boa noite..
O título deste post é o homônimo do título de uma máteria da revista Época, de Junho de 2009. A matéria começou empolgante mas depois decaiu, mas vamos as partes que podem enriquecer um pouco o leitor :).
O texto começa com um velho bordão da computação invisível, pervasiva, onipresente, dentre outros nomes: “Os aparelhos eletrônicos serão embutidos em roupas e objetos. Estarão até dentro de nós. Alguns facilitarão nossas vidas. Outros vão espreitar nossos movimentos”. Infelizmente isso está ficando um pouco chato já (aqui no Brasil). Nós vemos a qualidade da rede 3G no Brasil e pensamos: quando que a computação ubíqua vai funcionar se nem a 3G sai do chão?
O ponto auge da matéria foi quando mostrou uma foto de um encontro entre dois personagens fictícios no parque em uma página e, ao virar a página, me deparei com a mesma foto, porém, com informações de todas as tecnologias “invisíveis” que faziam parte do cenário. Vamos a elas, de forma resumida:
Árvores antenas: árvores com chips que identificam sua localização, impedindo o desmatamento e a venda de madeira ilegal.
Pedômetro: pode ser instalado em calçados ou bicicletas por exemplo, para medir a quantidade de exercícios físicos que uma pessoa faz em determinado tempo.
Implante: em vez de um implante de silicone ser só estético para mulheres, ele poderia detectar o aparecimento precoce de tumores em pessoas diagnosticas como possíveis alvos da doença.
Celular que pode virar qualquer coisa: semelhante ao conceito Morph. Veja o vídeo abaixo:
O conceito Morph é um celular que não tem forma física única, ele pode ser usado como pulseira, brinco, colar, bracelete.. qualquer coisa!!!!.
Continuando com o cenário futurista da matéria da Época.
A grama e as pessoas teriam sensores. Aliás, o texto da grande matéria em sensores, de umidade para as plantas, de pressão e taxa de açucar no sangue para pessoas, além de uma inifidade de outros usos.
O texto fala de uma coisa bem interessante, a tatuagem high-tech, um adesivo celular que pode ser colado no pescoço ou atrás da orelha. Já existe um protótipo da Motorola chamado Tatoo.
Falei dos sensores anteriormente, as latas também teriam chips com informações nutricionais que poderiam ser lidas por diferentes tipos de dispositivos.
E os relógios? Na matérias, este utensílio tem GPS e internet sem fio. Mede batimento cardíaco, distância e trajeto. Isso já é realidade, veja o produto a venda neste link. Aqui no blog também já mostramos relógios invocados, vejam alguns posts:
Relógio + Google Earth?
Relógio do 007
Celular com relógio..
Outra sacada de tecnologia interessante que podemos usufruir nessa utopia de mundo: Câmera de vigilância em postes com sistema de reconhecimento de faces, para perceberem a presença de fugitivos por exemplo.
A matéria trata dos remédios inteligentes também. Eu lembro que já postei sobre isso aqui no blog mas não encontrei o post, se alguém achar pode deixar nos comentários por favor. A revista traz o exemplo do iPill, a pílula inteligente da Philips. Segundo o site hypescience, “A iPill possui bateria, comunicação por rádio, um reservatório para medicamentos e um microprocessador. Com um sensor de acidez ela consegue determinar a sua própria localização dentro do sistema digestivo e libera os medicamentos no local necessário. Com a possibilidade de entregar os medicamentos em locais específicos do corpo as dosagens podem ser menores, assim como seria reduzidos os efeitos colaterais, segundo a Philips.”
Depois o texto traz mais um bordão que já li em diversos textos sobre computação ubiqua: Na próxima década, chips deverão estar presentes em sapatos, carteiras, gravatas, canetas, batons, em seu corpo e sua pele. Mas quando que isso vai acontecer hein? Um avanço legal que o texto cita é que: A fabricante de brinquedos Mattel começou a vender um fevereiro um brinquedo que usa a força da mente.
Na parte final do texto tem um embate sobre a questão moral e filosófica da liberdade versos a informática, e toda aquela discussão infindável… Mas enfim, é um texto legal para ver essas idéias e alguns protótipos locos que estão surgindo.. mas infelizmente, no Brasil, esse texto parace utópico demais.. a não se o GPS :)..
Att.
Ping
Julho 6th, 2009 at 17:10
Olá Ricardo, desculpa o encomodo…
estou com um problema e não encontrei solução em nenhum lugar. Como você tem mais experiência talves possa me ajudar. Eu estou usando a API File Connection para gerar um arquivo txt de saida no cartão do celular. No meu celular que usa Symbiam isso funciona perfeitamente, mas em um Windows Mobile esse arquivo não é gerado e não acusa nenhum erro. Sabe qual pode ser o problema??
Desculpa novamente e obrigada desde já
Julho 7th, 2009 at 09:31
Bem Lais..
Bem vindo ao mundo da portabilidade do Java ME. Nunca trabalhei com Windows Mobile, infelizmente não vou poder te ajudar nessa, e para piorar ainda mais te digo uma coisa, podem ser n fatores..
Quando encontrar a solução post aqui por favor
Att.
Ping
Julho 7th, 2009 at 20:29
hehe
Tudo bem quando eu achar eu posto aqui… Agora estou achando que é a Máquina Virtual!
Vou verificar isto!
Mas obrigada mesmo assim
t+
Att, Lais