Não esqueçam e.. agradecimento

Bom dia..

Primeiramente gostaria de dar o lembrete sobre a Promoção Mobilidade é Tudo, que está rolando aqui no blog. Segundo, gostaria de agradecer ao Alexandre e ao blog N Possibilidades por divulgar a promoção. Valewww..

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Programando Java ME para BlackBerry - Parte 2 - Começando a codificar

Boa tarde..

Olá a todos, este é o terceiro post da série de artigos sobre programação Java ME para Bluetooth com JDE. Depois de dois post mais teóricos, hoje vamos entender a arquitetura básica de um código extremamente simples para aplicativo Java ME com BlackBerry API.

O primeiro passo é conhecer o gerenciador de aplicativos Java que entra em ação toda vez que o dispositivo BlackBerry é iniciado, ele é responsável por gerenciar todos os aplicativos Java presentes no aparelho, repassando os eventos do sistema operacional, trabalhando como um roteador central de eventos.

Pra começar a programação, você precisa de uma classe (continuamos trabalhando com Java), se sua aplicatição tiver interface gráfica, esta classe deve extender de net.rim.device.api.system.UiApplication, caso contrário, de net.rim.device.api.system.Application.

Uma das principais diferenças em relação ao Java ME - MIDP acontece em relação ao método de início do aplicativo. Na BlackBerry API você terá um método main? Hã, método main, estamos voltando ao Java SE? Isso mesmo, é metodo main, mas continuamos no mobile, com BlackBerry. O código abaixo mostra um método main padrão, onde criamos uma instância da classe e em seguida chamamos o método enterEventDispatcher(), que inicia uma thread para tratamento de eventos e processamento de mensagens, o método também inicia os métodos responsáveis pela rederização dos elementos gráficos do aplicativo (se tiver interface gráfica).



public static void main(String[] args) {
    HelloWorld theApp = new HelloWorld();
    theApp.enterEventDispatcher();
}

O construtor padrão de um aplicativo BackBerry faz uso do método pushScreen, passando como parâmetro a instância da classe que será mostrada ao iniciar o aplicativo. Veja o código abaixo:



public HelloWorld() {
    pushScreen(new HelloScreen());
}

A classe HelloScreen extende de MainScreen, uma das duas classes que herda de Screen, a outra é FullScreen. Extendendo de MainScreen, sua classe já terá uma interfaces KeyboardListener e TrackwheelListener, para tratamento de eventos de teclado e Trackwheel, respectivamente. A única regra para a classe que faz uso desta herança é sobrescrever ao menos dois métodos: o construtor e o método onClose(). Abaixo, segue o código de uma classe MainScreen padrão.



class HelloScreen extends MainScreen {

public HelloScreen() {

super(FullScreen.DEFAULT_MENU | FullScreen.DEFAULT_CLOSE);
    LabelField title = new LabelField(”BlackBerry App Ping”, LabelField.ELLIPSIS | LabelField.USE_ALL_WIDTH);
    setTitle(title);
}

public boolean onClose() {
    System.exit(0);
    return true;
}

}

No construtor passamos FullScreen.DEFAULT_MENU | FullScreen.DEFAULT_CLOSE, adiconando um menu padrão a nossa tela principal, com um MenuItem Close padrão também.

Bem, qualquer dúvida mande um comentário, ou ainda, se falei besteira também podem me corrigir pelos comentários. Não perca o próximo post sobre os componentes disponíveis na BlackBerry API.

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Não esqueçam da promoção que tá rolando..

Boa tarde..

Não esqueçam da Promoção Mobilidade é Tudo

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Mais uma ação de Mobile Payment..

Boa tarde..

Olha a matéria que pintou no Olhar Digital: “Visa cria sistema de pagamento via celular“.



Transcrevo aqui um parágrafo:
Segundo a imprensa norte-americana, a Visa está desenvolvendo um sistema de pagamentos via celular para um dos próximos modelos da Nokia e para o G1, o primeiro telefone que usa o sistema Android do Google. Com a tecnologia, os usuários do modelo 6212 Classic da Nokia, que será lançado em outubro, poderão fazer pagamentos em lojas passando o telefone por um scanner eletrônico. A Visa está trabalhando em um sistema similar para o G1, mas ainda não há data de lançamento.

Muito bom hein..

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Interessante.. não sabia..

Boa tarde..

Você saberia me responder rapidamente como saber se o aparelho implementa a JSR 82 (Bluetooth)? Bem, se o aplicativo a ser desenvolvido fosse para um aparelho específico, como o Nokia 6280 por exemplo, você olharia no forum.nokia.com e verificar a especificação do celular, pronto. Agora, se você quisesse saber disso em tempo de execução do aplicativo? A primeiro resposta seria, usao System.getProperty() da seguinte forma:

System.getProperty (”bluetooth.api.version”)

Porém, segundo esta lista de discussão, esta propriedade de sistema não é implementada na versão 1.0 da API, ou seja, mesmo com a implementação da API no dispositivo ele retornará null para o getProperty anterior.

Neste caso, como no W850i por exemplo, o único modo de saber se há implementação é usando a linha de código:

javax.bluetooth.LocalDevice.getProperty(”bluetooth.api.version”)

Eu não sabia desta “falha”, mas é bom ficar sabendo..

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Resenha Livro: Eu Sou o Mensageiro

Boa madrugada…

O livro “Eu Sou o Mensageiro” do australiano Markus Zusak (mesmo escrito de “A Menina que Roubava Livros”) narra a história de Ed Kennedy, tu taxista que não tem uma auto-imagem muito boa, se auto-denominando um fracassado, com amigos no mesmo nível. Além disso, ama uma garota chamada Audrey, que dorme com todo mundo menos com Ed, por amá-lo, embora ele não se de conta disso. Ed perdeu o pai alcólatra recentemente e não tem uma relação muito boa com a mãe, vivendo em uma casa alugada, na companhia de um cachorro fedorento e viciado em café, chamado Porteiro. Porém, depois de evitar um assalto, Ed começa a receber cartas de baralho, todas com endereços de pessoas ou charadas para nomes de pessoas que Ed preicsa ajudar. Com isso, Ed vai torna-se quase um herói e também muda sua vida por completo, em um profundo processo de auto-conhecimento.

Um dos pontos fortes do livro é a fácil leitura, direta, sem firulas. O livro tem pontos culminantes, como no último ás que Ed recebe, o de copas. Porém, achei o livro um pouco previsível em alguns momentos, o final também não me agradou muito, ficou um pouco confuso.



Enfim, Eu Sou o Mensageiro ficou um pouco abaixo dos livros que vinha lendo, porém, não dá pra dizer que não é um bom livro, apenas esperava mais e, recomendo a leitura.

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Jogos Atari para iPhone, Atari?

Boa tarde..

Bem, a notícia, além de interessante para os mais nostálgicos gamers, me deixou intricado, porque achei que a empresa Atari nem existia mais. Porém, parece que não né, veja a matéria “Atari lança jogos clássicos para o iPhone” que saiu no portal de games do Terra. Postei a notícia porque meu primeiro vídeo game foi um Atari, por isso tenho um carinho especial pela marca.



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Resenha Livro: A Propaganda que Funciona

Boa tarde..

O livro “A Propaganda de Funciona: Como obter resultados com estratégias eficazes” de Sergio Zyman é excelente para profissionais da área de publicidade e propaganda, realmente muito bom. Até eu, que não entendo muito do negócio conseguir pegar alguns conceitos e idéias interessantes.



Sobre a descrição do revisto, foi ficar com oque a própria editora diz:

A publicidade abrange todos os tipos de comunicação, e é por esta razão que a propaganda, da maneira que é praticada actualmente, está morta. Pode ser possível trazer a publicidade de volta à vida, mas a única maneira de fazer isso é esquecer tudo o que se sabe – ou pelo menos que costumava saber – sobre publicidade e começar de novo a aprender as seguintes definições:
-Publicidade é muito mais do que apenas comerciais de televisão: ela inclui branding, embalagem, celebridades como porta-vozes, patrocínios, propaganda, atendimento ao cliente;
-Publicidade não é uma forma de arte. Ela trata de vender mais coisas com mais frequência para mais pessoas por mais dinheiro;
-Por último, e mais importante, tudo comunica: tudo o que se faz ou deixa de fazer, ou que se diz ou deixa de dizer.

Resumindo numa frase, A Propaganda que Funciona diz ao leitor de uma forma muito directa como a publicidade morreu, o que a matou, e o que fazer para revivê-la. Mostra como analisar esforços, mapear resultados, conectar-se com clientes e tornar uma empresa melhor do que é hoje.
Na primeira parte do livro, o autor explica onde e porquê os publicitários erraram e mostra o que precisa ser feito para evitar descer pelo mesmo caminho. Em seguida ele discute como repensar e fazer o melhor uso dos métodos de publicidade tradicionais. Na última secção do livro, o autor apresenta uma série de novos elementos e estratégias que ninguém jamais considerou parte da publicidade tradicional antes, mas que é necessário dominar para sobreviver no século XXI, onde tudo se comunica.

Infelizmente eu li o livro faz algum tempo, então não vou dar meus comentários, apenas um :). O livro fala que todos os empregados da empresa fazem parte da publicidade, não adianta proganda arrasadoras, uma marca identificada com o cliente, se apenas um empregado dentre milhares trata mal seus clientes. Isso aconteceu comigo na rede “Rei do Mato”, pertinho da praça da Sé, onde sai o onibûs da linha Chácara Santana. Eu estava me tornando um consumidor assíduo do açai com leite do Rei do Mate, porém, naquele estabelecimento fui tratado muito mal por uma funcionária, parecia que eu estaba fazendo um favor pra ela comprando lá, resultado: nunca mais botei os pés no Rei do Mate.

Porém, indico o livro, é uma boa leitura. Para profissionais da área é uma leitura quase que obrigatória.

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Resenha Livro: Vida: O Filme

Bom dia..

O livro “Vida: O Filme. Como o Entretenimento Conquistou a Realidade” conta a história de como o entretenimento invadiu todos os setores da sociedade, tornando-se uma premissa básica e objetivo de vida de muitas pessoas, fazendo com que, algumas delas, transformem seu modo de vida em uma maneira de criar um espetáculo de entretenimento. Confesso que achei a leitura um pouco estressante, sofri para acabar o livro, quem sabe por não trabalhar com publicidade, propaganda e coisas do gênero.

Tenho alguns comentários para tecer sobre este livro de Neal Gabler. Porém, antes de começar, quero reforçar a idéia de que trabalho com programação para telefones celular, ou seja, meu ponto de vista não tem nenhum embaçamento teórico de publicidade, propaganda ou coisas assim:

Na página 130 o autor coloca o seguinte parágrafo: Ele não teve escrúpulos em abrir uma loja para vender camisetas, bonés de beisebol, mochilas, estojos de lápis e porta-camisinhas com o seu nome. Referindo-se a Keith Haring, que fazia desenhos em giz no metrô de Nova York, e usou sua “fama” para ganhar dinheiro. Agoar fiquei pensando, que mal há nisso? Achei demais o autor afirmar que ele “não teve escrúpulos”.

Gostei da parte que o livro fala sobre o avanço do entretenimento da edução e seus efeitos, mais precisamente nas páginas 134 e 135. Apesar de acreditar que um poucod e entretenimento no ensino faz bem, só eu sei o quanto sofri com umas aulas de programação C sem nenhum entretenimento, notamos um certo ar de despreocupamento nas faculdades. Como escreveu Mark Edmundson, “no mais das vezes isso significa criar ambientes mais confortáveis, menos desafiadores.”

A página 151 me apresentou o nome verdadeiro no nosso ilustríssimo Bill Gates, William Henry Gates é o nome completo.

Sobre o tema central do livro, a mistura da realidade (vida) com o entretenimento (cinema, televisão, mídia) tem um parágrafo interessante na página 159: Liz Taylor ensinou a outras celebridades em baixa que a intimidade é a melhor publicidade quando não resta mais nada a promover e, talvez, também a única forma de agarrar o papel principal, ainda que seja apenas o de estrela da própria vida. Ou seja, todas aquelas baboseiras de programas de entrevistas com famosos, programas de TV que fofocam sobre a intimidade de famosas devem algo a Liz Taylor.

O livro também traz histórias curiosas e surpreendentes sobre o tratamento que a mídia e o entretenimento dá a criminalidade e quem a pratica. Veja o parágrafo da página 174: É na criminalidade, talvez, que se pode ver melhor até onde os valores do entretenimento humano usurpam outros, os criminosos são alvo de censura e desprezo. Mas quando julgados pelo valor do entretenimento, que é como a mídia passou a julgar tudo, o perpretador de um grande crime, ou até mesmo de um pequeno porém dramático delito, torna-se uma celebridade, tanto quando qualquer outros dos entretenimentos humanos. Em seguida o livro cita diversos exemplos disso, como por exemplo: Timothy McVeigh, mais tarde condenado por te feito explodir uma bomba em um prédio público em Oklahoma City, matando 168 pessoas, recebeu o tipo de tratamento glamouroso da revista Newsweek que em geral concedido apenas a astros do cinema.

O livro também insiste na questão da paranóia que está assolando a humanidade, de que para ser feliz é preciso ser conhecido. O livro até fala do mundo que se encontra do outro lado do vidro, ou seja, a televisão. Segundo o livro “que serapa os famosos dos anônimos”. Segue, “por esse motivo é que as pessoas reagem imediatamente, sempre que são apanhados pelas lentes das câmeras, ainda que por meros instantes”. E com o surgimento das câmeras e filmadoras digitais, esse é um tema que o livro também trata, relevando que isso tem afetado o modo como as pessoas agem, vivendo de fragmento de vidas que captam no entretenimento. O livro até deixa uma pergunta, se é melhor viver feliz com fragmento de outras vidas ou enfrentar a realidade diariamente, mesmo que seja para sofrer mais.

Bem, confesso que achei o livro bom, mas se soubesse do assunto antes não iria ler, porque não é um assunto que acho muito interessante. Está na cara que a grande maioria das pessoas quer ser famosa, quer ter seus 15 minutos de fama e que, o que assistem diariamente na TV afeta suas vidas, oque o mocinho do filme usa as pessoas querem usar, e assim por diante. Eu não estou muito afetado por este problema porque faz muito tempo que não assito mais TV, apenas quando tem jogo do meu time do coração, simplesmente, porque acho que não tem muita coisa que preste na TV.

Bem, espero não ter dito besteira, porque a área de entretenimento, cinema, televisão, publicidade, propaganda e etc não é meu chão. Qualquer coisa podem me corrigir nos comentários.

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Resenha Livro: Comédias para se Ler na Escola

Bom dia..

Este livro de Luis Vernando Veríssimo mudou meu modo de pensar sobre as crônicas e fábulas, confesso que não era muito chegado neste tipo de literatura. Com histórias incrivelmente marcantes, com algumas idéias que você fala:
- Putz, é mesmo, como nunca pensei nisso.
Ainda, histórias engraçadas, histórias que tocam nos sentimentos mais íntimos, expondo algumas crueldades humanas e, em contrapartida, seu valor.
Achei este livro ótimo, apesar de ser curto, aproveitar cada palavra impressa nas folhas.

Teve alguns contos/fábulas ou crônicas que achei simplesmente geniais. Por exemplo, “Da Timidez”, traz o seguinte parágrafo:
Ser um tímido notório é uma contradição. O tímido tem horror a ser notado, quanto mais a ser notório. Se ficou notório por ser tímido, então tem que se explicar. Afinal, retumbante timidez é essa, que atrai tanta atenção? Se ficou notório apesar de ser tímido, talvez estivesse se enganando junto com os outros e sua timidez seja apenas um estratagema para ser notado. Tão secreto que nem ele sabe. É como no paradoxo psicanalítico: só alguém que se acha muito superior procura o analista para tratar um complexo de inferioridade, porque só ele acha que se sentir inferior é doença.

Separei também alguns parágrafos de “ABC”:

Quando a gente aprende a ler, as letras, nos livros, são grandes. Nas cartilhas - pelo menos nas cartilhas do meu tempo - as letras eram enormes. Lá estava o A, como uma grande tenda. O B, com seu grande busto e sua barriga ainda maior. O C, sempre pronto a morder a letra seguinte. O D, com seu ár próspero de grão-senhor. Etc. Até o Z, que sempre me parecia estar olhando para trás. Talvez porque não se convencesse que era a última letra do alfabeto e quisesse certificar-se de que atrás não vinha mais nenhuma.
As letras eram grandes, claro, para que decorássemos a sua forma. Mas não precisavam ser tão grandes. Que eu me lembre, minha visão na época era perfeita. Os livros infantis eram impressos com letras graúdas e entrelinhas generosas. E as palavras eram curtas. Para não cansar a vista.
À medida que a gente ia crescendo, as letras iam diminuindo. E as palavras, aumentando. Quando não se tem mais uma visão de criança é que se começa, por exemplo, a ler jornal, com seus tipos miúdos e linhas apertadas que requerem uma visão de criança.
Quanto mais cansa nossa vista, mais exigem dela.


Simplesmente fantástico.

Outro conto que me impressionou foi “O Recital”, não vou transcrever nenhum parágrafo, porque a história toda impressionada pela criatividade do autor, que de um simples recital, cria uma série de acontecimentos surreais, acabando com uma manada de zebus invadindo o palco.

Bem, recomendo em alto grau a leitura desse pequeno livro, é diversão na certa.

Att.
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