Boa madrugada…
Acabei de ler a matéria “Bluetooth: diversão vira negócio. Folhetos em xeque: tecnologia de comunicação sem fio está sendo testada para enviar propagandas para celulares dos consumidores” no jornal Diário do Comércio, do dia 28 de Fevereiro de 2008. Apesar de considerar este texto um pouco ultrapassado, achei um trecho da passagem legal: “Um projeto que promete expandir a tecnologia Bluetooth para as ruas é o da agência One Digital. Segundo o gerente de inovação, Ricardo Lemos, a idéia é instalar várias antes de bluetooth nos toris (portais) principais da Liberdade e enviar para o celular, de quem passar por eles, as informações turísticas do bairro, após a reurbanização que deve começar em Abril”.
Att.
Ping
Boa tarde…
Queria deixar aqui uma dica de leitura: O texto se chama “Por que as empresas de internet querem invadir o seu celular?” e foi publicado pelo IDGNOW. Como o texto sugere, ele tenta explicar o motivo pela corrida desenfreada que estamos vendo pelo domínio da telefonia móvel, principalmente pela internet móvel. Aí vão alguns trechos da notícia:
O motivo mais evidente é que há três vezes mais celulares que computadores no mundo. “Muitas pessoas farão o seu primeiro acesso à internet pelo celular, e não pelo computador”, opina Leonardo Tristão, diretor de novos negócios do Google. “O futuro da internet é móvel. É a próxima grande fronteira”, concorda Marcos Lopes, diretor de marketing da TIM.
O texto traz um dado bem interessante: no mundo são 3 bilhões de celulares contra 1 bilhão de PCs, no Brasil são 122 milhões de celulares contra 40 milhões de PCs.
Em mercados mais maduros, como o Japão, o número de usuários de internet pelo celular já é superior ao de internautas que navegam pelo desktop. “O mundo é cada vez mais on demand, As pessoas querem utilizar os serviços onde, como e quando têm vontade”, justifica o diretor de novos negócios da Oi, José Luis Volpini.
Att.
Ping
Bom dia..
Encontrei um artigo interessante na internet, apesar de ser de 2001, o texto tem alguns parágrafos impactantes, que ilustram uma maneira positiva da associação do homem as máquinas, já que, neste espaço tenho mais criticado que apoiado estas ações ultimamente. O texto se chama “Feitos de carne e silício: Próteses que lêem ondas cerebrais e computadores à base de neurônios dissolvem as fronteiras entre o orgânico e o cibernético.”. Alguns dos parágrafos mais importantes são:
Aos 53 anos, tudo que o americano John Ray conseguia fazer era balançar levemente a cabeça e os olhos. Um derrame sofrido dois anos antes havia tirado quase todos os seus movimentos e, apesar de ele continuar perfeitamente lúcido, não conseguia falar ou escrever nenhuma palavra. Foi assim até abril de 1998, quando surgiram os primeiros sinais de mudança. Algumas letras começaram a aparecer na tela de um computador colocada sobre o seu leito. Um “P”, depois um “H”; lentamente, apareceu a palavra “Phil” no monitor. Era uma homenagem ao neurologista Philip Kennedy, da Emory University, em Atlanta, Estados Unidos, o homem que desenvolvera o sistema que permitia a Ray movimentar um cursor de computador apenas com a força do pensamento.
Apesar de ainda estarmos longe de uma era de seres mistos, frutos da fusão entre o orgânico e o cibernético, as aplicações desse tipo de tecnologia já podem ser vistas hoje. Além de fazer paralíticos se moverem, a substituição de tecidos humanos por aparelhos artificiais tem conseguido operar o milagre de fazer os cegos enxergarem.
Em busca do controle do poder de processamento do cérebro, cientistas estão pesquisando até que ponto os neurônios podem se transformar em chips de computador. Peter Fromherz, do Instituto de Bioquímica Max Planck, em Munique, Alemanha, fez células cerebrais crescerem de maneira organizada em circuitos de silício, o material do qual são feitos os processadores. Ao mesmo tempo, desenvolveu um método para que neurônios consigam trocar eletricidade com circuitos metálicos sem que as células sejam destruídas no processo.
Outra dúvida instigante é se, dotados de neurônios, estômagos e olhos orgânicos, as máquinas passarão a ser consideradas como seres vivos e inteligentes. Se as tecnologias se misturam, é possível que a nossa noção do que é orgânico e do que é cibernético desapareça, como profetizou Kurzweil. Segundo o intelectual americano Erik Davies, autor do livro Techgnosis (ainda inédito no Brasil), esse processo já começou. “É provável que, daqui para a frente, viveremos em um ambiente em que artefatos irão interagir conosco e responderão às nossas perguntas”, diz Erik. “Então, nos acostumaremos a contracenar com as nossas máquinas e a adotar a atitude da criança que olha para o seu urso de pelúcia e acredita que ele está vivo.”
Lembrando que este texto é de 2001, 7 anos atrás.. e se naquele tempo eles já faziam os cegos voltarem a enxergar.. oque conseguem fazer agora?
Att.
Ping
Boa noite indiada..
Acabo de ver um vídeo interessante sobre o Ginga no OlharDigital.
Vale a pena dar uma conferida..
Att.
Ping
Boa tarde..
Saiu no OlharDigital uma reportagem sobre os usos dos telefones celular.. como compra de ingressos eletrônicos, monitoramento de residências etc… vale a pena conferir, o link está aqui.
Att.
Ping
Boa tarde..
Realmente, gostei dessa revista Meio Digital (Dezembro/2007 Janeiro/2008), acabo de ler mais uma matéria interessante, “Mobile Marketing: Consolidação no Horizonte” Como o título identifica, o texto fala sobre a situação do Mobile Marketing no Brasil e no mundo, apontando para um consolidação efetiva nos próximos anos.
Um ponto que o texto deixa em destaque é o cuidado com a relevância que as ações de marketing devem ter. Segundo o texto “… nenhum usuário de celular que se conheça tem qualquer prazer em receber enxurradas de mensagens não solicitadas …”.
No mais.. indico a leitura do texto.. ele é meio curtinho mas interessante..
Att.
Ping
Boa tarde..
Acabo de ler uma matéria super interessante na revista Meio Digital chamada “RFID: A Internet de Objetos, Vacas e… Gente”. O texto fala sobre a expansão do uso das tags RFID, e discute se sua adoção em massa, inclusive nos seres humanos, é benéfica ou maléfica. Abaixo, redigito algumas passagens do texto:
A expansão no uso dos RFIDs será planetária. A logística se sofisticará. Idem a possibilidade de comunicação personalizada. Mas o controle de governos e empresas sobre as pessoas também. A super-web de gente está a caminho.
A adoção em massa dos RFIDs permitirá o surgimento de um “Internet de Objetos”: será possível buscar por objetos reais através dos search engines, além de obter a exata localização de um item individual, contêiner, gado no pasto ou.. pessoas.
O pioneiro foi o professor inglês de cibernética Kevin Warnick, que em 1998 implantou para pesquisas um chip em si mesmo.
E para finalizar:
Bem, o RFID, aparentemente, veio para ficar. E para se instalar em nossas vidas (em nossas peles?) profundamente. Seremos transformados em dados da Internet? É fascinante. É assustador.
Essa última frase resume o que também penso sobre este assunto.. Recomendo a leitura da matéria.
Att.
Ping
Boa tarde..
Na mesma revista Info Especial, que relatei no post anterior, encontrei uma matéria chamada “Alô no retrovisor”. Trecho retirado da matéria: O retrovisor MHF83, da Seecodem recebe e faz chamadas interagindo por o celular por meio de uma conexão bluetooth 1.2. Ele tem um LED que sinaliza o número que está chamando.
Que loucura…
Att.
Ping
Bom dia
Estava lendo a Info Exame edição especial sobre Smartphones quando encontrei a seguinte matéria: “No Comando da Banheira: A Smart Hydro pode ser Controlada a Distância pela rede de Telefonia Móvel”. Redigito aqui um pequeno trecho da matéria:
Que tal chegar em casa e já ter seu banho preparado com a água na temperatura ideal? A empresa brasileira iHouse desenvolveu uma banheira que é controlada remotamente via celular, smartphone ou Pocket PC..
Esta empresa já tinha sido tema de dois posts aqui no blog: “iHouse” e “Casa do futuro e … celular
“.
Para que o leitor tenha noção das possibilidades da integração entre tecnologia e moradia, resultando na domótica e, consequentemente, nas casas inteligentes, visite o site da iHouse e veja a demonstração.
Att.
Ping