Domótica e Casa Digital

Olá pessoal, como prometi no último post de ontem, eu fui para casa e procurei o trabalho que fiz na graduação sobre isso, na verdade percebi que não foi exatamente sobre domótica e casa digital, foi sobre computação invisível, que não deixa de estar intrinsicamente ligada com os dois conceitos que dão nome ao título deste post.

Vamos em partes, primeiramente gostaria que os interessados nestes assuntos visitassem a página do trabalho que foi desenvolvido por mim e por Jonas Augusto Prediger, basta clicar aqui. Neste link o leitor encontrará os textos que encontramos no decorrer do trabalho, também alguns textos produzidos nas aulas de Informática na Sociedade, e a apresentação que ministramos no final da disciplina, sendo esta última a leitura praticamente obrigatória para o entendimento do conceito de computação invisível, ou ubíqua. Bem, mas o tema deste post não é especificamente sobre isso, porém, uma casa digital ou que empregue os conceitos de domótica, obrigatoriamente, terá que ter computadores invisível em um ambiente inteligente que cercará os habitantes destes modernos espaços de convivência.

O segundo passo é entender o conceito domótica. Para não falar besteira e passar por mentiroso vou trancrever um texto criado pelo Grupo de Sistemas Inteligentes do Departamento de Informática da Universidade Estadual do Maringá. Aliás, queria deixar um abraço pros meus amigos de Londrina, o Aislan, popular paquera, e também pra um amigo dele que infelizmente não lembro o nome. Bem, voltando a parte tecnológica:


A domótica, que também pode ser referenciada por expressões como “smart building”, “intelligent building”, “edifícios inteligentes”, é um novo domínio de aplicação tecnológica, tendo como objetivo básico melhorar a qualidade de vida, reduzindo o trabalho doméstico, aumentando o bem estar e a segurança de seus habitantes e visa também uma utilização racional e planejada dos diversos meios de consumo. A domótica procura uma melhor integração através da automatização nas áreas de segurança, de comunicação e de controle, e gestão de fluídos. Os elementos que constituem a cadeia funcional da domótica são: Sensores, Transdutores, Detectores e Redes Domóticas. A questão habitacional se traduz em uma exigência de qualidade e aproveitamento dos espaços, formulada em termos de edificação como: superfície mínima habitável, condições de salubridade e higiene, condições de iluminação e ventilação dos locais, etc. A integração das novas tecnologias existentes busca dar resposta a essa crescente exigência de qualidade. Para tanto, pôde-se observar um desenvolvimento de produtos e serviços para criar um habitat inteligente, tanto para o setor terciário como para o residencial.

Ou seja, de forma sucinta, a domótica utiliza a eletrônia e a informática pra prover sistemas inteligentes que são aplicados em edifícios, casas, enfim, qualquer tipo de moradia. Claro que o leitor vai me dizer que isso é uma utopia para a realidade atual, porém, essas casas cheias de brinquedinhos, já são realidades e estão a venda em países de primeiro mundo, sendo assim, alguma hora nós, pobres mortais brasileiros, cedo ou tarde vamos poder desfrutar destas tecnologias, só espero ainda estar vivo pra isso, hehee.

Além disso, é importante saber que empresas de ponta estão de olho nisso também. Se estiver interessado leia a notícia entitulada como “Apple e Microsoft duelam pela ‘casa digital’ do futuro” na íntegra. É, o leitor leu bem, simplesmente a Apple e a Microsoft estão entrando na guerra pelo domínio desta tecnologia.

Além disso, no Salão de Eletrônica para o Consumidor (CES, na sigla em inglês) foi mostrado um conceito de uma casa com TV, telefone e mídia digital espalhada pela casa. Há também esta outra matéria do Terra sobre esta mesma apresentação no CES, o título da matéria é “”Casa digital” vira realidade no Salão da Eletrônica para o Consumidor”.

Bem, confesso que não sou um expert neste assunto, apenas acho uma tecnologia inovadora, muito interessante, que pode ajudar de muitas formas os seres humanos, é óbvio que o seu uso de forma inadequada pode acarretar alguns acontecimentos nada agradáveis, mas isso é uma discussão que não quero me prolongar. Além disso, como o assunto deste blog sempre foi mobilidade com enfoque em Java ME, é importante dizer que os especialistas atribuem a linguagem Java a precurssora destas mudanças, devido a seu alto nível de granularidade, ou seja, existem API’s e plataformas para diversos fins. E levando pro lado da mobilidade, nem preciso explicar que todos estes conceitos estão ligados a computação móvel como café e computação.

Bem, é isso.. opiniões contrárias e interessantes são bem vindas.. contanto que não ofendam minha família, hehe..

Att.
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