Soldado ganha braço biônico controlado pela mente: Um militar britânico ferido no Afeganistão iniciou uma série de procedimentos para receber um braço biônico controlado diretamente pelo cérebro.
Tablets com sistema Android obtêm 39% de market share: As vendas de tablets com o sistema operacional Android obtiveram 39% de market share no quatro trimestre de 2011, se aproximando do iPad que lidera o setor como o mais vendido no mundo, informou a empresa de pesquisas Strategy Analytics, nesta quinta (26);
iOS ultrapassa BlackBerry, que continua sendo o mais seguro: O sistema operacional da Apple, o iOS, ultrapassou o BlackBerry como a principal plataforma móvel utilizada pelo mercado corporativo, de acordo com relatório divulgado pela empresa de segurança virtual Check Point. O iOS chegou aos 30% dos usuários empresariais, contra 29% do sistema operacional da RIM. O Android vem em seguida um pouco mais abaixo, com 21% do mercado. Já o Windows Phone detém 18% da preferência do setor corporativo e por último, com apenas 3%, o Symbian;
Um usuário do Youtube utilizou o SDK Beta do Kinect combinado com um dispositivo Windows Phone para criar uma ferramenta holográfica para games.
O sistema criado pelo programming4fun consiste em um Kinect e uma ferramenta 3D. O primeiro rastreia a posição do observador e ajusta automaticamente a imagem projetada pelo segundo para criar a ilusão de uma imagem 3D.
No vídeo ele mostra um helicóptero holográfico que é controlado pelo app com acelerômetro de um smartphone com Windows Phone 7.
Brasileira compra celular 1,5 bilhão da série S40 da Nokia: A Nokia anunciou a venda de 1,5 bilhão de unidades de sua linha S40, família de celulares básicos e intermediários da empresa. A entrega do aparelho 1,5 bilhão aconteceu em uma loja de uma rede de varejo do Brasil com a presença do presidente da companhia, Almir Luiz Narcizo. A recepcionista Mayara Rodrigues, 21 anos, foi a consumidora que recebeu o produto simbólico, um Nokia Asha 303.
Independente de posição no mercado mundial, é um número considerável. 1,5 BILHÃO. Só para constar, acabei de pegar um windows phone na mão pela primeira vez e, gostei do aparelho.
A afirmação foi feita em um post da iMasters. Segundo o blog:
Analistas da Ovum divulgaram, nesta semana, o resultado da sua pesquisa anual sobre desenvolvedores; e eles sugerem que o Android ultrapasse o iOS em termos de importância para os desenvolvedores. O estudo também observou o crescente suporte para as plataformas do Blackberry e do Windows Phone, que mostram uma competitividade ainda maior no mercado móvel, com desenvolvedores explorando todas as oportunidades em todos os sistemas.
Já o estudo da IHS iSuppli concluiu que o Windows Phone deve ultrapassar o iOS, em termos de quota de mercado, até o ano de 2015 – isso graças ao acordo da Microsoft com a Nokia. O relatório também prevê que até 2015 o Windows Phone vai chegar a 16,7% na parcela co mercado e o iOS cai para 16,6%. Já o Android vai dominar o mercado com 58,1%.
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Confesso que não acredito nem um pouco na pesquisa da IHS iSuppli. Também achei muito estranho a indicação de um crescente suporte para a plataforma BlackBerry. Como pode isso, se ela está quase beijando a lona? E o leitor, oque achou destas pesquisas?
No vasto mundo dos apps para dispositivos móveis e smartphones, há espaço para todos. E não são só os games que fazem a cabeça dos mais aficionados. Uma nova indústria começa a despontar: a dos “healthtech apps”. Em uma estimativa recente levantada por um centro de pesquisa dos Estados Unidos, aplicativos da área da saúde somaram um total de 718 milhões de dólares em receita no ano passado. Um número que tende a crescer, considerando o aumento das start-ups especializadas no assunto, como a Happtique.com, desenvolvedora de aplicativos para profissionais da saúde.
Acabo de ler duas notícias divulgadas recentemente envolvendo NFC, vejam:
SP Trans quer colocar pagamentos via celular nos ônibus da cidade: A SP Trans, empresa que controla os ônibus na cidade de São Paulo, está estudando a possibilidade de implantar pagamentos via celular no sistema de transporte da cidade. A empresa afirma que quer uma tecnologia moderna, uma aprimoração do Bilhete Único, criado a oito anos, de acordo com o Teletime.
O desenvolvimento dessa ferramenta será em conjunto entre o órgão da prefeitura e das empresas contratadas, que ficará responsável pela implantação e manutenção do sistema. A SP Trans afirma que quer a participação das empresas de NFC, mas garante que a plataforma não terá somente essa funcionalidade.
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Celulares poderão abrir portas através da tecnologia NFC: A operadora Verizon, em parceria com a Assa Abloyd e Hid Global quer entregar ainda esse ano para os consumidores o conceito de casa conectada, de acordo com o Mobile Time. A novidade permitirá que o aparelho celular seja usado para abrir e fechar portas.
A fechadura eletrônica, que é ativada por meio de dispositivo móveis, irá funcionar por meio da tecnologia Near Fiel Communication (NFC), que tem como função fazer a troca de conteúdo apenas pela aproximação de aparelhos. As empresas divulgaram que a tecnologia voltada para essa função está em fase de desenvolvimento e deve chegar ao mercado ainda esse ano.
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As duas notícias foram encontradas no MobilePedia.
Crise do BlackBerry: presidentes da RIM renunciam cargo - Os copresidentes executivos da RIM, Mike Lazaridis e Jim Balsillie, finalmente perceberam que estavam enterrando a marca BlackBerry e saltaram do barco antes de ser tarde demais. Ou seja, Lazaridis e Balsillie renunciaram o cargo de co-CEOs na RIM. Fim. Ponto. Tchau tchau. O novo presidente executivo será o ex-diretor de operações Thorsten Heins. Ele tem um grande trabalho à frente, para dizer o mínimo.
Este é um momento difícil para a RIM: o tablet PlayBook está acabando com a marca BlackBerry – que um dia já foi ótima – e a participação de mercado está desaparecendo, à medida que iOS e Android vaporizam a concorrência. Mas Thorsten, o novo presidente executivo, ainda tem esperança de uma virada. Segundo o jornal The Globe and Mail, Thorsten acredita que “tudo está no lugar para a empresa crescer”, e um dos primeiros passos dele será contratar um diretor de marketing para consertar a marca BlackBerry.
Talvez o cara novo dê um jeito na empresa, mas fato é que Thorsten recebeu as chaves de um carro velho e batido que está prestes a cair do precipício. Lazaridis e Balsillie foram copresidentes executivos e chefes do conselho administrativo da RIM por quase 20 anos, mas agora vão sair dos dois cargos: Lazaridis vira apenas vice-presidente do conselho, e Balsillie vira um diretor executivo comum.
Me chamou a atenção a frase “e um dos primeiros passos dele será contratar um diretor de marketing para consertar a marca BlackBerry”. Acho que eles precisam de um sistema operacional e um ciclo de vida para criação de aplicativos decente. Ponto.
Ontem publiquei o texto “Social Learning e Smartphones“, falando sobre os boatos de uma ferramenta que a Apple iria lançar. Neste post postei a seguinte frase:
Hoje, o Gizmodo publicou um texto sobre a tão falada surpresa da Apple:
A Apple acha que há maneiras mais efetivas de apresentar e interagir com o conteúdo educacional, e lançou agora há pouco uma seção de livros didáticos para o iBooks, que pretende “revolucionar” (eles gostam da palavra) este mercado. Steve Jobs disse em sua biografia que queria fazer para a indústria do livro didático o mesmo que fez para a música com o iTunes ou para os tablets com o iPad. Pelo que vimos agora há pouco, há uma chance de a Apple conseguir isso, em condições ideais de temperatura e pressão.
O iBooks 2 quer aproveitar todo o potencial do iPad para conteúdos interativos e aplicar isso aos velhos livros didático. Este potencial, aliás, já foi bastante explorado em apps como o Elements, que nos deixou babando logo no lançamento do primeiro iPad, e o Our Choice, de Al Gore, uma aula de como deve ser um livro didático:
Durante a demonstração da Apple hoje em Nova York, foram mostradas várias funcionalidades parecidas: toque na imagem para ver uma galeria, use o multitoque para dar o zoom naquele gráfico, faça buscas por palavras-chave no livro inteiro ou clique em links para ver mais detalhes. Há vídeos e sons também, como nos CD-ROMs da minha finada Encarta de 1997. Mas não desmereço a coisa. Tocar na imagem ou “sublinhar” algo com os dedos dá um feedback mais interessante, fora que hoje é tudo mais rápido. A primeira demonstração de hoje — um livro de biologia –, foi realmente fantástica. Modelos 3D de células, fotos interativas com multitoque, gráficos animados. Não sei se isso é mais efetivo em termos educacionais, mas divertido, sem dúvida.
Além do conteúdo mais “interessante” para essa geração de videogames, há boas ferramentas para o professor. Por exemplo: dentro do livro, no meio de uma página, é possível responder diversos tipos de questionários, bem mais interessantes que V ou F e múltipla escolha. Em um exemplo dado na apresentação, o aluno deveria associar as fotos dos ecossistemas a regiões dos EUA, arrastando um em outro. O feedback (você acertou! Estrelinha dourada!) é instantâneo e abre várias possibilidades. A ferramenta de marcação de texto também é esperta e tem, além de várias cores, uma reorganização automática: ela divide as suas coisas sublinhadas em cartões de memorização gigantes (algo bem comum entre os moleques americanos) para facilitar o decoreba.